Os animais tem perispírito?

O espírito ao ser criado, ainda no estágio de princípio inteligente em evolução, passa pelos reinos inferiores da criação, quais sejam o mineral, vegetal e animal, antes de adquirir o livre-arbítrio que o incluirá no mundo dos espíritos. No mineral, adquire a força mecânica, através do acúmulo de moléculas; no vegetal, ganha a vitalidade, embora ainda seja constituído de matéria inerte e no reino animal, além da força mecânica e da vitalidade, passa a possuir também uma espécie de inteligência instintiva, limitada. Quanto à sua individualização, não se pode precisar o exato momento em que ela se dá. Entende a maioria que o momento é quando o princípio inteligente chega ao reino animal. Os Espíritos,no entanto, não informam a esse respeito, esclarecendo, apenas, que o princípio inteligente se individualiza pouco a pouco, num trabalho preparatório, como o da germinação (questão 607, a, do Livro dos Espíritos). Porém, é certo que somente a partir do reino animal é que adquire consciência de sua existência e de sua individualidade, conforme nos explica Allan Kardec, no comentário à questão 585. É certo, portanto, que, no reino animal, o princípio inteligente já está individualizado e que possui perispírito. Tanto assim, que os Espíritos informam que o perispírito do animal sobrevive à morte do corpo físico e vai para um espécie de erraticidade, embora não seja ainda um espírito errante, pois este pensa e obra por sua vontade.
Recomendamos o estudo do capítulo XI, da Parte 3a., do Livro dos Espíritos, sob o título “Dos Três Reinos” Os vegetais e os animais são seres inferiores da criação. São estágios por que passa o princípio inteligente antes de receber o pensamento contínuo e o livre-arbítrio, tornando-se espírito.
Conforme esclareceram os Espíritos, as plantas possuem vitalidade mas não têm consciência de sua existência. Os animais, além dessa vitalidade, possuem um inteligência instintiva limitada e consciência de sua existência e individualidade.Portanto, vemos que o processo de individualização começa somente quando o princípio inteligente chega ao reino animal. À essa altura, já possui perispírito, conservando sua individualidade após a morte do corpo físico. Ao contrário dos vegetais, os animais possuem uma inteligência latente, rudimentar, que lhes permite, dependendo da espécie, manifestar determinadas liberdades de ação, limitadas, porém, às suas necessidades.
http://www.cvdee.org.br/duv_resptexto.asp?cat=15&id=534

Entrevista Virtual
Entrevistado: Ricardo Di Bernardi

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** Segue-se a esse trecho o seguinte comentário de Kardec: “Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo, uma substância que, por comparação, se pode chamar perispírito, serve de envoltório ao Espírito propriamente dito”.
*** Foto referente ao perispírito do homem, não foi encontrada imagem disponível em relação aos animais.

Grupo resgata mais de 80 cães em Santa Cruz do Arari (PA).

Por Fátima Chuecco (da Redação)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Imaginem uma ilha muito distante, muito pobre e com dezenas de cães esfomeados, já em estado de pele e osso, morrendo aos poucos. Agora imaginem uma equipe de protetores de São Paulo unindo-se a outros de Belém do Pará e salvando 82 animais em situação deplorável. Tem mais: eles conseguiram acomodar  todos os cães, de uma só vez, no recinto de um barco. Destino: uma chácara para serem vacinados e tratados. E o melhor de tudo: não é ficção. Esse resgate aconteceu mesmo entre os dias 11 e 16 de junho, na Ilha do Francês, em Santa Cruz do Arari (PA), onde cerca de 300 cães foram mortos por afogamento ou abandono.

A notícia da caça e extermínio dos cães foi amplamente noticiada e chocou o país. Como havia pagamento pela captura dos animais, não só cães de rua, mas também os que tinham lares foram roubados de suas casas para um dos mais cruéis destinos. A ação está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual e o prefeito do município de Santa Cruz do Arari, Marcelo Pamplona (PT), pode responder pelo crime de improbidade administrativa, além de maus-tratos, por ter incitado servidores e moradores da cidade à caça aos cães em troca de dinheiro. Por motivos de segurança, o local para onde os cães sobreviventes foram levados permanece em segredo.

Mas o trabalho ainda não acabou. Segundo o organizador da operação Correa do Mel, fundador do grupo “Resgate sem Fronteiras”, ainda restam cerca de 40 animais na ilha e a equipe permanecerá em Santa Cruz do Arari até resgatar todos. “Foi um trabalho duro e comovente. O que mais vimos foi fome por toda parte. A população local é também carente e, embora tenha ajudado um ou outro animal, não pôde salvar todos. Os ribeirinhos contam que viram dezenas de cães boiando no rio e logo depois começaram a ver outros animais andando pela ilha”, conta Correa  que saiu de São Paulo na companhia de outros dois protetores de animais, Juka Sobreiro e Bruno Menegassi.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A operação consistiu em atravessar um rio por quase três horas de lancha e depois mais um trecho de água até a Ilha do Francês num barco menor. Feito isso, os cães andaram de barco em duas etapas no caminho de volta e então foram transferidos para um caminhão com destino ao abrigo. Uma operação cansativa e de risco: “Tínhamos receio de ser abordados no meio do rio por pessoas contrárias a nossa ação. Já com os 82 cães no barco maior, tivemos receio dele virar num trecho em que, devido à correnteza, a embarcação começou a balançar muito. Foi um sufoco de mais de uma hora. Poucos animais resistiram a nossa intervenção porque a maioria, em virtude da fraqueza, não conseguia nem ficar em pé. Posso dizer que foi uma viagem do Inferno ao Céu”, conta Correa.

