A grande necessidade do microchip subcutâneo nos animais, atualmente.

A necessidade de identificação está documentada há mais de 3800 anos no “Código de Hammurabi”, um dos mais antigos conjuntos de leis escritas encontrado, já registra a marcação do corpo de animais vivos, realizada ainda nos dias de hoje com a finalidade de identificar, para que as tribos da época não tomassem posse de animais de outras.

Todos os dias nos deparamos com a triste realidade dos animais abandonados. Mas se pensarmos como era o quadro há 20 anos atrás, podemos dizer que a “proteção animal” ganhou força nos últimos tempos, principalmente com a utilização das redes sociais em prol da causa, o nascimento de ONGs e de campanhas. Hoje, vemos empresas engajadas com a questão do abandono, claro que, muitas vezes, com a finalidade de se beneficiar com o marketing de suas “ações de caridade”, mas que, mesmo nesses casos, indiretamente, atraem a atenção da opinião pública para esse problema. O Médico Veterinário vive o dilema de ter que pagar suas contas (que não aceitam AMOR como forma de pagamento) e ao mesmo tempo lidar com animais que necessitam de cuidados médicos, e que muitas vezes, não possuem donos. É difícil, mas não impossível, conciliar as duas coisas.

 

A identificação permanente obrigatória por microchip produz a rastreabilidade, que é um dos quesitos básicos para a reversão desse quadro e, aliada a ações como esterilização compulsória, educação para a guarda responsável, fiscalização contra maus tratos, centralização dos dados e comprometimento do profissional Médico Veterinário, podemos nos beneficiar dessa automação no

controle populacional e de zoonoses, no aumento da variabilidade genética das raças (diminuindo a incidência de doenças hereditárias resultantes da consanguinidade), na avaliação de doenças e seus tratamentos, no controle de vacinação, vermifugação e esterilização dos animais, na credibilidade das pesquisas científicas, no controle dos programas públicos de castração e manutenção e nos programas de adoção e resgate de animais.

Considerando os requisitos de rastreabilidade, um bom método de identificação animal deve apresentar as seguintes características:

fácil aplicação, fácil leitura, durabilidade, baixa inconveniência para o animal, livre de riscos para a saúde pública, inviolabilidade e baixo custo operacional. O microchip subcutâneo possui todas essas.

A grande questão imposta pelas pessoas envolvidas hoje, é a falta de adesão dos profissionais Médicos Veterinários, em grande parte estimulada pela ausência de políticas públicas que favoreçam a popularização da tecnologia. Além disso, empresas do ramo de microchips para identificação animal, depositam nesse profissional a responsabilidade pela gestão dos dados, como a alteração e localização destes, diminuindo assim, a vontade dos profissionais de disponibilizarem esse serviço em suas clínicas, hospitais ou consultórios veterinários.

A visão de mercado não é composta apenas pela sociedade, mas sim pelos grupos dominantes economicamente. Uma transformação do gênero é algo amplo, que afetará não só a criação e a guarda, seus meios e mediações, mas também as bases culturais onde os métodos atuais se assentam, e as formas de recepção e uso dos produtos. Sem esquecer a necessária mudança de atitude e formas de percepção e ação dos próprios tecnólogos (Médicos Veterinários) – responsáveis primeiros por toda e qualquer transformação a ser feita. Com isso, a lógica do uso pode eliminar os conflitos articulados pela cultura, a disparidade tecnológica que ainda prejudica a mudança, incluindo as resistências ainda existentes, o que exprime a necessidade de construir um sistema em cada país, que respeite a configuração cultural, a estrutura jurídica de funcionamento e o grau de comprometimento dos órgãos públicos.

Razão por que acima fizemos questão de ressaltar não só a importância da modificação dos meios e métodos de abordagem da questão do abandono de animais, como da importância dos mediadores, possíveis responsáveis por uma interferência maior na informação e na comunicação.

