Vídeo

Conheça a creche onde os cães aprendem e se divertem pra valer.

http://g1.globo.com/economia/pegn/videos/t/todos-os-videos/v/conheca-a-creche-onde-os-caes-aprendem-e-se-divertem-pra-valer/2525499/

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Registre seus melhores momentos para sempre, e ajude um animalzinho abandonado.

Essa é uma Parceria em prol dos animais abandonados e resgatados, pelo Abrigo Santa Cruz, RJ, Brasil.

Por Janna Madeira &   https://lambidasamigas.wordpress.com.

 

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Peça agora seu orçamento, agende um horário com a Janna! Fique feliz e ajude um pequenino !

 

 

Cachorros ajudam vítimas de ataque em Boston.

DE SÃO PAULO

Cinco cachorros da raça golden retriever foram levados até Boston para ajudar vítimas e parentes do ataque durante a maratona da cidade que ocorreu nesta segunda (15).

Eles fazem parte de um programa da Igreja Lutherana sediada em Chicago chamado K-9 Parish que usa uma dúzia de cachorros terapêuticos para ajudar a superar traumas em tragédias.

Dois dos animais estavam ajudando estudantes e pais da escola primária de Sandy Hook (Connecticut) desde dezembro de 2012, quando houve um massacre no local.

As pessoas conversam com os cachorros –eles são como conselheiros peludos”, afirma Tim Hetzner, presidente da caridade das igrejas luteranas para o programa TodayShow. “É uma chance de trazer algum alívio para as pessoas que estão sofrendo com as bombas”.

Inicialmente os cachorros ficarão até domingo na cidade, mas isso pode mudar dependendo das necessidades da comunidade.

“Eles trazem um efeito calmante para as pessoas e ajudam elas a processarem várias emoções que estão sentindo em tempos como este”, conta Hetzner.

Os cães passam por um treinamento de oito meses a um ano a partir das 6 semanas de idade para poder lidar com situações muito estressantes. Cada um deles tem uma conta no Facebook.

O programa começou em 2008 em resposta ao tiroteio na Universidade Northern Illinois quando cinco estudantes foram vítimas de atirador. Hoje em dia 67 cães espalhados por sete estados americanos fazem parte do projeto.

 

O cachorros Ruthie e Luther visitam sobrevivente do ataque em Boston pouco antes dela passar uma cirurgia na perna

O cachorros Ruthie e Luther visitam sobrevivente do ataque em Boston pouco antes dela passar uma cirurgia na perna.

 

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/bichos/1264790-cachorros-ajudam-vitimas-de-ataque-em-boston.shtml

 

Colaborou: Edivaldo Diogenes, com a dica da matéria.

 

 

 

 

 

A grande necessidade do microchip subcutâneo nos animais, atualmente.

A necessidade de identificação está documentada há mais de 3800 anos no “Código de Hammurabi”, um dos mais antigos conjuntos de leis escritas encontrado, já registra a marcação do corpo de animais vivos, realizada ainda nos dias de hoje com a finalidade de identificar, para que as tribos da época não tomassem posse de animais de outras.

Todos os dias nos deparamos com a triste realidade dos animais abandonados. Mas se pensarmos como era o quadro há 20 anos atrás, podemos dizer que a “proteção animal” ganhou força nos últimos tempos, principalmente com a utilização das redes sociais em prol da causa, o nascimento de ONGs e de campanhas. Hoje, vemos empresas engajadas com a questão do abandono, claro que, muitas vezes, com a finalidade de se beneficiar com o marketing de suas “ações de caridade”, mas que, mesmo nesses casos, indiretamente, atraem a atenção da opinião pública para esse problema. O Médico Veterinário vive o dilema de ter que pagar suas contas (que não aceitam AMOR como forma de pagamento) e ao mesmo tempo lidar com animais que necessitam de cuidados médicos, e que muitas vezes, não possuem donos. É difícil, mas não impossível, conciliar as duas coisas.

 

A identificação permanente obrigatória por microchip produz a rastreabilidade, que é um dos quesitos básicos para a reversão desse quadro e, aliada a ações como esterilização compulsória, educação para a guarda responsável, fiscalização contra maus tratos, centralização dos dados e comprometimento do profissional Médico Veterinário, podemos nos beneficiar dessa automação no

controle populacional e de zoonoses, no aumento da variabilidade genética das raças (diminuindo a incidência de doenças hereditárias resultantes da consanguinidade), na avaliação de doenças e seus tratamentos, no controle de vacinação, vermifugação e esterilização dos animais, na credibilidade das pesquisas científicas, no controle dos programas públicos de castração e manutenção e nos programas de adoção e resgate de animais.

