Plantas tóxicas: Lírio (Lily) – Saúde Animal, Gatos.

Infelizmente, existem diversas plantas que podem causar intoxicação em gatos,. Dentre elas, o lírio (Lily) está entre as mais perigosas. Os lírios são muito populares devido as suas folhas grandes, coloridas e perfume característico e estão entre as plantas mais vendidas no mundo, especialmente em datas comemorativas como aniversários, Dia dos Namorados, Dia das Mães, etc.

O gênero Lilium compreende mais de 100 espécies distribuídas pelo mundo. Embora não se sabe ao certo se todas elas possuem o mesmo grau de toxicidade, as espécies Easter, Tiger, Day, Asian e Rubrum Lily são altamente tóxicas para gatos e muito comum nos Estados Unidos. O princípio tóxico da planta não é inteiramente conhecido, mas está presente em todas as partes da planta, incluindo as folhas, caule e raiz.

Gatos são animais curiosos por natureza. Quem possui um gato em casa sabe que, muitas vezes, é impossível ter plantas ao redor sem que eles as comam. Pouco a pouco, as plantas vão desaparecendo diante dos nossos olhos. Com os lírios não haveria de ser diferente. Uma vez ingerido pelo gato, o agente tóxico causa gastrite (vômito e perda de apetite) e letargia, sinais que, geralmente, se resolvem sem intervenção médica. Cerca de dois a quatro dias após ingestão da planta, os rins são afetados causando insuficiência renal aguda. Sinais de insuficiência renal aguda incluem perda de apetite, depressão, vômito, dor abdominal e em estágio avançado causa a falência do órgão e perda da capacidade de filtração e produção de urina (fase anúrica).

Os danos gerados aos rins podem se tornar permanentes. A maioria dos gatos intoxicados necessita atendimento médico para se recuperar. O tratamento inicial visa controlar os sinais clínicos e oferecer suporte aos rins com fluídos intravenoso e monitoramento da função renal, através de exames de sangue e urina seriados. Em alguns casos mais críticos, é recomendado o uso de hemodiálise para ajudar o rim a se recuperar.

Infelizmente, a maioria dos gatos acaba falecendo mesmo com tratamento médico. Um dos motivos é o difícil acesso à hemodiálise veterinária e o atendimento tardio. Para aumentar as chances de recuperação, é muito importante agir rápido enquanto os rins ainda não foram danificados. Prevenir é, sem dúvida, melhor do que remediar, nestes casos. Evite decorar a sua casa com lírios e na suspeita de uma intoxicação, leve seu gato ao veterinário o mais rápido possível.

Lírios

 

Plantas Tóxicas para gatos

 

 

 

 

Fonte: http://gazetanews.com/colunas/plantas-toxicas-lirio-lily-saude-animal/

Facebook, Salveumgatinho

Núcleo de Conservação dos Animais Silvestres e Controle de Zoonoses da Península, RJ , por Dr. Rafael Keim.

Conservação dos Animais Silvestres, Florestas e

Controle de Zoonoses

 

Animais Silvestres X Animais Domésticos X Saúde Pública

 

No Brasil a preocupação com o bem estar animal vem tomando grandes proporções e consecutivamente motivando a população a cuidar de animais, sejam eles domésticos ou silvestres. Hoje já se pode ouvir falar em punição para quem comete maus tratos, e que de certo há alguns anos atrás, não se falava. Ainda que as leis não tenham sido todas aprovadas a população já está se conscientizando. Através de denúncias, fotos e filmagens que são feitos há todo momento, e vem sendo divulgado nas mídias e principais redes sociais. O que muitos não se dão conta é que a aproximação dos animais pode trazer risco à saúde pública, ambiental e animal, principalmente para crianças e idosos, pois muitos animais podem ser portadores de zoonoses (doenças que passam de animais para humanos e de humanos para os animais) e outras doenças infectocontagiosa.

Com o evidente processo de globalização e sabendo que as zoonoses não têm fronteiras, a integração entre regiões vizinhas é necessária para que ocorra um processo eficaz de vigilância epidemiológica. Com o avanço das construções em áreas próximas a reservas ambientais, têm-se notado um aumento de casos em que os animais silvestres invadem casas, prédios e locais públicos, trazendo riscos para os animais domésticos e para a população, inclusive ocorrendo ataques. Os animais domésticos errantes (de rua) são considerados “sentinelas”, pois antes que tais doenças contaminem os domésticos que possuem propriedade, os errantes são contaminados. Por isso esses animais devem estar microchipados, castrados, vacinados e vermifugados.