Para ter um carro, devemos passar por vistorias anuais, identificá-lo com uma placa, portar documentos que comprovem sua posse sobre o mesmo. Caso a pessoa não respeite esses quesitos, pode ter seu veículo apreendido. Caso o mesmo seja roubado, a pessoa pode comprovar a propriedade sobre o veículo. Caso o mesmo seja localizado, a polícia pode devolver ao seu dono, apenas sabendo a placa do mesmo. Por que essa não é uma realidade para se possuir um animal? Ou um Canil? Ou um abrigo? Agora fica fácil enxergar por que as pessoas tem medo de andar com o documento do carro atrasado, mas não se preocupa em vacinar seu animal, ou ser punido caso abandone o mesmo.

Quantas pessoas são enquadradas nos seguintes artigos?

Omissão de Cautela na Guarda ou Condução de Animais
Art. 31 – Deixar em liberdade, confiar à guarda de pessoa inexperiente, ou não guardar com a devida cautela animal perigoso:
Pena – prisão simples, de 10 (dez) dias a 2 (dois) meses, ou multa.
obs.dji.grau.3: Crueldade contra animais – Contravenções relativas à polícia de costumes – Contravenções penais – DL-003.688-1941
obs.dji.grau.4: Abandono de Animais; Animais; Cautela (s); Crueldade Contra Animais; Condução; Guarda; Omissão
Parágrafo único – Incorre na mesma pena quem:
a) na via pública, abandona animal de tiro, carga ou corrida, ou o confia a pessoa inexperiente;
b) excita ou irrita animal, expondo a perigo a segurança alheia;
c) conduz animal, na via pública, pondo em perigo a segurança alheia.

Crueldade Contra Animais
Art. 64 – Tratar animal com crueldade ou submetê-lo a trabalho excessivo:
Pena – prisão simples, de 10 (dez) dias a 1 (um) mês, ou multa.
obs.dji: Abandono de animais; Animais; Crimes contra a fauna – Crimes contra o meio ambiente – L-009.605-1998; Crueldade contra animais; Omissão de cautela na guarda ou condução de animais.

§ 1º – Na mesma pena incorre aquele que, embora para fins didáticos ou científicos, realiza, em lugar público ou exposto ao público, experiência dolorosa ou cruel em animal vivo.
§ 2º – Aplica-se a pena com aumento de metade, se o animal é submetido a trabalho excessivo ou tratado com crueldade, em exibição ou espetáculo público.

Cabe a todos uma reflexão das prioridades a serem traçadas em prol dos animais. Muita crítica, pouca solução. Pessoas com conhecimento vasto, mas superficial, expressando opiniões erradas contra as ações citadas acima.

Pouca união de quem quer reverter o quadro realmente. Vamos mudar?

 

chip

 

 

 

e-pet

 

 

 

alexandre e-pet

 

 

Fonte: Texto de conscientização, escrito e nos doado, pelo Dr Alexandre Kühner,  Médico Veterinário (CRMV-RJ 11.737) e Diretor de Vendas da empresa Deal Import, detentora da marca e-Pet Chip.
Nextel: 7832-9590
id*: 55*8*62793

 

 

 

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6 comentários em “A grande necessidade do microchip subcutâneo nos animais, atualmente.

  1. Muito bem escrito o texto, nos demonstra não só as vantagens de ter um animal devidamente identificado, como também a responsabilidade que nós temos quando assumimos um animal. Esse tipo de atitude, ou seja, uma Guarda Responsável, deve ser adotada não só pela preocupação em perder seu animal, mas que ela seja um adicional após as necessidades primárias !

    • Olá Victor,
      Seja muito bem vindo, ao Lambidasamigas!

      Que bom que gostou do texto do Dr. Alexandre !
      Estamos começando uma parceria, para justamente conscientizar as pessoas de ter esta atitude de Guarda Responsável,e de como isso faz parte tb, de amar e respeitar os animais.
      Venha sempre e colabore tb, comentando os post.
      Abraços,
      Ana Claudia.

  2. Olá Rita! No Rio de Janeiro R$ 60,00 na Veterinária Coisa de Bicho localizada na Rua Dias da Cruz 781 – Engenho de Dentro e no Consultório Dr. Fiel situado na Rua dos Araújos, 67 – Tijuca. Para aplicação em domicílio, entre em contato através do email epetchip@epetchip.com e consulte preços. (válido apenas para o Rio de Janeiro!)

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