Considerando os requisitos de rastreabilidade, um bom método de identificação animal deve apresentar as seguintes características:

fácil aplicação, fácil leitura, durabilidade, baixa inconveniência para o animal, livre de riscos para a saúde pública, inviolabilidade e baixo custo operacional. O microchip subcutâneo possui todas essas.

A grande questão imposta pelas pessoas envolvidas hoje, é a falta de adesão dos profissionais Médicos Veterinários, em grande parte estimulada pela ausência de políticas públicas que favoreçam a popularização da tecnologia. Além disso, empresas do ramo de microchips para identificação animal, depositam nesse profissional a responsabilidade pela gestão dos dados, como a alteração e localização destes, diminuindo assim, a vontade dos profissionais de disponibilizarem esse serviço em suas clínicas, hospitais ou consultórios veterinários.

A visão de mercado não é composta apenas pela sociedade, mas sim pelos grupos dominantes economicamente. Uma transformação do gênero é algo amplo, que afetará não só a criação e a guarda, seus meios e mediações, mas também as bases culturais onde os métodos atuais se assentam, e as formas de recepção e uso dos produtos. Sem esquecer a necessária mudança de atitude e formas de percepção e ação dos próprios tecnólogos (Médicos Veterinários) – responsáveis primeiros por toda e qualquer transformação a ser feita. Com isso, a lógica do uso pode eliminar os conflitos articulados pela cultura, a disparidade tecnológica que ainda prejudica a mudança, incluindo as resistências ainda existentes, o que exprime a necessidade de construir um sistema em cada país, que respeite a configuração cultural, a estrutura jurídica de funcionamento e o grau de comprometimento dos órgãos públicos.

Razão por que acima fizemos questão de ressaltar não só a importância da modificação dos meios e métodos de abordagem da questão do abandono de animais, como da importância dos mediadores, possíveis responsáveis por uma interferência maior na informação e na comunicação.

Para ter um carro, devemos passar por vistorias anuais, identificá-lo com uma placa, portar documentos que comprovem sua posse sobre o mesmo. Caso a pessoa não respeite esses quesitos, pode ter seu veículo apreendido. Caso o mesmo seja roubado, a pessoa pode comprovar a propriedade sobre o veículo. Caso o mesmo seja localizado, a polícia pode devolver ao seu dono, apenas sabendo a placa do mesmo. Por que essa não é uma realidade para se possuir um animal? Ou um Canil? Ou um abrigo? Agora fica fácil enxergar por que as pessoas tem medo de andar com o documento do carro atrasado, mas não se preocupa em vacinar seu animal, ou ser punido caso abandone o mesmo.

Quantas pessoas são enquadradas nos seguintes artigos?

Omissão de Cautela na Guarda ou Condução de Animais
Art. 31 – Deixar em liberdade, confiar à guarda de pessoa inexperiente, ou não guardar com a devida cautela animal perigoso:
Pena – prisão simples, de 10 (dez) dias a 2 (dois) meses, ou multa.
obs.dji.grau.3: Crueldade contra animais – Contravenções relativas à polícia de costumes – Contravenções penais – DL-003.688-1941
obs.dji.grau.4: Abandono de Animais; Animais; Cautela (s); Crueldade Contra Animais; Condução; Guarda; Omissão
Parágrafo único – Incorre na mesma pena quem:
a) na via pública, abandona animal de tiro, carga ou corrida, ou o confia a pessoa inexperiente;
b) excita ou irrita animal, expondo a perigo a segurança alheia;
c) conduz animal, na via pública, pondo em perigo a segurança alheia.

Crueldade Contra Animais
Art. 64 – Tratar animal com crueldade ou submetê-lo a trabalho excessivo:
Pena – prisão simples, de 10 (dez) dias a 1 (um) mês, ou multa.
obs.dji: Abandono de animais; Animais; Crimes contra a fauna – Crimes contra o meio ambiente – L-009.605-1998; Crueldade contra animais; Omissão de cautela na guarda ou condução de animais.

§ 1º – Na mesma pena incorre aquele que, embora para fins didáticos ou científicos, realiza, em lugar público ou exposto ao público, experiência dolorosa ou cruel em animal vivo.
§ 2º – Aplica-se a pena com aumento de metade, se o animal é submetido a trabalho excessivo ou tratado com crueldade, em exibição ou espetáculo público.

