Produtor rural vira instrutor de voo para acompanhar urubu de estimação.

Célio da Silva criou a ave desde filhote e a ensinou a voar. Atualmente a dupla ‘trabalha’ junta para encontrar as térmicas durante os passeios.

 

Já imaginou uma pessoa ensinando um pássaro a voar? O Zona de Impacto” foi até Minas Gerais em busca de uma curiosa história de amor pelo esporte. O protagonista é o produtor rural Célio da Silva, que tem como mascote um urubu. Para que a ave conseguisse voar, o dono precisava ir junto com a ave e a solução foi aprender a pilotar um parapente. Hoje, Célio e Loira – como é chamado o urubu – são companheiros nas alturas (assista ao vídeo ao lado,  http://youtu.be/IKr8H0mqoo0 ).

– Há sete anos, eu estava no meu sítio tocando gado quando meu cachorro começou a latir. Quando fui ver, ele tinha matado a mãe e o filhote (de urubu). Na hora que eu fui enterrar os dois, percebi que tinha mais um, bem peladinho, e meu filho falou: “Leva pai”. Fiquei cuidando e tal, começou a andar, meio capenga, começou a me seguir. Chamei a guarda florestal, mas não apareceu. Até que ele começou a querer voar, e eu, de bicicleta, fui ajudando, mas ele voava e caía, voava e caía. Até que um amigo meu falou: “Você vai ter que voar para ver se esse bicho voa”. Aí fui fazer o paragliding – relembrou Célio.

Para isso, o produtor rural se empenhou e começou a praticar o paragliding até se tornar instrutor de voo. Ele deixou o gado de lado para se dedicar às aulas. E atualmente faz voo duplo.

parapente urubu gabriel moojen zona de impacto sportv (Foto: Divulgação SporTV)
Loira, Célio e Gabriel em Minas Gerais(Foto: Divulgação)

– O primeiro voo que eu fiz eu achei que ela ia embora. Eu fiz o voo, e pousei, ela pousou quase que no meu pé. Agora, que ela já tá mais velha, tende a achar a termal. Então eu que sigo ela agora, ela que me mostra o caminho do voo – disse.

O agricultor, que tem o sonho de voar no Maracanã e pousar no escudo do Flamengo, controla os horários e a dieta de Loira rigorosamente para prolongar a vida do animal, que pode chegar aos 100 anos. Durante os passeios, ele e o urubu trabalham em duplas para encontrar as térmicas, correntes de ar quente que fazem com que o atleta e a ave alcancem mais altitude.

– Aqui é bem propício, as termais são bem fortes. Não é como no litoral, que é mais tranquilo. Aqui é um voo mais de térmica e nisso a Loira me ajuda, porque ela bate nas termais e sobe e eu vou atrás dela – explicou.

Célio, que já teve cachorro e cavalos, explica que, apesar do preconceito com a espécie, ele não pensa em ter outro animal de estimação.

– Cada dia é um dia, um vento diferente, nunca é a mesma coisa. O único problema é que viciei, amei esse esporte. O pessoal antigo fala que é ave de mau agouro, que dá azar. Para mim só deu sorte. Não tem coisa mais gostosa do que voar – afirmou.

 

 

Fonte:  http://sportv.globo.com/site/programas/zona-de-impacto/noticia/2011/08/produtor-rural-vira-instrutor-de-voo-para-acompanhar-urubu-de-estimacao.html

Gatinho fica preso em cacto, foge todo espetado e tem resgate dramático, EUA.

Foto: Reprodução/ ABC15

A curiosidade quase matou um gato no Arizonas, nos Estados Unidos. O animal, de cerca de um ano de idade, ficou preso em um cacto, nesta semana, dando início a uma operação de resgate dramática. Funcionários do AHS, Arizona Humane Society’s Emergency Animal (sociedade de apoio aos animais), receberam uma chamada sobre o gato ‘espetado’ numa avenida apropriadamente chamada de Estrada dos Cactos.

– Eu acho que um pássaro pode ter o atraído ele para lá. Eu acho que ele deve ter se divertido antes de perceber que estava nesta situação – disse Bretta Nelson, porta-voz da AHS, ao canal americano ABS15.

 

 

Foto: Reprodução de internet/ AZFamily

 

Antes das equipes de resgate chegarem ao local, no entanto, o gatinho conseguiu se libertar de alguma forma e fugiu, segundo o site AZ Family. Mas havia uma trilha de cactos e sangue pelo chão, e os paramédicos decidiram segui-la na esperança de localizar o gato ferido. Após minutos de busca angustiante, o animalzinho infeliz foi encontrado preso novamente, desta vez em uma cerca.

Todo espetado, o gato foi levado para o hospital do AHS, onde veterinários passaram mais de duas horas removendo cuidadosamente as pontas afiadas de seu focinho, pálpebras e boca. O felino, rebatizado de ‘Pete, o espinhoso’ pelos paramédicos, está tomando em medicamentos para a dor e antibióticos, para evitar infecções.