Entre os cães resgatados havia uma cachorrinha que tinha dado à luz na mata e outra grávida. No barco, como era de se esperar, houve alguma confusão, mas que pôde ser rapidamente contornada: “Tivemos o cuidado de pedir aos ribeirinhos para, antes da nossa chegada, alimentar os cães com a ração doada. Assim, a maioria deles já tinha comido alguma coisa depois de vários dias passando fome. Também amarramos cada um deles dentro do barco para evitar que tentassem pular. Um ou outro ficou bravo, mas foram incidentes curtos e sem gravidade”.

Ajude a continuar esse trabalho

O mesmo processo deve continuar nos próximos dias para salvar os 40 cães que permanecem na ilha e o grupo pretende ainda fazer uma manifestação pelos animais nas ruas de Belém do Pará antes de voltar a São Paulo. Mas todas essas manobras para resgatar os sobreviventes de Arari envolvem muitos gastos com ração, medicamentos, gasolina e transporte de barco. Os voluntários pedem ajuda para continuar o trabalho. Todos deixaram seus afazeres em São Paulo para essa missão que exige muita coragem e determinação. As contribuições em dinheiro podem ser feitas nas contas abaixo:

Banco do Brasil
Agência: 6970 – 1
Cc: 17536 – 6
Benedito Rodrigues Correa (CPF: 067.999.688-50)

Bradesco
Agência: 593
Cc: 243547 – 0
Bruno B. Menegassi (CPF: 401.122.128-75)

Foto: Divulgação

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caespara

 

 

 

Fonte: http://www.anda.jor.br/

Casal de moradores de rua adota animais abandonados e mobiliza paulistanos.

Presidente estava pele e osso simplesmente, quase sem recheio, com pelos queimados e prestes a ser jogado de uma ponte quando os moradores de rua Marli de Castro, 35, e Sergio Astete, 42, encontraram-no em Belo Horizonte (MG) no fim de 2012. Fizeram um apelo ao algoz e adotaram o bichano.

O casal também cuida da gata Santinha Chorona, igualmente salva na capital mineira, e de Princesa, cadela vira-lata achada ainda recém-nascida em uma lixeira de Recife (PE).

Hoje, os três animais dividem um carrinho de bebê na rua Domingos de Morais, ao lado da estação Ana Rosa, zona sul de São Paulo, onde dormem tranquilos uns sobre os outros.

“Parece que é nosso destino socorrer. Se tivesse condições, teria mais [bichos], porque existem muitos na rua”, explica a carioca, que diz já ter reduzido a própria alimentação para que os animais pudessem comer. “Pai não deixa filho com fome.”

Juntos e sem endereço há cerca de dez anos, Marli e o companheiro argentino se conheceram em Copacabana, no Rio, e já viajaram por todo o Brasil. Ela conta que trabalhou em lavoura e até fez serviço de pedreiro, enquanto Sergio, que é escritor, diz ter colaborado para jornais de seu país.

Há cerca de um mês, fixaram-se na altura do número 480 da Domingos de Morais, entre uma farmácia Pague Menos e um supermercado Pão de Açúcar. Lá, os cinco permanecem todos os dias das 16h às 19h, horário de maior movimento de quem passa e oferece alguma ajuda.

Antes e depois desse horário, “só Deus sabe”, diz Marli. “Hoje ganhei uma ‘oncinha’, então vamos para um hotel. Quando não arrumamos dinheiro, montamos a barraca em algum lugar seguro.”

MOBILIZAÇÃO

A nota de R$ 50 foi doada por Luciana Fallani, 30. “Conheci o caso na internet. Sempre passo por aqui, mas fico sem graça de falar com eles”, assume a técnica de edificações.

A história foi parar no Facebook por meio da cabeleireira Mirella Floren, 26, que, a caminho da casa do namorado, no mês passado, viu a família nos arredores da estação do metrô.

Os felinos bem tratados e de coleirinhas chamaram sua atenção. Mirella se comoveu e resolveu colocar informações sobre as necessidades do quinteto na rede social. Até a última quinta-feira, o post havia sido compartilhado mais de 700 vezes.

Desde então, já ganharam uma barraca maior, um carrinho para os “filhos”, cobertores, ração, celular e até um notebook para Sergio. Autor de “Peregrino. O Poeta do Povo”, publicado pela editora PoD, ele imprime palavras de paz, entregues como recompensa para qualquer apoio recebido.

VIZINHANÇA

O casal é querido na região. Na tarde em que a sãopaulo ficou no local, diversas pessoas pararam para fotografar ou acariciar o trio.

Natasha Cruz, subgerente da farmácia, elogia: “Às vezes, Marli traz roupas que ganhou e deposita na caixa de doações. Diz que, se não serviu para ela, pode ajudar alguém”.

E Carlos Souza, gerente do supermercado no dia, não recebeu reclamações sobre os moradores temporários.

A aposentada Nair Mura, 79, passa todos os dias ali e doa dinheiro ou comida. “Marli é um espírito iluminado. Trata muito bem os bichinhos. Ela faz eu me lembrar da minha cachorrinha, que cuidei como uma filha.”

 A moradora de rua Marli posa para foto com seus dois gatos (gato cinza: Presidente, gata branca: Santinha Chorona) e sua cadela (Princesa)


A moradora de rua Marli posa para foto com seus dois gatos (gato cinza: Presidente, gata branca: Santinha Chorona) e sua cadela (Princesa)

 

 

 

 

Fonte:http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/16899-amor-animal

 

Elohins – Sobre a morte em massa dos cães de rua, no Pará.

