Os macacos NÃO transmitem febre amarela e também NÃO SÃO são os responsáveis pelo rápido avanço da doença.

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus que é transmitido por mosquitos.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o último registro de febre amarela no RS ocorreu entre 2008 e 2009. Naquela ocasião, nove pessoas morreram em decorrência da doença. Alguns macacos também foram infectados.

O novo surto da doença que afeta a região sudeste do Brasil motivou algumas pessoas a agredirem bugios.

Por isso, é fundamental reforçarmos um alerta: os macacos NÃO transmitem febre amarela e tambbém NÃO SÃO são os responsáveis pelo rápido avanço da doença. A febre amarela é transmitida apenas por mosquitos!

Os macacos, na verdade, cumprem um importante papel: são sentinelas na identificação da circulação do vírus, já que são afetados antes de os seres humanos.

A melhor forma de afastar a doença é a imunização. Procure um posto de saúde e faça a vacina gratuitamente

bugios

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Ibama suspende visitação ao Zoológico do Rio de Janeiro, Brasil.

Segundo Instituto, local “não tem condições de receber o público”.
Em outubro, vistoria encontrou animais machucados e instalações precárias.

O Ibama embargou na manhã desta quinta-feira (14) o acesso de visitantes ao Zoológico do Rio de Janeiro, informou o instituto. O órgão ainda aplicou multa diária de R$ 1 mil contra a secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (SMAC), a qual a Fundação RioZoo está subordinada, até que o órgão efetive a adequação ambiental do parque.

Segundo comunciado do Ibama, de acordo com a norma que regulamenta o setor, os zoológicos têm que cumprir funções socias que justifiquem sua existência, entre elas, educacionais, científicas e de conservação das espécies animais. Para o instituto, o Zoológico do Rio,apesar de no passado ter sido pioneiro na reprodução de espécies ameaçadas de extinção como ararajubas, hoje não tem mais condições de receber o público.

Em outubro, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e vereadores fizeram uma visita ao Zoológico do Rio na semana passada e encontraram diversas irregularidades, como animais machucados, instalações precárias, larvas de inseto nas águas e falta de manutenção.

“Na situação em que se encontra, o Zoológico do Rio não cumpre nem mais seu papel de educação ambiental. Não promove o ensinamento de respeito aos animais, importante valor social a ser repassado às futuras gerações. A visitação ao parque não é mais uma experiência positiva para as crianças ou a população em geral”, disse o chefe do Núcleo de Fiscalização do Ibama no Rio de Janeiro, Vinícius Modesto de Oliveira.

O embargo do Ibama não significa o fechamento definitivo do Zoológico do Rio. A Fundação RioZo deverá continuar realizando a gestão adequada do plantel até as irregularidades no zoo serem sanadas. O que inclui manter os animais com alimentação adequada, em recintos limpos e enriquecidos que favoreçam a manifestação do comportamento característico de cada espécie.

A multa diária é a segunda sanção aplicada pelo Ibama à SMAC. Em outubro de 2015, a secretaria de meio ambiente  foi autuada em R$ 1 milhão por não cumprir uma notificação para iniciar as obras de reforma no Zoológico do Rio até agosto do mesmo ano. Uma outra notificação foi emitida, em novembro de 2015, com novo prazo para a realização das obras de adequação ambiental, expirado no final do ano passado.

O Ibama encontra irregularidades no Zoológico do Rio desde 2012. Desde então, a Fundação RioZoo tem sido notificada a se adequar, principalmente em relação a densidade populacional nas instalações, e a realizar obras estruturais urgentes, além de corrigir a ambientação deficitária. As principais obras estão nos recintos denominados “Viveirão”, “Corredor de Fauna”, “Extra” e “Núcleos de Reprodução”.

Em nota, a prefeitura do Rio informou que suspendeu a licitação das obras de readequação do Jardim Zoológico (Rio Zoo) tendo em vista que será publicado na próxima semana o edital para licitação da concessão ao setor privado para gestão e operação do Rio Zoo. A prefeitura também informou que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente já entrou com recurso a fim de suspender o embargo de visitação pública estabelecido pelo Ibama.

Jacaré toma sol no zoológico do Rio (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Jacaré toma sol no zoológico do Rio (Foto: Reprodução/ TV Globo)

 

Fonte:  G1  Globo.com  http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/01/ibama-suspende-visitacao-ao-zoologico-do-rio.html

Cães e gatos terão passaporte e identificação eletrônica.