Doenças como a Raiva, Leishmaniose, Febre Amarela, Malária, Leptospirose, Coccidioses, Dirofilariose, Febre Maculosa, Larva Migrans Cutânea e Visceral, Dermatofitose, Esporotricose, Toxoplasmose, Tripanossomíase Americana (Doença de Chagas), entre outras, circulam muito próximo das pessoas, que não se dão conta, e basta à presença de um inseto vetor, para que desencadeie tais doenças na população.

Com o intuito de precaver a população dos riscos eminentes, o médico veterinário Rafael Keim desenvolveu o projeto de Conservação da Vida Selvagem e Controle de Zoonoses. Com o projeto, firmou uma parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Pesagro-Rio, com isso vem buscando formas de divulgar tais riscos à população.

A meta é tornar o projeto auto-sustentável, visando utilizar a mão de obra de alunos universitários da área de saúde, pois estes precisam de material biológico para seus trabalhos de conclusão de curso, mestrado e doutorado, com os resultados, encaminhar os dados para a indústria farmacêutica, para tentar um apoio na aquisição de medicamentos, que teoricamente seriam testados sua eficácia, nos animais domésticos de rua. Lembrando que os testes não são para novas drogas e sim para verificação da resistência de tais medicamentos a determinadas doenças. Esses medicamentos já são aprovados pelo Ministério da Agricultura.

Importante também é manter as florestas integras, com as plantas em que os animais encontrem seus alimentos, para evitar que saiam da mata em busca de comida, geralmente o lixo urbano. Para isso o projeto se estende à área da biologia e botânica, necessitando expandir o número de pessoas envolvidas.

Rafael Keim médico veterinário, formado na Unipli no ano de 2010, sempre focou seus estudos nos animais silvestres, foi estagiário no CPRJ – Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (INEA) e estagiário bolsista FAPERJ na Pesagro-Rio, onde obteve acesso as pesquisas relacionadas tanto com animais silvestres, animais domésticos de produção (bovinos) e saúde pública, vindo após sua formatura trabalhar como clínico de animais silvestres na clínica Vivarium (sócio) e ZOONIT (Zoológico da cidade de Niterói), nestes locais recebia os animais capturados pelos bombeiros, patrulha ambiental, apreensões da polícia florestal e rodoviária federal, fora os que a população trazia, por tê-los achados na rua. Fazia a reabilitação, e os devolvia para a natureza. Quando não havia como retorná-los para a natureza, estes eram encaminhados para o CETAS – IBAMA.

A maior parte desse trabalho é voluntária, pois como médico veterinário tem a obrigação de atender os animais da fauna brasileira, e como é a sua especialização, muitos colegas o indicam para esse recebimento.

Rafael de Almeida Keim

Médico Veterinário – CRMV-RJ 10803

Conservação da Vida Silvestre – Barra da Tijuca

Contatos Dr Rafael Keim: 7720-9310, Rio de Janeiro

Brasil.

Índia proíbe testes em animais para produtos cosméticos.

O fim da agonia de milhões de animais

Em comunicado, a Organização Central de Controle dos Padrões de Drogas (CDSCO, na sigla em inglês) da Índia informou no dia 19/06/2013 que o país não aceitará mais testes em cobaias animais para fins cosméticos.

Isso significa que milhões de camundongos, cachorros, gatos, macacos e outros animais não podem mais ser usados para averiguação de toxicidade de componentes químicos utilizados em shampoos, perfumes e outros produtos de beleza.

Porém, as empresas indianas ainda podem terceirizar os testes em animais de outros países e importar seus próprios produtos. O objetivo agora é encerrar também esta prática.

Proibir testes em animais em um país de 1,2 bilhão de habitantes é, sem dúvida, uma grande vitória e a certeza de que estamos no caminho certo.

 

indiaanimais

 

 

Fonte: Vista-se.

USP, Universidade de São Paulo, BUSCA CÃES PARAPLÉGICOS PARA TRATAMENTO GRATUITO.

A USP esta em busca de cães que tenham ficado paraplégicos por causa de uma hérnia de disco há mais de dois meses, para testar um tratamento com o uso de células-tronco e acupuntura. Por ser uma pesquisa cientifica, o tratamento será gratuito com duração de 13 semanas. O dono do pet deverá apenas levá-lo a USP durante cinco por semana, três delas para sessões e acupuntura e duas para fazer fisioterapia.

São 15 vagas disponíveis, e os cães serão divididos em três grupos. O primeiro receberá apenas a injeção de células-tronco. O segundo será tratado apenas com acupuntura. O terceiro receberá uma combinação das duas técnicas. Os interessados podem entrar em contato com o veterinário César Prado no e-mail cesar.prado@usp.br.

usp

 

 

(Via Revista Meu Pet)

Fonte: Facebook.