Eu achei , ainda um pouco díficil pensarmos assim…mas com certeza chegaremos lá !

Para se refletir muito:

Estamos na vibração mais pura do Amor, vibramos nesta frequência. Mas, apreciamos também vosso estado de ódio porque quando vocês manifestam o ódio demonstram o quanto ainda conseguem amar.
 
Vinícius: Gostaria que falassem a respeito do evento que atualmente está chocando a muitas pessoas no país, a morte de tantos cachorros de rua.
 
Elohins: Tem certeza de que deseja que falemos a respeito?
 
Vinícius: Sim!
 
Elohins: Então, respire fundo e relaxe para que a sua ansiedade em relação ao assunto não interfira na “conexão”.
Todos vocês foram criados para amar. Toda centelha divina, toda consciência expandida da fonte foi feita na medida do Amor. E não há nada que vocês façam que não esteja fundamentado nisso. Há sim, uma maneira, digamos que, distorcida ou contra o fluir natural e o chamado da Fonte, de expressarem o que seria o Amor. Entretanto, tudo o que vocês fazem tem a vibração do Amor. Uma vez que tudo o que existe foi projetado por essa essência, logo, tudo o que vibra no Universo é Amor.
Vocês estão falando muito ultimamente sobre o acontecido. Vemos vocês, em sua maioria, revoltando-se quando é comentado o assunto. Sentimos o quanto vocês se indignam ao saberem o que houve e como vocês se sentem mal ao se depararem com tais eventos, que vocês chamariam de ruins, monstruosos e desumanos.
No entanto, ao contrário do que muitos pensam e esperam, não estamos apanhando as pedras mais pontiagudas da Cidade de Luz para juntos, atirarmos contra esse sujeito, aparentemente “responsável” pelo desencarne brusco, repentino e em massa desses animais.
Nós não faremos isso porque não estamos revoltados. Não estamos indignados contra esse sujeito ou contra esses sujeitos. Não estamos odiando-o. Não estamos desferindo contra ele a incapacidade da conexão com a Fonte em meio ao caos.
Não oferecemos a ele uma vibração de hostilidade, de raiva, tampouco de juízo e perversidade. Estaríamos, agora, dentro de nossa analogia das pedras citadas a pouco, colhendo flores e não pedras… Não tema, amigo “canal”, ao traduzir essas palavras, apenas deixe fluir.
Vocês ainda não compreendem, mas, apreciamos o que o ocorrido está gerando. Porque em muitos anos, no Brasil, não houve sequer um gesto bom e nobre que movesse tanto a força do Amor como as atitudes, “erradas”, desse homem está movendo.
Não houve em vossas campanhas, em vossos protestos, em vossos esforços a favor desses pequeninos um mover de Amor como está havendo agora, devido ao ocorrido. Não odiamos esse homem, antes, apreciamos a sua falta de conexão que o levou a cometer os atos que cometeu, que, embora hostis, estão promovendo e sacudindo-vos para o Amor.
Vocês escolheram aprender pela dor, a amar pela dor e a sentir e assumir o Bem pela dor e estão, de fato, recebendo exatamente assim.
O que vocês dizem sentir não é amor. O que vocês afirmam viver não é o amor.
Vocês estão afastados demais de vosso Eu para compreenderem aquilo que estamos dizendo agora. Vocês estão, em sua maioria, desconectados de Deus de tal maneira, que um acontecimento como esse, claramente, revela o quanto estão longe da essência divina do Amor.
Vocês são capazes de amar acima de todas as coisas, porém, escolhem abraçar a revolta e o descontentamento com as atitudes alheias. Vocês optam por negar Deus em si mesmos diante do fato ocorrido e se afundam em indignações, ódio, desejo de vingança e de fazer o mal contra esse sujeito.
Vocês ainda não compreenderam o grande objetivo por trás de tudo isso..
Porque estão tão imersos nessa realidade confusa em que vivem, que não se dão a capacidade de enxergar que tudo é muito mais do que conseguem ver. Vocês, por causa de vosso julgamento presunçoso contra este que é parte da mesma fonte que vocês, não conseguem olhar com os olhos de Deus e contemplar no ocorrido, a grande obra divina do Amor.
Vocês julgam! Vocês estão atirando pedras, desferindo ao tal “responsável” palavras hostis e de vibração oposta a quem realmente são como: “Monstro” e “Demônio”. Vocês estão fazendo o contrário do que os pequeninos de quatro patas esperam e desejam que façam agora. Vocês estão querendo curar o ódio e a ignorância oferecendo aos “responsáveis” a mesma coisa.
Quem pensam que são para julgarem e oprimirem aqueles que agem conforme sua ignorância humana momentânea? Se vocês se acham dignos de se sentarem sobre a razão, então, responda-nos: Acaso, não fazem vocês a mesma coisa?
Por acaso, em algum momento de vossas vidas em corpos físicos, vocês não agiram tão covardemente quanto afirmam que este sujeito agiu? Vocês falam como se nunca tivessem ferido alguém, como se nunca tivessem atirado pedra em alguém, como se nunca tivessem cometido um ato de violência, seja contra um animal, seja contra um ser humano ou contra vocês mesmos.
O que estão cometendo quando se negam a aceitar a verdade plena de vosso espírito? Violência.
O que estão cometendo quando agridem a natureza, e dela retiram recursos de forma ignorante para satisfazerem seus caprichos e luxos? Violência.
O que vocês estão cometendo quando adotam a um desses pequeninos, sob vossa vaidade, afirmando que cuidarão, zelarão e darão a ele amor, e não se atentam às suas reais necessidades? Quando não se preocupam com seu bem estar, deixando-os amarrados em correntes, trancados em canis, sem o sabor divino da liberdade, sem o afeto merecido e necessário para o desenvolvimento psicológico de sua natureza? Estão cometendo Violência.
O que estão cometendo quando têm filhos, seja de forma natural ou por adoção, e os agridem com palavras, com atitudes ou com gestos? Violência.
O que estão cometendo quando desprezam vosso semelhante, na arrogância de se acharem superiores, maiores e melhores do que eles? Violência.
Vocês se focam demais nos fatos e se esquecem dos frutos. Vocês julgam por proporção e nós observamos a intenção. Não ouvimos suas palavras, seus pensamentos e nem suas ideias sobre a vida. Ouvimos e sentimos vossas intenções e dizemos: Elas chegam a nós de forma tão violenta quanto vocês julgam os atos desse sujeito.
Vocês vivem se violentando interiormente. Violentam seu próximo, seus filhos, sua natureza. Despejam ódio e juízos quando, nesta hora, poderiam estar dispensando abundantemente a ele (o responsável) o Amor. Pois essa era a intenção dos pequeninos envolvidos ao aceitarem fazer parte dessa experiência em massa que teve apenas um intuito: Demonstrar-lhes o Amor.
Esse sujeito certamente irá arcar com as consequências de seus atos e apreciamos e respeitamos vossas leis. No entanto, não se esqueçam das leis que regem vosso espírito.
Vamos falar aqui do homem que vocês tanto admiram, Jesus. O que ele ensinou com sua vida e forma de viver? O Amor.
O que ele disse quando a sociedade da época quis apedrejar uma mulher por ter violado uma das leis dos homens? Ele disse: Aquele que não tiver pecado, que seja o primeiro a atirar a pedra. E repetimos isso a vocês: Aquele, dentre vós, que nunca cometeu algum tipo de violência contra um dos pequeninos de quatro patas, contra quem for ou contra si mesmo, pegue no chão a primeira pedra e atire-a contra este homem.
O homem que vocês nomeiam de “mestre” jamais agiria da forma como vocês estão escolhendo agir neste momento. Jesus foi incompreendido pela época e pela sociedade porque sua forma de amar excedia à deles. Ele foi perseguido e injuriado porque amava de uma forma ofensiva ao ego dos demais.
Apreciamos quando ele disse que o homem que se reconhece “pecador” e necessitado da “misericórdia” de Deus, é visto com mais justiça do que o que se afirma “muito justo”. De fato, ele disse essas coisas.
Vocês dão violência e têm a mesma coisa de volta. Não podem receber amor se não o derem. Deem a esse homem o que desejam receber do Universo. Se desejam que haja respeito aos pequeninos, então respeitem a ignorância desse homem. Porque as coisas ocorreram da forma como nenhum de vocês realmente sabe. Se desejam que haja mais amor aos animais, então, comecem vocês, amando e perdoando a esse sujeito pelo que ele fez.
Deem amor e terão amor. Vamos contar a vocês, qual era o plano por detrás disso:
Todos esses pequeninos, que abandonaram os corpos em massa, estiveram envolvidos no resgate de vosso Amor. Sim, eles morreram para despertá-los ao amor, eles atravessaram por isso para que vocês pudessem perceber o Amor. Vocês protestam dizendo que todos eles têm direito à vida. E realmente têm.
Mas dizemos: Ninguém tirará isso deles. Ninguém pode porque eles são eternos.
Não resumam a vida a apenas esta reencarnação, a este corpo e a este mundo. A vida é muito mais do que isso e eles, todos eles, continuam vivendo.
E se estivessem agora diante de vocês, os pequeninos diriam assim:
 