Cabe a todos uma reflexão das prioridades a serem traçadas em prol dos animais. Muita crítica, pouca solução. Pessoas com conhecimento vasto, mas superficial, expressando opiniões erradas contra as ações citadas acima.

Pouca união de quem quer reverter o quadro realmente. Vamos mudar?

 

chip

 

 

 

e-pet

 

 

 

alexandre e-pet

 

 

Fonte: Texto de conscientização, escrito e nos doado, pelo Dr Alexandre Kühner,  Médico Veterinário (CRMV-RJ 11.737) e Diretor de Vendas da empresa Deal Import, detentora da marca e-Pet Chip.
Nextel: 7832-9590
id*: 55*8*62793

 

 

 

A importância de chiparmos os animais.

Na Austrália você não vê cachorro solto na rua, mas quando vê e porque esta perdida. O que vc cidadão faz? Peguei os quatro cachorros e os coloquei no carro. Fui ao veterinário mais próximo, e eles usam um escaneador para localizar um chip que o cachorro recebe antes de ser vendido ou se vc pega em um abrigo. Detalhe isso quem paga é vc. Ao serem escaneados constaram que todos eram de uma mesma família, que  no computador tinha um resumo com nome de cada um e endereço e nome dos donos. Viram também que se perderam pela quinta vez que eles tinham fugido, que eles iriam mandar um equipe de abrigo dos animais no endereço dos cães para investigar o pq eles estão fugindo.?
Conclusão: Isso é um pais de primeiro mundo governados por pessoas de primeiro mundo e tem leis de primeiro mundo.

austrália

Os países europeus dão exemplo no controle da criação de animais com seus sistemas de identificação. Nas fotos podemos ver os documentos de um felino proveniente de Portugal, que possui o SICAFE (Sistema de Identificação de Felinos e Caninos), onde os animais são cadastrados obrigatoriamente, relacionados com o número do microchip/tatuagem. A guarda responsável de animais começa na identificação permanente destes, e isso os países europeus aprenderam na prática. A proprietária foi instruída a cadastrar GRATUITAMENTE seu animal do site e-Pet Chip (www.epetchip.com), aumentando as chances de recuperação, caso a linda felina Bianca se perca no Brasil! E o seu animal? Já é “vacinado” contra a perda? O que você está esperando?

Saiba mais sobre o SICAFE aqui:

http://www.vetbiblios.pt/PALESTRAS_APRESENTACOES/Animais_de_Companhia%20_e_Lazer/Registo_e_Licenciamento_de_Canideos_e_Felideos.pdf

e-Pet Chip: Um novo conceito em identificação animal!

www.epetchip.com

Diretor Técnico e Vendas:
– Alexandre Kühner –
Nextel: 7832-9590
id*: 55*8*62793
Skype: deal-import
vendas@deal-import.com

portugal

sicafe

Fonte:   Facebook

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=444910765595327&set=pcb.444913855595018&type=1&theater

Jornal vietnamita assume publicamente que turistas estão boicotando o Vietnam pelos horrores cometidos contra os animais.

Na matéria original, abaixo, publicam relatos de turistas que retornam a seus países extremamente chocados, e, ao invés das imagens lindas vendidas (como as exibidas pelo Globo Repórter na última 6a feira), retornam com um som gravado em suas mentes – o som dos gritos horríveis de animais – cachorros, gatos, porcos, e outros – sendo enfiados nas minúsculas gaiolas, onde ficam até o abate.

 

Matéria de ontem no Jornal Vietnamita: http://english.vietnamnet.vn/fms/society/71016/french-tourists-threaten-to-boycott-vietnam-for-dog-meat.html

 

etNamNet Bridge – No mundo ocidental, os cães e gatos são animais de estimação e são considerados amigos.Carne de cachorro matando cães e comer é considerada brutal e que ato é proibido em muitos países. Muitos turistas estrangeiros no Vietnã foram muito chocado vendo povo vietnamita matando cães e comer carne de cachorro.

