Cães e gatos terão passaporte e identificação eletrônica.

Norma estabelece que no documento também deverão constar dados sobre a vacinação dos animais e do exame clínico realizado por médico veterinário.

 

A partir de agora, cães e gatos terão passaporte para trânsito nacional e internacional. As regras para emissão do documento estão em instrução normativa do Ministério da Agricultura publicada na edição desta sexta-feira, 22, do Diário Oficial da União.

 

O passaporte será expedido em português, inglês e espanhol e deverá conter informações como nome completo e endereço do proprietário; nome, espécie, raça, sexo, pelagem e data estimada de nascimento do animal; além de identificação eletrônica por meio de microchip instalado sob a pele do bicho.

 

A norma estabelece que no documento também deverão constar dados sobre a vacinação dos animais e do exame clínico realizado por médico veterinário responsável. A fotografia do animal não será obrigatória, ficando a critério do proprietário fornecer a foto em tamanho 5x7cm para fixação no passaporte, que será válido para trânsito no território brasileiro e em todos os países que o reconheçam como documento equivalente ao certificado sanitário de origem, para fins de reciprocidade.

 

A perda ou extravio do passaporte deverá ser registrada em boletim de ocorrência policial e informados prontamente às autoridades veterinárias oficiais brasileiras. O documento será concedido a cães e gatos nascidos há pelo menos noventa dias em território nacional ou no exterior e importados definitivamente para o Brasil.

 

O ingresso de cães e gatos oriundos de países que não emitam passaporte para trânsito desses animais, ou dos quais o Brasil não reconheça o passaporte emitido como documento equivalente ao adotado no País, somente será autorizado quando os animais vierem acompanhados de certificado veterinário internacional.

 

"Além do documento, microchip deve ser instalado sob a pele do animal"

“Além do documento, microchip deve ser instalado sob a pele do animal”

 

 

 

Fonte:  Estadão

Faculdades desistem de usar animais vivos em cursos de medicina do país.

Embora muitas faculdades de medicina no Brasil ainda utilizem animais vivos em sala de aula, há cursos de graduação no país que abriram mão dessa prática.

Segundo essas instituições, o uso de métodos alternativos, como manequins que simulam reações do corpo humano (para aulas de técnicas cirúrgicas) e de softwares (para aulas de fisiologia) hoje já suprem as necessidades de ensino.

52% dos institutos que usam bichos podem ser descredenciados

“Existe um currículo oculto, aquilo que você não ensina na disciplina, mas que ensina nas suas atitudes. O uso de animais vivos em sala de aula dessensibiliza o aluno”, diz Odete Miranda, professora da Faculdade de Medicina do ABC, que em 2007 aboliu o uso de animais vivos na graduação em medicina.

A decisão, diz ela, foi impulsionada pela lei 9.605, de 1998, que estabelece que a “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos” é crime quando houver recursos alternativos.

A Anhembi Morumbi faz o mesmo desde 2008, quando começou o curso de medicina. “O padrão internacional para ensino vai nessa direção. Para replicar um experimento cujo resultado você já sabe, o uso de animais vivos é desnecessário”, diz Karen Abrão, diretora da Escola de Ciências da Saúde.

Também a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) aboliu em 2007 os animais vivos em medicina, após mobilização de alunos.

A substituição de animais é recente, dizem as instituições. Entre as razões para manter animais vivos estão o custo menor e a tradição.

O Conselho Federal de Medicina afirma que o tema ainda não foi discutido em plenário e que, por isso, não tem posição oficial.

Nos EUA e no Canadá, segundo a ONG Comitê de Médicos para a Medicina Responsável, apenas quatro faculdades de medicina (de 187 existentes) ainda utilizam animais vivos para o ensino.

 

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/11/1366429-faculdades-desistem-de-usar-animais-vivos-em-cursos-de-medicina-do-pais.shtml

Karl Lagerfeld cria coleção inspirada em gata de estimação.

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Já não é novidade o amor de Karl Lagerfeld pelo seu pet de estimação, a gata Choupette. Tanto que ela própria já participou de ensaios fotográficos ao lado de super modelos e até inspirou artistas a criarem sua versão em papel.  Agora, além de ter dado uma entrevista para o site francês Gala (acreditem se quiser), Choupette ganhou uma coleção-cápsula assinada pelo próprio Lagerfeld e completamente inspirada nela.

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A coleção conta com cases para iPhone e iPad, bolsas, luvas e até um lenço. Tudo em preto e branco e com preços que variam entre $61 e $465. A coleção será vendida exclusivamente nas lojas de Karl a partir do dia 12 de novembro.

 

Fonte:  http://portaltagit.com/moda/17023/