“Amigos de “duas patas”, nós, fomos à Terra e atravessamos este acontecimento para colocar em Evidência a vossa dificuldade em amar. Bastou um ato (em massa) de violência para deixar clara vossa separação com o Amor. Através de nossas vidas e do desfecho delas semeamos em vocês a semente do amor e do perdão. E embora vos observemos ainda revoltados, de nossa forma pura de amar, sabemos que vocês logo despertarão e a partir deste fato nos olharão de forma diferente. 
 
Nos respeitarão e nos darão mais atenção. Nos abraçarão e compreenderão o quanto nós vos amamos e o quanto vos ensinamos isso. Atravessamos toda essa situação, agora dolorosa e revoltante para vocês, para que cada um pudesse alcançar o êxito e a conquista de superar através do Amor todas as dificuldades. 
 
Que vocês perdoem! Que vocês sejam maiores que as limitações que adotaram e que compreendam que tudo acontece para que vocês se abram ao amor que tanto falam e que ainda pouco vivem!”.
Amigos, não julguem, amem. Não apedrejem, perdoem. Não cometam violência contra a violência, mas, vivam a paz e ensinem isso através de vossas atitudes.
Quando conquistarem essa vibração e quando escolherem viver nela, os fatos como os ocorridos nos últimos dias serão extirpados da Terra e o Amor poderá fluir e se manifestar em sua verdadeira forma e intenção. Estamos felizes por poder compartilhar esse momento com vocês em profundo Amor. Haja Luz!
Ponte arco iris
Elohins através de Vinícius Francis

Seguranças do Shopping Cittá America, Barra da Tijuca, RJ, impedem Protetora de alimentar gatinhos abandonados!