 

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Annie Peysson, um residente francês na 14 rue de L’Egalité 69330 Pusignan disse que estava profundamente chocados ao testemunhar o cão comer vietnamita. Ele não entendia por que o povo vietnamita levantar cães em suas casas, mas eles ainda podem comer carne de cachorro de uma forma saborosa. “Nós não entendemos por que o Vietnã abriu as suas portas a outros países do mundo, mas que continua a cães horrivelmente massacre , gatos – inteligentes, sensíveis e úteis animais domesticados para a nossa humanidade “, disse Peysson. Tal como muitos outros viajantes, Peysson sabe Vietnã um país bonito e hospitaleiro. Mas quando ele chegou e presenciou o abate de animais, ele perdeu a simpatia. Ele foi arrepiante participar de um festival de mau, em que as pessoas mortas porcos. Estes animais inocentes uivava de dor, enquanto as pessoas aplaudiam alegremente. “Esses fatos não representam a inteligência de uma verdadeira civilização. Mas é um ato de expressão para a crueldade retardado e vergonhosa, que iria destruir os valores culturais e nosso espírito. Por essa razão , não vamos viajar para o Vietnã de novo se você continuar a comer carne de cachorro, sem nenhum respeito pela lei de protecção dos animais de estimação e outros animais “, disse Peysson. Alimentos é assustador? Como fotógrafo, Nathan Wynn viajou para o Vietnã esperando para admirar a bela imagem de um país tropical. Mas, depois da viagem, a imagem que foi tão ousado em sua mente não é a paisagem, mas os gritos horríveis de animais. “Essa é a pior coisa que eu vi no Vietnã. Os cães estavam em seu caminho para o mercado, para ser comido . Eles não são tratados humanamente. que não posso esquecer a imagem que as pessoas presas cães para prendê-los em gaiolas. soa horrível! ” Wynn disse. Johann, um turista italiano disse que ele foi para o Vietnã, a convite de um amigo. Seu amigo é um foodie então ele levou-o a desfrutar de muitos pratos deliciosos, em Hanói. Ele amava pho e pão cha aqui. Mas alguns pratos vietnamitas fez ficar “arrepiado”. “Quando fui convidado, eu estava animado porque meu amigo disse para me levar para comer os maiores especialidades dos vietnamitas. Mas quando eu vi, eu estava confuso porque o prato que eles chamam de “Tietê canh” transformar-se sangue fresco “, disse Johann. Ele também estava com medo quando seu amigo o levou para saborear “sete pratos de carne de cachorro.” Em seu país, os cães e gatos conviver com humanos como amigos. Eles serão enterrados cuidado por seus proprietários quando eles morrem e eles nunca são abatidos. La Hoan

CQC DENUNCIA MAIS UM MATADOURO CHEIO DE DOR E SUJEIRA, em 08/04/13.

CQC DENUNCIA MAIS UM MATADOURO CHEIO DE DOR E SUJEIRA.
Os não é verdade que os animais morrem rapido. Eles sentem medo e sofrem muito. Não existem piedade, higiene e consciencia ambiental. Poluem rios e solo de sangue e carcaças, maltratam e executam a marretadas seres inocentes.

 

cqc

 

 

 

 

PROTESTE JÁ MOSTRA IRREGULARIDADES EM MATADOURO NA BAHIA

O “Proteste Já” desta segunda-feira (8) está de embrulhar o estômago. O repórter Oscar Filho visitou um matadouro público em Itororó, na Bahia, e teve uma surpresa nada agradável. Em péssimas condições de higiene, o matadouro tinha carcaças de animais e poças de sangue espalhadas por todas as partes Veja todos os vídeos do CQC.

 

http://cqc.band.uol.com.br/videos/14401090/proteste-ja-mostra-irregularidades-em-matadouro-na-bahia.html

Encontros e reencontros com nossos irmãos animais.

Jan/Fev, 2013
Volume 24. JAN/FE.
Encontros e reencontros com
nossos irmãos animais.
“Nascer, morrer, renascer tantas vezes quanto for necessário, eis a lei”.
Kardec