Norma estabelece que no documento também deverão constar dados sobre a vacinação dos animais e do exame clínico realizado por médico veterinário.

 

A partir de agora, cães e gatos terão passaporte para trânsito nacional e internacional. As regras para emissão do documento estão em instrução normativa do Ministério da Agricultura publicada na edição desta sexta-feira, 22, do Diário Oficial da União.

 

O passaporte será expedido em português, inglês e espanhol e deverá conter informações como nome completo e endereço do proprietário; nome, espécie, raça, sexo, pelagem e data estimada de nascimento do animal; além de identificação eletrônica por meio de microchip instalado sob a pele do bicho.

 

A norma estabelece que no documento também deverão constar dados sobre a vacinação dos animais e do exame clínico realizado por médico veterinário responsável. A fotografia do animal não será obrigatória, ficando a critério do proprietário fornecer a foto em tamanho 5x7cm para fixação no passaporte, que será válido para trânsito no território brasileiro e em todos os países que o reconheçam como documento equivalente ao certificado sanitário de origem, para fins de reciprocidade.

 

A perda ou extravio do passaporte deverá ser registrada em boletim de ocorrência policial e informados prontamente às autoridades veterinárias oficiais brasileiras. O documento será concedido a cães e gatos nascidos há pelo menos noventa dias em território nacional ou no exterior e importados definitivamente para o Brasil.

 

O ingresso de cães e gatos oriundos de países que não emitam passaporte para trânsito desses animais, ou dos quais o Brasil não reconheça o passaporte emitido como documento equivalente ao adotado no País, somente será autorizado quando os animais vierem acompanhados de certificado veterinário internacional.

 

"Além do documento, microchip deve ser instalado sob a pele do animal"

“Além do documento, microchip deve ser instalado sob a pele do animal”

 

 

 

Fonte:  Estadão

Faculdades desistem de usar animais vivos em cursos de medicina do país.

Embora muitas faculdades de medicina no Brasil ainda utilizem animais vivos em sala de aula, há cursos de graduação no país que abriram mão dessa prática.

Segundo essas instituições, o uso de métodos alternativos, como manequins que simulam reações do corpo humano (para aulas de técnicas cirúrgicas) e de softwares (para aulas de fisiologia) hoje já suprem as necessidades de ensino.

52% dos institutos que usam bichos podem ser descredenciados

“Existe um currículo oculto, aquilo que você não ensina na disciplina, mas que ensina nas suas atitudes. O uso de animais vivos em sala de aula dessensibiliza o aluno”, diz Odete Miranda, professora da Faculdade de Medicina do ABC, que em 2007 aboliu o uso de animais vivos na graduação em medicina.

A decisão, diz ela, foi impulsionada pela lei 9.605, de 1998, que estabelece que a “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos” é crime quando houver recursos alternativos.

A Anhembi Morumbi faz o mesmo desde 2008, quando começou o curso de medicina. “O padrão internacional para ensino vai nessa direção. Para replicar um experimento cujo resultado você já sabe, o uso de animais vivos é desnecessário”, diz Karen Abrão, diretora da Escola de Ciências da Saúde.

Também a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) aboliu em 2007 os animais vivos em medicina, após mobilização de alunos.

A substituição de animais é recente, dizem as instituições. Entre as razões para manter animais vivos estão o custo menor e a tradição.

O Conselho Federal de Medicina afirma que o tema ainda não foi discutido em plenário e que, por isso, não tem posição oficial.

Nos EUA e no Canadá, segundo a ONG Comitê de Médicos para a Medicina Responsável, apenas quatro faculdades de medicina (de 187 existentes) ainda utilizam animais vivos para o ensino.

 

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/11/1366429-faculdades-desistem-de-usar-animais-vivos-em-cursos-de-medicina-do-pais.shtml

Governo recebe pleito para pôr fim aos testes em animais para cosméticos no Brasil.

Relatório da Campanha Liberte-se da Crueldade é entregue ao Ministério da Ciência e Tecnologia

SÃO PAULO (30 de Setembro de 2013) – O grupo de Proteção Animal Humane Society International (HSI), parceira da ARCA Brasil, enviou um relatório ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) pedindo a proibição no território nacional dos testes em animais para cosméticos. O CONCEA, uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, irá debater o relatório na sua reunião plenária nos dias 23 e 24 de Outubro. A organização HSI está pedindo ao CONCEA para que tome medidas para pôr fim aos experimentos que causam sofrimento aos animais.