Relato emocionado do Veterinário Rômulo Caldas Braga sobre a intransigência da administração do Shopping Cittá América e o amor e dedicação da Protetora Norma que tentava alimentar os famintos gatinhos da colônia do Shopping:

Ontem fui surpreendido por uma cena insólita em meu caminho: três seguranças e um administrador falavam com voz alta para uma senhora e montavam guarda bem de perto para impedi-la de alimentar gatinhos do shopping Citta America na Barra. Como se ela estivesse cometendo crime contra o patrimônio, o alimento foi jogado fora por eles e a pm foi chamada. Uma gatinha menos tímida lambia uma bacia vazia e, frustrada, esperava saciar sua fome com algum resíduo deixado.
http://www.youtube.com/watch?v=G3MhdpXdSR4&list=PLHrSuEM46Z3B1PnxAAe0zsHKXwB7T9dab

O carro da policia e dois policiais que chegaram nos retiveram, pediram identificação, anotaram todos os dados e recomendaram que ela não retornasse ou a levariam à delegacia. Faziam seu trabalho, numa leitura simplista, já que foram solicitados ao local. Os funcionários do shopping, assim pensando, também faziam seu trabalho, recebendo ordens de impedir aquela ação humanitária. Legalmente e inclusive para os órgãos públicos, nada se pode fazer porque a área é privada e eles não são obrigados a manter animais em suas dependências. Parece simples…mas não é.

Sou veterinário, e acompanho a alguma distância o desenrolar dos fatos que ocorrem entre a administração desse shopping e um pequeno grupo de senhoras que tentam por seus próprios esforços, recursos, tempo e persistente trabalho de alimentar, “castrar”, tratar e conseguir adoção para a colônia de gatos que vive no local há 4 anos. Elas não os colocaram lá, mas se dispõe voluntariamente a fazer caridade sob chuva ou sol, feriado ou dia-santo, inclusive resolvendo a situação para o próprio shopping. É uma abnegação, um ato de humildade e de entrega, que só por isso deveria ser louvável, mas se torna mártir quando precisa enfrentar constrangimento, assédio moral, brutalidade. Fiquei ali, observando como homens altos e fortes, alguns uniformizados, direcionando seus celulares para filmar a situação, levavam aquela pequena mulher a um vexame público e ainda reclamavam que tinham sido ameaçados por ela, hiperdimensionando uma situação que parecia inacreditável: ela queria alimentar os gatinhos mortos de fome!!

Policiais chamados, numa cidade repleta de violência, crimes e emergências… 6 homens juntos, parados, para conter uma… uma o que? protetora? Deus, como eu admirei essa mulher… Ela é muito mais forte que eu, que eles, que o shopping. Os gatos estão morrendo atropelados, estão famintos, doentes, mas ela não desiste. Ela vai enfrentar assim mesmo, temendo ser presa, intimidação física, moral, psicológica… há 4 anos!

Quem é o shopping que faz encontros de música para seus frequentadores mas distrata pessoas verdadeiramente respeitáveis e admiráveis com valores tão dignos como cuidar de um ser indefeso? Como me relacionar com pessoas que não conseguem negociar uma opção viável numa questão tão local, tão doméstica? É o shopping que vc frequenta, que vc trabalha?? E é você que reclama dos gatos soltos pra administração?! Ou não se posiciona, não fala nada, no máximo passa e olha, mas não vê a fome, o sofrimento e dura vida de quem luta pra viver ao relento.

“O que me preocupa não é o grito dos violentos, é o silencio dos bons”. Martin Luther King

Rômulo Caldas Braga
medico veterinário
CRMV-RJ 4623

cittaamerica

Fonte: Facebook

Crianças acalmam cães e gatos lendo para eles.

Gavin Vineyard desistiu de um bom jogo de Dodge Ball por uma chance de ler.
O jovem Grantsdale entusiasta de esportes da escola nem sequer pestanejou quando ele fez sua escolha em uma recente tarde de quarta-feira.
Ele fez isso para os cães.
Vineyard era um de um grupo de Keystone to Discovery After School Program que viajaram para a raiz amarga Humane Association para passar o tempo lendo uma história para os cães que esperam por dentro.
“Eu realmente gosto de ler para eles”, disse Vineyard. “Parece uma coisa boa para fazer. Eles sempre parecem se acalmar depois de começar a ler.”
Sentado em cima de um balde de plástico arrebitado, os olhos do aluno da terceira série nunca se afastou da cópia paperback de Sharon Creech “Heartbeat”.
“Run run run. Isso é o que 12 anos de idade, Annie gosta de fazer. Quando ela está com os pés descalços e funcionando, ela pode ouvir seu coração batendo.”
Dentro do canil, um Shar Pei-cross Kira chamado manteve um olhar atento sobre o rapaz enquanto enrolado em sua cama no canto.
“Eu acho que ela gosta dessa história”, Vineyard disse, com um sorriso.
Este é o terceiro ano em que jovens do programa ter passado uma tarde por semana lendo para os cães e gatos que estão esperando por suas próprias casas para sempre do abrigo.
Keystone diretor do programa Ria Overholt disse que os animais não são os únicos que se beneficiam.
“Nós vimos que o som de suas vozes é calmante para os cães e gatos”, disse Overholt. “É relaxante para os cães de ouvir essas vozes calmas e constante.”
Overholt ouviu dos pais dos jovens leitores, também.
Alguns têm dito que a leitura tem assumido um novo significado para os seus filhos após o início do programa.
“Os cães são um público totalmente sem julgamento de ler a”, disse Overholt. “Descobrimos que ele não ajudá-los a construir suas habilidades de leitura e eles se divertem fazendo isso.”
Lá no final da pista, sétima série Graça Kravik ler a sua história para um canil cheio de uma mãe e todo bando de cachorros.
Kravik parou por um minuto para assistir ao jogo filhotes, e então ela sorriu.
“Eu amo estar perto estes cães”, disse Kravik. “Eu sempre obter uma boa sensação, porque eu sei que isso vai ajudá-los. Ele também me ajudou muito com a minha leitura. Isso é uma coisa muito boa.”
Overholt ofertas jovens inscritos no programa Afterschool uma escolha às quartas-feiras das quais atividades que gostaria de tentar. Esta semana houve um torneio ou leitura dodge ball.
“Muitos deles vêm para aqui, semana após semana”, disse ela. “É sua escolha. Isto é como eles querem gastar seu tempo.”
O gerente do abrigo, Eva Burnsides, disse que o programa é bom para todos.
“As crianças se divertir e os cães realmente apreciá-lo”, disse ela. “Ontem eles tinham acabado de comer quando as crianças apareceram. Eles têm de digerir sua refeição ao som de histórias lidas para eles em Nice, calma, vozes tranquilizadoras.”
A visita ao abrigo pode ser uma surpresa para alguns jovens, Burnsides disse.
“Isso ajuda as crianças percebem que os animais reagem e também têm sentimentos”, disse ela. “Eles vêem que em primeira mão. Isso é bom para todos, a toda a volta.”
Sexta série Brayden Rogers pegou um cão que nunca tinha visto para ler a quarta-feira. O pequeno Pinscher-cross chamado Sombra tremeu em primeiro lugar como o quarto cheio de cascas de expansão.
Uma vez tranquila se acomodou no abrigo, ela se aproximou de Rogers, enquanto lia num tom firme.
À medida que se aproximava, o rapaz empurrou seu dedo através do fio de pet seu novo melhor amigo.
“Eu só gosto dele porque ele é tão bonito”, disse Rogers. “Temos três cães pequenos em casa, que eu adoro. Foi do jeito que ele olhou para mim quando cheguei dentro
“Era como se ele estivesse dizendo: ‘Leia para mim. Favor leia para mim. Eu quero um amigo”, ele disse, com um sorriso. “Toda semana eu venho para casa a partir de aqui e perguntar a minha mãe se eu posso levar um para casa. Toda semana ela me diz que não, temos também muitos já.”
Esse é o desafio que todos os envolvidos com este programa enfrenta, Overholt disse.
“Todos nós queremos ter uma casa com a gente cada vez que vêm aqui”, disse ela.