Esta é a época mais linda do ano, isto porque em todas as partes desse planeta o sentimento da vida pulsa em todos os corações.
A vida se mostra de tantas maneiras e formas que demandaria muito tempo e trabalho para compreender a
plenitude de Nosso Criador.
É por isso que uma única existência não é suficiente
ao nosso aprendizado e, com todo o respeito aos que
nos leem, vou tratar de um assunto que é um tanto
quanto delicado, mas que tem sido o consolo, a alegria e a certeza de que nada se acaba, e sim que tudo se
transforma.
A nossa ciência já comprova a evolução das espécies
e em cada uma delas existe o Princípio Inteligente Universal.
O Princípio Inteligente Universal é à base de tudo e de
todas as coisas, aonde os espíritos construtores vão
modelando-os, através de seu magnetismo, pelas fases nos reinos mineral e vegetal; quando adentram no
reino animal passa a ser reconhecidos como
“espírito” com a letra minúscula.
É aqui que começa o nosso humilde diálogo com você, meu irmão e minha irmã.
Todo “ser” ou “criatura” tem o direito de evoluir, pois é
uma Lei Divina e Natural.
Através da pluralidade das existências e respeitando
sempre as opiniões contrárias, nós viemos do átomo e
chegaremos até os arcanjos – e para que isso aconte-
ça, é necessário aprendizado e evolução.
Cada “ser” é único, mas a roupagem para sua
evolução é, digamos assim, infinita como nosso PAI
CRIADOR também o é.
A despedida sempre gera dor tanto de um lado como o
do outro e o reencontro é o consolo e nossa alegria,
dando-nos a certeza que tudo se renova.

Uma assistida de nosso humilde grupo, o Grupo Fraternal Francisco de Assis – gffa –http://www.gffa.org.br, relatou-nos o reencontro de seu tutelado.
(Renno-Rottweiler que retornou)
Ela tinha um animal da espécie canina e da raça Rottweiler. Adestrado, aprendera algumas manias como,
por exemplo, passar a pata
no focinho ou ao sair de
carro, antes ir até a porta do automóvel e colocar a pata próximo à maçaneta. Os anos se passaram, a velhice chegou e a irmã morte o arrebatou. Dor, sofrimento,
tristeza, angústia e vazio envolveram a família como
um todo.
Passados alguns anos, não muitos, e esta irmã ao sair
de seu trabalho deparou-se com um cachorro sem raça
definida, vira-lata mesmo, todo sarnento e quase acabado, sentado em postura firme e olhando-a com alegria como quem reencontra alguém. Ela por sua vez
disse-lhe que não poderia leva-lo para casa, pois já
tinha outros dezesseis para cuidar. Mas algo lhe chamou atenção, ele fazia o mesmo gesto de esfregar à
pata no focinho.
Em pensamento, nossa irmã, por saber da pluralidade
das existências, questionou-se: “como um rotivailer
poderia vir na condição de um vira lata? E lembrando
da outra mania e dando uma de São Tomé, se despediu e foi em direção ao carro, só que não o dela, mas outro que estava ao lado. Para
sua surpresa, ele levantou-se e foi em direção ao carro certo, colocou pata dele próximo à maçaneta e olhando-a ficou balançando seu rabinho como quem diz “sou eu, estou de volta, vamos para casa”.
Diante disto, não teve jeito. Era seu tutelado que retornara em nova matéria, contudo
tinha seu corpo mental preservado para este reencontro.
Existem outros fatos acerca dos reencontros maravilhosos, relatos dos próprios assistidos ou de outros irmãos que, pelas palestras que fazemos por aí afora, nos abordam
com alegria e emoção e compartilham suas experiências; e mais do que isto, como
estão consolados por essa Lei Divina e Misericordiosa.
Sabendo disso é que sempre dizemos aos tutores nos momentos de muita dor na despedida de seus “entes queridos” tutelados: para agradecerem sempre a oportunidade
que tiveram nessa existência de ter o convívio fraterno com eles e que nunca percam
as esperanças, pois os benfeitores espirituais sempre providenciam os nossos encontros e reencontros mesmo que seja no cruzar de um caminho em um passeio, na mesma espécie ou em outra mais evoluída.
Fica aqui meu apreço e gratidão por esta oportunidade de vida de ajudar a propagar
este consolo a tantos irmãos e irmãs que sofrem por suas perdas.
Irmão Gilberto.

* Foto da capa. Livro
L i b e r t a ç ã o
Animal, Peter Singer, o
estudo do livro começa
dia 09/02/2013, no
GFFA.
Redação
Em Fevereiro de 2013 o Informativo do GFFA completou 2 anos, dois anos.

Fonte: http://www.gffa.org.br/informativo.pdf

Terapia de Vidas Passadas em Animais.

Excelente Entrevista feita pelos amigos Animais e o Espiritismo.