Helder Constantino, Gerente da Campanha da HSI Liberte-se da Crueldade, relata: “Nós esperamos que os membros do CONCEA analisem cuidadosamente o teor moral e científico do nosso pleito para uma proibição. A maioria dos brasileiros se opõe a estes testes ultrapassados e já está na hora do Brasil confinar estes testes aos livros de Historia.

Simone Lima, Diretora Geral da ProAnima, diz: “Quando as pessoas descobrem como são realizados os cosméticos são testados em animais e sobre as alternativas existentes, semore testes nos  perguntam : por que isso ainda não mudou no Brasil? Esperamos  que o CONCEA considere o pleito da sociedade civil organizada e tome a decisão de abolir essa forma cruel e absolutamente desnecessária de uso de animais

Os testes em animais são antiéticos porque causam dor aos animais para o consumo de produtos não essenciais. O relatório também fornece evidências que mostram que empresas de cosméticos não precisam testar seus produtos ou ingredientes em animais para inovar. Na realidade, um número crescente de países – os 28 Estados-Membros da União Europeia, assim como Israel e Índia – já baniram os testes em animais para cosméticos. Empresas livres de crueldade associam os testes sem animais que já disponíveis e que são mais previsíveis do que os testes que fazem uso de animais, com ingredientes existentes que têm uma longa história de uso em cosméticos.

No Brasil, coelhos, porcos da índia, ratos e camundongos, passam por sofrimento incalculável em nome da indústria da beleza. Veja aqui como são feitos os diferentes tipos de testes em cada animal.

“Dentre as diversas conquistas que o Brasil almeja na proteção animal, a questão dos testes pela indústria dos cosméticos é, talvez, a mais próxima de se tornar realidade. A sociedade brasileira já demonstrou, em diversas ocasiões, que não tolera crueldade contra os animais. Resta agora que as instâncias técnicas, como o CONCEA e, principalmente, as empresas estejam à altura dessa demanda”, conclui Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil.

Liberte-se da Crueldade Brasil faz parte da maior campanha mundial para acabar com os testes em animais para cosméticos. No Brasil, os grupos de defesa dos animais ARCA Brasil, ProAnima e o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal são parceiros da Liberte-se da Crueldade. A nível global, HSI juntamente com seus parceiros de campanha estão liderando os esforços para pôr fim a crueldade dos cosméticos na Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Rússia e outros países.

 

Fonte: http://www.arcabrasil.org.br

USP, Universidade de São Paulo, BUSCA CÃES PARAPLÉGICOS PARA TRATAMENTO GRATUITO.

A USP esta em busca de cães que tenham ficado paraplégicos por causa de uma hérnia de disco há mais de dois meses, para testar um tratamento com o uso de células-tronco e acupuntura. Por ser uma pesquisa cientifica, o tratamento será gratuito com duração de 13 semanas. O dono do pet deverá apenas levá-lo a USP durante cinco por semana, três delas para sessões e acupuntura e duas para fazer fisioterapia.

São 15 vagas disponíveis, e os cães serão divididos em três grupos. O primeiro receberá apenas a injeção de células-tronco. O segundo será tratado apenas com acupuntura. O terceiro receberá uma combinação das duas técnicas. Os interessados podem entrar em contato com o veterinário César Prado no e-mail cesar.prado@usp.br.

usp

 

 

(Via Revista Meu Pet)

Fonte: Facebook.

CQC DENUNCIA MAIS UM MATADOURO CHEIO DE DOR E SUJEIRA, em 08/04/13.

CQC DENUNCIA MAIS UM MATADOURO CHEIO DE DOR E SUJEIRA.
Os não é verdade que os animais morrem rapido. Eles sentem medo e sofrem muito. Não existem piedade, higiene e consciencia ambiental. Poluem rios e solo de sangue e carcaças, maltratam e executam a marretadas seres inocentes.

 

cqc

 

 

 

 

PROTESTE JÁ MOSTRA IRREGULARIDADES EM MATADOURO NA BAHIA

O “Proteste Já” desta segunda-feira (8) está de embrulhar o estômago. O repórter Oscar Filho visitou um matadouro público em Itororó, na Bahia, e teve uma surpresa nada agradável. Em péssimas condições de higiene, o matadouro tinha carcaças de animais e poças de sangue espalhadas por todas as partes Veja todos os vídeos do CQC.