ora, um border collie-cross, ouve atentamente como membro do Descobrimento Keystone Após Programa Escola lê uma história para ela na raiz Humane Association abrigo amargo em Hamilton, Mont., Quarta-feira 22 de maio de 2013. O gerente do abrigo, Eva Burnsides, disse que o programa é bom para todos. "As crianças se divertir e os cães realmente apreciá-lo", disse ela. (AP Photo / República Ravalli, Perry Backus)

Aurora, um border collie-cross, ouve atentamente a criança.    Ela   lê uma história para Aurora na sede do Humane Association, abrigo  em Hamilton, Mont., Quarta-feira 22 de maio de 2013. O gerente do abrigo, Eva Burnsides, disse que o programa é bom para todos. “As crianças se divertem, e os cães realmente adoram”, disse ela. (AP Photo / República Ravalli, Perry Backus)

 

Fonte: http://www.ajc.com/ap/ap/kids-family/kids-read-to-shelter-dogs-in-after-school-program/psfS6/

Idade senil depende do animal.

Sempre existiu muita controvérsia e informações trocadas com relação à idade de cães em comparação com a dos homens. Há quem afirme que cada ano canino corresponde a sete humanos. Mas a verdade é que não existe uma regra fixa sobre isso. A idade canina depende de vários fatores, como raça e porte do animal. Por exemplo, um dog alemão, grande e vistoso, com nove anos de idade, pode viver menos que um poodle.

Chegada da terceira idade pet está ligada a vários fatores, como raça e porte, não havendo uma regra fixa
Chegada da terceira idade pet está ligada a vários fatores, como raça e porte, não havendo uma regra fixa

Devido a essas variações, também não pode-se afirmar com exatidão quando um cão passa para a terceira idade. De acordo com o veterinário Breno Camacho, um animal chega à idade senil quando atinge 75% da expectativa de vida. “Ou seja, se um animal tem uma média de idade de 15 anos, sua senilidade se dá a partir dos 11 anos e dois meses.”

A veterinária paulista Fabiana Grecco ressalta que quanto maior o cão, menor será sua longevidade — o que equivale dizer que um cachorro de grande porte vive menos do que um de pequeno porte.

“Por exemplo, um maltês, um yorkshire, um poodle, eles vão ter uma vida mais longa. Então,  entram na terceira idade numa fase mais avançada. Aí, as raças grandes, como dog alemão, labrador, um boxer, já vão entrar na terceira idade numa idade mais curta”, afirma a veterinária.

Assim como a fase idosa depende da raça, há doenças mais prevalentes em determinadas linhagens caninas. O médico veterinário é realmente a pessoa mais preparada para orientar os donos de animais sobre quais cuidados específicos devem ser tomados e garantir, dessa forma, mais qualidade de vida ao bichano.

Atenção redobrada

Assim como todo ser vivo, o cão e o gato idosos merecem cuidados especiais que vão desde uma dieta específica, de acordo com o porte do animal e fase da vida, vacinas e vermifugação — que, ao contrário do que se pensa, deve continuar também nessa fase, de acordo com Breno Camacho. Outro ponto a ser ressaltado são os momentos de lazer; porém, respeitando o limite de exercício físico, “que diminui nessa fase da vida.”

Há de se ter também um cuidado especial com a saúde bucal do cão de estimação. Fabiana Grecco alerta para o risco do acúmulo de placas bacterianas nos dentes caninos, pois elas se transformam em tártaro, criando um ambiente repleto de bactérias.