 

Posted: 04 Apr 2013 06:12 AM PDT

Todos nós, pelo menos uma vez na vida, já ouvimos falar sobre terapia de vidas passadas e regressão. Muito famoso é o livro de Brian Weiss “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, que conta a experiência real de um psiquiatra ao descobrir que sua paciente estava fazendo regressões a vidas passadas, e não sendo hipinotizada, como assim ele acreditava.
Pois bem, provavelmente isto não é novidade para ninguém. O que talvez não aconteça com o projeto da bióloga formada pela USP, Soraia Jorge, que virou o livro “Terapia de Vidas Passadas em Animais”!
Conheça o trabalho da Dra. Soraia Jorge
“Desde o início do meu contato com os animais nunca consegui entender o porquê de tamanho sofrimento e crueldade a que eles são submetidos. Há muito pouca literatura e estudos a este respeito. (…)”. “Vi histórias de muito sucesso entre eles e de muito fracasso, algumas de animais que rapidamente se erguem e encontram um lar e outras em que com muita dificuldade conseguem um lar ou nem têm esta chance. Não conseguia entender essa aleatoriedade como somente aprendizado, talvez houvesse algo ainda maior por trás disso. (…)”, relembra o que a impulsionou para iniciar o projeto.
 
“”Em um determinado momento da minha vida, comecei a me conectar com a energia dos cães que conviviam comigo e notei coisas interessantes, então pensei: “Por que não juntar os meus conhecimentos em pesquisa, espiritualidade e proteção animal e planejar um estudo para compreender um pouco melhor estes contextos?” A partir daí elaborei um projeto de estudo e o coloquei em prática. Os resultados foram tão interessantes que resolvi publicá-los neste livro.””
O livro pode ser adquirido aqui!
O sofrimento animal é algo que muito incomoda aqueles que amam verdadeiramente os animais. Infelizmente, são muitos os casos de sofrimento que estes irmãos passam e, certamente, grande parte da culpa é dos seres humanos. Daqueles que abusamos dos recursos até os que servem de alimento para muitos de nós nas refeições rotineiras.
Em busca de respostas para esta e muitas outras questões, entrevistamos a querida Soraia, que concedeu seu tempo e atenção para compartilhar conosco sua experiência que, certamente, rendeu e continuará rendendo bons frutos!
Confira abaixo essa entrevista!
Animais e o Espiritismo: Quais foram os métodos utilizados por sua equipe para estudar tal tema? Quais foram as dificuldades?
Dra. Soraia Jorge: A primeira dificuldade foi encontrar a equipe (risos). Nem sempre as pessoas estão dispostas a doar seu tempo em prol dos animais. Mas como em tudo há um direcionamento espiritual, as pessoas foram chegando, confiando no trabalho e abrindo suas mentes para os conteúdos que fomos tendo contato. Essas pessoas foram direcionadas a estabelecer um contato mental com seu animal de estimação e então, após uma autorização mental os próprios tutores, foram trazendo as histórias passadas dos animais.
 