 

http://cqc.band.uol.com.br/videos/14401090/proteste-ja-mostra-irregularidades-em-matadouro-na-bahia.html

Fantástico exibe matéria investigativa sobre abate de animais no Brasil.

A crueldade contra animais em matadouros legalizados exposta na TV

A edição do último domingo (10) do programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu uma matéria especial investigativa sobre os matadouros de animais do Brasil. Os repórteres do programa visitaram 280 matadouros municipais e estaduais legalizados espalhados em 8 estados brasileiros.

A investigação, conduzida pelos repórteres Fabio Castro e Monica Marques, encontrou irregularidades em todos os estabelecimentos visitados. Animais morrendo com marretadas na cabeça em locais cheios de sangue e com funcionários sem qualquer equipamento de segurança foi a regra encontrada.

Cerca de 30% de toda a carne que vai para o prato das famílias brasileiras vêm de lugares assim. Além da crueldade evidente, a falta de higiene é um problema grave de saúde pública. A carne contaminada pode trazer doenças fatais. Cisticercose, teníase, listeriose, toxoplasmose e tuberculose estão entre as principais doenças que este tipo de produto traz a quem consome.

Cenas de animais morrendo em rede nacional e em horário nobre

A reportagem do Fantástico teve seu foco na falta de higiene e nos problemas que o consumo de carne pode trazer à saúde. Porém, a matéria mostrou imagens fortes de abate de animais em horário nobre na mais assistida emissora do país, o que, certamente, causou comoção em milhares – talvez milhões – de pessoas. É, provavelmente, a primeira vez que isso acontece.

Entre as muitas cenas que mais pareciam um filme de terror, o caso de um boi que se deitou no chão quando o funcionário o conduzia para o abate. Sem saber como levantar o animal, que estava claramente prevendo seu fim, o funcionário chuta e morde o rabo (!) do boi. Como não obteve sucesso, outro funcionário se aproxima com uma espingarda e executa o animal, que foi desmembrado e teve seus pedaços servidos em algumas mesas brasileiras.

Esta matéria foi útil para informar a população de que barbaridades acontecem em todos os matadouros. Não existe matadouro “mais humano”, todos eles são cruéis e sobrevivem do sangue, da dor e dos gritos dos animais em pânico.

É importante ressaltar que todos os estabelecimentos visitados são oficiais, legalizados. Não são locais clandestinos. É importante ter em mente que ⅓ da carne que você coloca no seu prato pode ter sido “processada” em locais como os da reportagem.

Na esfiha, no sanduíche, na salsicha, na sua geladeira e em seu restaurante favorito…

Não há como saber se a carne que você comprou para oferecer à sua família vem de lugares menos piores. É bem provável que a carne daquela lasanha ou pizza do supermercado seja de abatedouros legalizados que matam animais com marretas e cortam os corpos com machados. Nem as marcas mais famosas, que usam de muita publicidade na televisão, estão livres.

Assista à matéria | Fantástico

 

Se você também não concorda com a morte absolutamente desnecessária de animais, descubra o veganismo. Considere adotar uma filosofia de vida que traz paz à consciência e muito mais segurança alimentar à sua família. Viva sem matar animais: www.sejavegano.com.br.

 

Fonte: http://vista-se.com.br/redesocial/fantastico-exibe-materia-investigativa-sobre-abate-de-animais-no-brasil/

Aleam aprova projeto de eutanásia e controle de natalidade de cães e gatos: Lei tem como objetivo evitar o sacrifício indiscriminado de cães e gatos. Projeto incorpora política nacional de controle de animais errantes.

O projeto de lei que prevê o controle da população de cães e gatos no Amazonas foi aprovado, nesta quarta-feira (27), pela Assembleia Legislativa. De autoria do deputado Luiz Castro, a lei tem como objetivo evitar o sacrifício indiscriminado de cães e gatos saudáveis e regulamentar a eutanásia (prática de provocar a morte sem dor de um paciente em estado grave cuja reabilitação é descartada pelos médicos), em casos específicos, desde que justificada por laudo técnico.

O projeto apresentado incorpora a política nacional de controle da natalidade de animais errantes por meio de esterilização, que veta definitivamente a prática da execução de animais saudáveis em Centros de Zoonoses, localizado na Compensa, Zona Oeste de Manaus.