O resultado desse acúmulo nocivo pode ser refletido em problemas cardíacos sérios, pois as placas de tártaro se deslocam e, ao serem ingeridas, ganham a corrente sanguínea, chegando ao coração. Os cães mais idosos tendem a ter mais dessas bactérias na dentição.

“Hoje existem odonto veterinários que cuidam da saúde da boca dos cães. É importante fazer uma limpeza e procurar estar sempre em dia com esses cuidados”, recomenda Fabiana.

Coroa enxuto

Kojak, cachorro do fotógrafo Marcelo Barroso, pode ser considerado uma exceção. Aos 14 anos de idade, um basset hound “diferenciado”, nunca apresentou nenhuma doença séria e é considerado um “coroa enxuto” por seu dono, pois caminha e corre, late e uiva sem problemas.

E qual o segredo para tanta disposição? Marcelo diz cuidar de seu cão com muito amor. Mas não  é só isso. Ele também sempre contou com o auxílio de ervas e até mesmo um toque místico.

“Cuido dele só com plantas. Quando ele está comendo capim, é sinal que está com dor de barriga. Aí, dou mastruz com leite”, comenta o fotógrafo. “Ele come comida gordurosa, mas mesmo assim é raro adoecer.” Barroso percebe, porém, que o pelo de Kojak está ficando ralo e caindo.

Quanto ao toque místico, Marcelo conta ter descoberto uma benzedeira de cachorros na Cidade da Esperança. Isso nos tempos de seu antigo cão, “Cheira-cola”. Quando ele adoeceu, o fotógrafo ficou sabendo dessa mulher curandeira de animais. Apesar de inicialmente ter negado ajuda, ela acabou cedendo. “Ela fez umas rezas com a vassoura pela manhã. À tarde ele já estava bom. Ela curou o meu cachorro.”

 

 

Consulta regular é sempre a melhor prevenção
bate-papo
Breno Camacho – veterinário

Quais as principais doenças no cão/gato velhos?
Assim como seres humanos os cães e gatos idosos tem maior predisposição a doenças infecciosas (pela diminuição da atividade do seu sistema imunológico). Daí, mais uma vez, a importância das vacinas e medidas preventivas de controle parasitário e de ectoparasitas como pulgas e carrapatos. Mas as doenças mais comuns nessa fase da vida são doenças cardiovasculares, renais e alguns tipos de tumores.

A chamada terceira idade do animal depende da raça?
A terceira idade como dito anteriormente dá-se a partir dos 75% da expectativa de vida do paciente. Partindo desse princípio temos que os animais de grande porte tendem a viver menos que os de pequeno porte da mesma espécie. Por exemplo um Rottweiler tem espectativa de vida menor que um Poodle ou Yorkshire, por exemplo.

Quantas vezes um cão/gato nessa fase devem ir ao consultório veterinário?
A consulta regular ao médico veterinário em qualquer fase da vida é sempre a melhor maneira de prevenir e tratar doenças sobretudo quando o paciente é um filhote ou idoso. Hoje em dia já existem geriatras veterinários, atendendo uma parcela dos nossos pacientes que tende a crescer cada vez mais. Principalmente devido medidas preventivas, como: alimentação balanceada, atividade física regular, higiene e carinho com este que hoje é considerado não mais um animal e sim um membro da família. Sendo assim os animais idosos devem passar por consultas regulares semestralmente, salvo em casos especiais (como pacientes com doenças renais ou cardíacas) onde o atendimento poderá ser antecipado pelo médico veterinário.

 

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticia

Atitude de criança que não quer comer polvo impressiona os pais.

Um vídeo que foi publicado na internet (veja ao lado) e que alcançou quase dois milhões de visualizações está mudando a rotina de Antônio Daflon, guarda municipal de Macaé, Baixada Litorânea do Rio de Janeiro. Nele, uma criança de apenas três anos de idade se recusa a comer um nhoque de polvo feito pela mãe. Além de se recusar a comer, a criança ainda dá uma lição de respeito ao meio ambiente e faz a mãe se emocionar, chegando a chorar com a atitude do filho.

O vídeo tem pouco mais de dois minutos e meio e mostra o pequeno Luiz Antonio se recusando a comer um prato diferente. “A mãe dele preparou um nhoque de polvo e serviu para o Luiz Antonio, só que ela resolveu filmar para registrar a reação dele. Ela esperava que ele dissesse algo como ‘eca’ ou ‘não quero’, mas acabou questionando”, contou Antônio Daflon.

Antonio e Luiz Antonio (Foto: Arquivo pessoal )
Antonio e Luiz Antonio (Foto: Arquivo pessoal )

Desde quando o vídeo foi publicado, o menino foi procurado por vários veículos de comunicação de diversos locais. A explicação e os argumentos de Luiz Antonio chamaram a atenção também de portais de notícias de entidades protetoras dos animais. “A mãe dele me ligou perguntando se me importava que a imprensa contasse a história do vídeo. Fui visitá-lo e tive que dividir meu filho com a imprensa”, contou o pai, que recentemente visitou o filho que mora em Brasília com a mãe.

A arquiteta Flavia Cavalcanti, mãe de Luiz Antonio, afirma que ficou encantada com as argumentações do filho e que só tinha intenção de registrar a reação dele ao provar um novo prato. “Fui envolvida pela conversa dele, que foi me perguntando e antes mesmo de ter a resposta já tinha me feito outras perguntas. Fiquei muito emocionada porque não esperava essa reação de amor e proteção aos animais. No começo, só queria saber qual seria a reação dele, porque o Luiz Antonio nunca provou esse prato”, lembra Flavia.