 
Animais e o Espiritismo: Como você vê a importância deste trabalho em prol dos animais não humanos? E dos humanos? Quais foram as suas reações?
Dra. Soraia Jorge: Acredito firmemente em uma mudança de paradigma, onde a nossa sociedade possa entender e respeitar os animais como seres da criação com os mesmos direitos à vida e bem-estar. Acredito que os resultados que encontramos irão, em um primeiro momento, encontrar certas resistências, inclusive de espíritas, por ser algo inovador e desafiador para os nossos dogmas. Porém, se conseguirmos manter nossas mentes abertas e livres doantropocentrismo, poderemos nos aprofundar cada vez mais nesses estudos e provar à sociedade nossa função fundamental no auxílio da evolução espiritual de todos nós. Sensibilizar os seres que habitam hoje corpos humanos. Que tudo e todos estamos conectados e, portanto, ajudar um é ajudar todos e nos ajudar a termos um mundo livre de sofrimento e dor.
Animais e o Espiritismo: Apesar da Codificação Espírita muito esclarecer sobre a vida espiritual dos humanos, pouco informa sobre a vida espiritual dos animais não humanos. Qual a sua visão sobre isto?
Dra. Soraia Jorge: A Codificação Espírita é bastante completa, mas claro que como tudo em nosso mundo, ela foi expressa em um momento da nossa sociedade, onde ainda não estávamos preparados para ter a percepção da espiritualidade dos animais. Acredito que tudo tem seu tempo e a sociedade precisa estar aberta à novas informações, caso contrário a informação ficará perdida no tempo. Quando temos acesso às informações é para que elas sejam utilizadas, praticadas. Infelizmente não teríamos, naquela época, condições de praticar o amor aos animais. Hoje, talvez, já tenhamos essa consciência e, portanto, as informações podem ser acessadas de outra forma. Tenho como expectativa, que este estudo possa estimular outros estudos e abordagens, para que possamos acessar as novas informações a fim de praticá-las.
Animais e o Espiritismo: Qual a visão de outras religiões espiritualistas cristãs sobre a vida espiritual dos animais não humanos?
Dra. Soraia Jorge: Infelizmente poucas religiões espiritualistas se preocupam com este assunto. Ainda vivemos um pensamento antropocêntrico e isto se reflete nas nossas religiões e filosofias. Acredito em uma mudança, mas ainda é gradual. Alguma coisa sobre a vida espiritual dos animais não humanos pode ser encontrada nas religiões orientais com conceitos mais antigos.
Animais e o Espiritismo: Grande parte dos centros espíritas não aborda a questão espiritual dos animais não humanos, mesmo com esclarecimentos vindos de obras importantes como Missionários da Luz e O Consolador (ambos psicografados por Chico Xavier e ditados por André Luiz e Emmanuel, respectivamente). Em sua opinião, por que irmãos que são um pouco mais esclarecidos que a maioria ainda têm dificuldade em abordar o tema com a devida importância?
Dra. Soraia Jorge: Ainda temos muitos conceitos antigos e antropocêntricos regendo nossas atitudes, comportamentos e pensamentos. Precisamos nos desapegar do nosso ego, só assim teremos clareza e lucidez para encontrar a verdade. Temos que desenvolver muito ainda nosso senso de justiça perante todos os seres da natureza. Aprendermos a ter um olhar biocêntrico, onde a vida seja o nosso norte que regerá nossos sentimentos, pensamentos e atitudes. Apenas com este tipo de ética (biocêntrica) conseguiremos atingir a evolução para acessar as informações tais como são. Todos estamos em evolução e nem sempre sermos esclarecidos nos permite nos apropriar da verdade implícita no conhecimento que adquirimos.
Na casa espírita Grupo Fraternal Francisco de Assis (GFFA), todos participam das palestras – humanos e não humanos!
Animais e o Espiritismo: Ainda existem muitos rituais com animais não humanos por membros de religiões espiritualistas (cristãs ou não)? Qual é o motivo desta ocorrência, sendo que, muito provavelmente, os dirigentes são informados sobre a questão espiritual dos animais não humanos?
Dra. Soraia Jorge: Vivemos em uma sociedade muito egoísta e individualista. Sem querer me repetir, mas já me repetindo, nossa sociedade vive os extremos do antropocentrismo e do egocentrismo. Aliado a isso, temos ainda a ilusão do TER, no lugar do SER. Estes itens somados fazem nossa sociedade se afastar cada vez mais das suas origens, da natureza e dos demais seres que co-habitam nosso planeta. Para nos sentirmos “bem” nessas condições, tudo é válido. Sem nos importarmos com os demais seres (da nossa espécie ou não) cometemos grandes atrocidades por conta do nosso ego, de querermos ser melhor do que o outro, de entendermos erradamente, que nossas conquistas materiais se sobrepõem às espirituais. É dessa forma, que as informações chegam a muitas pessoas, mas como disse anteriormente, não são colocadas em prática, porque na nossa falsa concepção, essas informações não são convenientes para os nossos propósitos.
Apesar da pouca informação encontrada em literatura espírita sobre os rituais em que animais não humanos são utilizados, na minha pesquisa, observei que muitos espíritos desses animais ficam “presos” a essa energia, sendo importante àqueles que se preocupam em libertar espíritos (humanos; grifo nosso) desses rituais, também se preocuparem com a libertação de espíritos dos animais utilizados nesses eventos.
 
Animais e o Espiritismo: Quais são as dificuldades que animais maltratados em vida “física” passam no plano espiritual para uma nova reencarnação? Como e quanto isto afeta para a reconstrução do ser em uma nova vida?
Dra. Soraia Jorge: Nesse estudo, o que pude observar é que espiritualmente os animais não humanos passam exatamente pelos mesmos processos que os humanos. Existe tratamento espiritual, em nível energético e emocional para todos e variam de caso a caso. Traumas de encarnações passadas podem se manter em todos os espíritos encarnados e podem ser tratados em nível espiritual através de regressões ou na fase desencarnada em hospitais do espaço.
 