A necessidade do projeto de lei foi reforçada depois de visitas do deputado Luiz Castro ao Centro de Controle Zoonoses de Manaus, juntamente com voluntário da ONG Com Paixão Animal CPA, em que constataram a ausência de um programa de controle populacional e a adoção da eutanásia, quando o número de cães recolhidos ultrapassa a capacidade de acolhimento do Centro.

A garantia da vida dos animais consta nas Constituições Federal e Estadual e na Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98. A legislação brasileira, além de garantir a vida, pune quem submete os animais à crueldade, com pena de detenção de até um ano e multa elevada quando ocorre a morte do animal. Também está previsto o incentivo à adoção e a realização de  campanhas de conscientização e orientação técnica aos adotantes para uma tutela responsável dos animais.

Os cães considerados ‘comunitários’ também são protegidos pelo projeto de lei. Comunitários são considerados aqueles cães que estabelecem com a comunidade em que vivem laços de dependência e de alguns cuidados, mesmo não possuindo responsável, único e definido.

A proposta para estes cães é, segundo a proposta, uma estratégia de saúde pública, alegando que o controle da natalidade animal ajuda a diminuir problemas como os decorrentes das lixeiras reviradas pelos animais famintos e das fezes espalhadas pelas ruas. Pelo projeto, esses animais ‘comunitários’ deverão ser recolhidos para esterilização e depois devolvidos à comunidade de origem, desde que seja identificado o cuidador principal do cão, que precisa assinar um termo de compromisso.

A assinatura de convênios do Poder Público com entidades de proteção e outras instituições para a implementação das metas previstas também consta no projeto de lei, como forma de descentralizar as atividades necessárias.

 

Amazonas

Fonte:  http://g1.globo.com

DENÚNCIA. Turista Italiano realiza ato criminoso e cruel em praia de Sabiaguaba – Ceará. Brasil.

DENÚNCIA.

Turista Italiano realiza ato criminoso e cruel em praia de Sabiaguaba – Ceará.
Estive no dia 28/01/2013 na praia de Sabiaguaba no Ceará e me deparei com uma cena muito forte de uma matança de filhotes de peixe Bagre. No início, achei que eram pessoas pescando como qualquer outro pescador, porém ao observar a cena, percebi o ato cruel que estava acontecendo e na mesma hora resolvi intermediar a situação em favor da natureza.

Haviam dois homens e uma mulher em uma mesa, os homens estavam pescando na parte rasa da praia e quando fisgavam FILHOTES de peixe Bagre eles esfaqueavam o animal e jogavam areia para vê-lo morrer lentamente. Havia uma cesta de lixo próximo a mesa e estava cheia de filhotes de bagre mortos e esfaqueados, alguns sem a cabeça, rabo, picotado e etc.

A Cena era super forte e rapidamente tirei a foto, não pude tirar mais fotos porque a moça brasileira, que estava com eles, alertou o homem mais idoso e o mesmo veio tirar satisfação com as seguintes palavras:
– “É Bagre, isso não serve para nada!”.

Respondi na mesma hora, “Está errado, eles tem uma função no mar sim, além disso, eles são filhotes e isso é proibido!.
A moça que os acompanhava começou a falar em tom alto, com vocabulário chulo e descontrolada, “Feio é o que brasileiro faz na Itália, com um p%@& gigante e é tudo vi@d#”.

Em seguida ela pegou o celular e gritou ao telefone para me ameaçar, “Tem uma mulher tirando foto do seu sobrinho aqui e vai coloca-lo na internet”.
Eu estava um pouco pasma com a situação e fiquei quieta, a menina continuou a gritar, “E tem uma, meu tio é do IBAMA e disse que isso pode sim, se mete não!”.
Depois de um tempo a moça ficou mostrando os seus seios para a minha família dizendo, “Quero ver tirar foto disso e colocar na internet”.

Eu guardei a foto registrada e venho por meio da mídia social tentar divulgar essa situação, tenho a foto original com a foto dos indivíduos.

Peço que cada um de vocês compartilhe ou envie para alguém que conhece alguma pessoa ou saiba como posso denunciar essa ação para um órgão de defesa ambiental.

É muito vergonhoso para mim, brasileira e moradora do Rio de Janeiro, ir até o nordeste, um refúgio lindo e paradisíaco, que cada brasileiro deveria ter o dever de zelar pelo que é nosso, encontrar um estrangeiro rindo e se deliciando pela falta de impunidade no nosso território.

Conto com a ajuda de cada um de vocês.

italianos

 

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/ruteelisia.barbosa