Flavia e Luiz Antonio (Foto: Arquivo pessoal)
Flavia e Luiz Antonio (Foto: Arquivo pessoal)

Antônio Daflon só ficou sabendo da façanha do filho após a repercussão do vídeo na internet e nas redes sociais. “A reação dele nos surpreendeu. A gente sempre percebeu que ele era muito inteligente, desde muito novo. Luiz Antonio tem personalidade forte e às vezes temos que dialogar bastante para convencê-lo a mudar de opinião. No início, achei lindo, me emocionei, mas é uma reação normal pelo que acompanhamos dele no cotidiano. A inteligência dele impressiona”, diz o pai, orgulhoso.

 

 

 

 

 

 

 

 

VAMOS ESPALHAR… COMPARTILHAR…. VCS SABIAM QUE A PREFEITURA DA CIDADE É OBRIGADA A SUSTENTAR OS CÃES DOS ABRIGOS…. GENTE SE MOVAM… PROCUREM A JUSTIÇA, PEÇAM PARA UMA ADVOGADO MOVER A AÇÃO…..PRINCIPALMENTE AI NESTA CIDADE, PROCESSEM A PREFEITURA… FAÇAM ELE PAGAR, COMO O JUIZ MANDOU… CASTRAÇÕES, VACINA E RAÇÕES….. LEIAM O POST ABAIXO…… ESTE JUIZ FEZ VIRAR JURISPRUDÊNCIA …. VAMOS COMEÇAR A FAZER ISSO …..agora!!!

 

 

 

Ribeirinhos que regastam cães jogados no rio de Santa Cruz do Arari, recebem ajuda. Ao saber da notícia, grupos de protetores de animais organizaram uma ação de doação de ração e vasilhas. A primeira remessa seguiu de barco para a ilha ontem com mais de 500 kg, a segunda remessa será na segunda-feira (10). Amanhã (9),acontece um ato de repúdio à matança dos cães, a partir das 10h, na Praça da República. Lá será possível assinar uma petição que pede punição aos responsáveis pelo crime e o público também poderá levar doações.

Créditos: Grupo de Ajuda Anjos Viralatas (GAAV).

 

http://www.anda.jor.br/06/02/2011/justica-obriga-prefeitura-de-ilhabela-sp-a-alimentar-caes-resgatados-por-abrigo

 

ribeirinhos

 

 

Fonte: facebook

 

Ribeirinhos resgatam cães, que o prefeito de Santa Cruz do Arari, estava mandando matar, e pedem ajuda. Campanha arrecada ração e vasilhas.

07/06/2013 – 12:27 – Belém
Três famílias de ribeirinhos moradores da ilha do Francês, localizada a cerca de três horas de barco de Santa Cruz do Arari, na Ilha do Marajó, resgataram mais de cem cachorros, do grupo que foi jogado no rio e abandonado na ilha. O prefeito Marcelo Pamplona (PT) é acusado de oferecer dinheiro aos moradores para caçar cachorros na cidade. 

Segundo a denúncia, cerca de 300 animais teriam sido mortos, sendo jogados no rio. Uma campanha arrecada ração e vasilhas para alimentar os animais que foram salvos. A protetora de animais Isabela Lima conta que ficou sabendo do fato e, juntamente com outros protetores, organizou a campanha de arrecadação de ração para ajudar os ribeirinhos a alimentar os animais. ‘Os moradores da ilha relataram que resgataram alguns dos cães do rio e outros foram deixados nas ruas. Acreditamos que a intenção era mesmo o extermínio, mas como houve grande repercussão do caso, eles acabaram sendo abandonados lá’, avaliou Lima.

Para ajudar basta ir até uma lavanderia, localizada no bairro de Batista Campos, e deixar qualquer quantidade de ração para cachorro e/ou qualquer tipo de vasilha. ‘A vasilha pode ser até de margarina, prato, tigela de qualquer tipo, pois precisamos para colocar água e os alimentos para eles’, explica Lima. 

A campanha foi lançada ontem através do facebook e teve dezenas de compartilhamentos. Na manhã desta sexta-feira (7), as primeiras doações começaram a chegar. O empresário Wadel Rodrigues foi um dos colaboradores, contribuindo com duas sacas de ração. ‘Acho absurda essa situação. Os responsáveis têm que ser punidos’, disse o empresário, que ficou sabendo da campanha  pela rede social. ‘Assim que soube quis ajudar. Meus amigos devem vir à tarde’, concluiu.

A primeira remessa de doações vai seguir de barco para a ilha às 16h de hoje. Mas quem quiser ainda pode ajudar levando as rações e vasilhas no local de arrecadação. Na segunda-feira (10), outro barco fará a entrega na ilha. 

No domingo (9), associações ligadas à proteção de animais também realizam um ato de repúdio à matança dos cães em Santa Cruz do Arari, a partir das 9h, na Praça da República. Lá será possível assinar uma petição que pede punição aos responsáveis pelo crime e o público também poderá levar doações. 

A petição também pode ser assinada no endereço eletrônico http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N41062 

Serviço – Campanha de arrecadação de ração e vasilhas para doação aos cães salvos por ribeirinhos. Local de entrega: Travessa Padre Eutíquio, 1624, entre Tamoios e Mundurucus, na lavanderia 5 à Sec, na Batista Campos. Informações: 3230-3855. As doações também podem ser feitas no domingo (9), durante o Ato de Repúdio à matança dos animais em Santa Cruz do Arari, a partir das 9h, na Praça da República.

Redação Portal ORM
Foto: Bruno Magno (Portal ORM)

campanha racao arari