Animais e o Espiritismo: Em “O Livro dos Espíritos”, Kardec e os Espíritos nos esclarecem que os animais não humanos não possuem carma e, consequentemente, não expiam. Em “O Consolador”, Emmanuel esclarece que o sofrimento é também uma forma de aprendizado, não sendo necessariamente uma prova ou expiação. Qual sua visão sobre o assunto?
Dra. Soraia Jorge: Existem casos e casos…. O que entendo é que há espíritos que já adentraram a humanidade, mas por diversas situações podem habitar transitoriamente corpos não humanos, nestes casos há o aprendizado e certa dose de expiação. Algumas vezes essa situação ocorre por escolha do espírito e vai depender de como foi sua história existencial até aquele momento. Acredito que não haja necessidade de aprendermos com o sofrimento. Se passarmos Amor a um espírito que está iniciando sua história existencial como não humano, ele aprenderá com Amor e ensinará com Amor. Para mim, algo falhou na nossa história que nos colocou dentro de um círculo vicioso da maldade e do sofrimento, um círculo do qual estamos tendo dificuldade de nos libertar e que está agregando sofrimento e dor para todos os espíritos que estão em fase de aprendizado neste planeta.
Animais e o Espiritismo: Alguns estudos vêm comprovando a consciência dos animais não humanos. Você acredita que isto deveria mudar a visão espiritualista sobre os animais não humanos, uma vez que sempre foram considerados seres que no plano espiritual não possuíam consciência e imediatamente eram direcionados a uma nova reencarnação?
Dra. Soraia Jorge: Sim. No livro há vários relatos neste sentido. A espiritualidade é muito mais diversa do que temos imaginado. Toda nossa relação com a espiritualidade vem (novamente…) da nossa visão antropocêntrica.Encontrei relatos de encarnações não humanas com um nível de consciência e espiritualidade superiores a muitas encarnações humanas. Acredito que esta seja uma discussão proposta e estimulada neste livro e espero encontrar pessoas capazes de se aprofundar neste sentido.
Animais e o Espiritismo: Como você vê a questão espiritual e o consumo de carne?
Dra. Soraia Jorge: Certamente este é um dos pontos mais difíceis de se discutir com a sociedade como um todo. Paradoxalmente é uma das atitudes mais fáceis e mais URGENTES de se modificar. Isto porque o consumo de carne gera 98% do sofrimento animal e um sofrimento completamente desnecessário. Além disso, o consumo de carne alimenta espíritos trevosos de forma absurdamente maligna. Em um dos relatos descritos no livro tive a oportunidade de perceber a energia de sofrimento e dor gerada em um abatedouro e como essa energia alimenta um sistema cruel que se reflete diretamente nas nossas vidas! É urgente que deixemos este hábito estimulado pela mídia e pelas indústrias alimentícia e farmacêutica. É importante que os humanos possam perceber as influências maléficas deste hábito, para que possamos finalmente adentrar em um mundo de regeneração, harmonia e amor.
Para complementar, peço que as pessoas leiam o livro com uma visão biocêntrica. Busquem sentir a verdade que se encontra nas palavras que lá estão. Que possam se aprofundar nesse estudo, divulgar essa nova abordagem, com o único interesse de ajudar na evolução de todos nós! Muita paz e luz a todos!
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Soraia Jorge também é fundadora da THAO – Terapia Holística e Artes Orientais e do Projeto ConscientizaCão. É também Protetora de Animais e Terapeuta de Regressão de Memória e Vidas Passadas há cerca de 10 anos. Durante esse período tem refletido muito a respeito das reencarnações dos animais não humanos e vem percebendo que grandes reflexões e descobertas estão sendo direcionadas neste sentido. Desta forma, tornou-se estudiosa de VIDAS PASSADAS NOS ANIMAIS NÃO HUMANOS.

Brasil:Hospital de SP libera entrada de bichos de estimação para visitar pacientes.

O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou a entrada de bichos de estimação para visitar pacientes. Agora, cachorros, gatos e até passarinhos podem ser levados a seus donos em recuperação. A medida foi tomada após três anos de testes e preparo de profissionais, de acordo com um rígido protocolo. Para Paulo de Tarso Lima, coordenador da área que implanta as medidas de humanização no hospital,  o contato com os animais ajuda na recuperação dos pacientes por levar “felicidade, paz e bem-estar.”

marley

(Via Folha)

Fonte:http://blogs.estadao.com.br/radar-pop/hospital-de-sp-libera-entrada-de-bichos-de-estimacao-para-visitar-pacientes/

 

albert einstein