 

Foto: Reprodução/ ABC15

 

Funcionários do órgão estão agora tentando localizar o dono do gato. Caso ninguém o procure dentro dos próximos dias, e se o gatinho receber um atestado de saúde, ele será oferecido para adoção. Veja o vídeo com a história do gatinho.

 

O gatinho passa bem, mas ainda toma remédios para não ter infecções
O gatinho passa bem, mas ainda toma remédios para não ter infecções Foto: Reprodução/ AZFamily

 

A história de ‘Pete, o espinhoso’ lembra o caso de um filhote de cachorro que foi encontrado preso a um cacto, também no Arizona, no início deste ano. A AHS não conseguiu encontrar o dono do cão e teve que realizar um sorteio para sua adoção, pois muitas pessoas ficaram interessadas em lhe dar um novo lar.

 

Foto: Reprodução de internet/Daily Mail

 

Fonte: G1.

Nova Lei na Itália obriga qualquer ser humano a socorrer animais em ruas, a partir de 27 de dezembro. Inclusive por parte de pedestres.

Humanos e animais provavelmente nunca foram tão semelhantes. Para aproximar-se deles, o regulamento reforça a obrigação de resgatar cães, gatos e espécimes de todos os outros tipos de vítimas nas ruas.A lei já existia. Dois anos atrás, em julho, o código que regula a conduta a estar atrás do volante foi reformada, incluindo a notícia importante. Ontem no Jornal Oficial foi publicado regulamentos de execução do Ministério dos Transportes que, em mais detalhes abaixo.

A obrigação de resgatar cliques em 27 de dezembro. Aplica-se a todos, não só para aqueles que estão dirigindo e causou o acidente. O socorrista pode carregar os feridos para dentro do carro e levá-lo no escritório como seria se uma pessoa tinha a bordo. Você pode operar o chifre e violar os sinais. Os motoristas são obrigados a parar no cruzamento e que a polícia não pode impor multas. A fortiori, o direito de sirene, luzes azuis e manobras de condução para veículos veterinários, os zoofila de fiscalização e meios de auto-estradas e também polícia, bombeiros, protecção civil. O direito de alívio se aplica aos animais domésticos e selvagens.

Entre outras coisas, o decreto define as características das ambulâncias veterinários. O Ministério da Saúde deve indicar os equipamentos e procedimentos específicos para o ‘status de certificação, mesmo após a chamada para a intervenção no animal por um veterinário e condições patológicas que acionar esse reconhecimento. ” Trauma grave, feridas abertas, distúrbios hemorrágicos e convulsões. Este modo que até mesmo os médicos estão protegidos e não correr o risco de ser multado se exceder o limite de velocidade e não cumprir com os sinais de trânsito.

Outro ponto de viragem, o que confirma a Itália entre os primeiros na Europa e no mundo ocidental na política de respeito pelos animais. Michela Vittoria Brambilla, presidente da Liga Italiana para a Defesa dos Animais e do Meio Ambiente, é reafirmado “um princípio indiscutível da civilização. O governo Berlusconi reformou o código em 2010, dois anos se passaram pecado e meia desde então. O próximo governo terá de definir a pena ainda não está definido. ”

“Notou-se o sentimento comum. Conseguimos entrar no pleno reconhecimento do cidadão privado que uma vítima da estrada em uma cirurgia não-humano, “receber com alegria o decreto Gianluca Felicetti, a Lav (antivivisezione League), e Rocchi Carla, presidente ENPA (Agência Nacional de Proteção Animal) .

Margaret De Bac – BBC News – 15 de dezembro de 2012
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English (Translation: Google)

New law in Italy requires any human being to rescue animals in the streets, from December 27.
Even pedestrians ..

Humans and animals probably have never been so similar. To approach them, the regulation strengthens the obligation to rescue dogs, cats and specimens of every other kind of road deaths.

The law was already there. Two years ago, in July, the code which regulates the conduct to be behind the wheel was reformed including the important news. Yesterday in the Official Journal was published implementing regulations of the Ministry of Transport that in more detail below.

The obligation to rescue clicks on December 27. Applies to everyone, not only for those who are driving and caused the accident. The rescuer can load the wounded into the car and carry it in the office as it would if a person had on board. You can operate the horn and violate the signs. Motorists are required to stop at the crossing and the police can not enforce fines. A fortiori, the right to siren, blue lights and driving maneuvers it to vehicles vets, those supervisory zoofila and means of motorways and also police, fire, civil protection. The right to relief applies to domestic and wild animals.

Among other things, the decree defines the characteristics of the veterinary ambulances. The Ministry of Health should indicate the specific equipment and procedures for ‘certification status even after calling for intervention on the animal by a veterinarian and pathological conditions that trigger this recognition. ” Severe trauma, open wounds, bleeding disorders and seizures. This so that even doctors are protected and not run the risk of being fined if they exceed the speed limit and do not comply with traffic signs.

Another turning point, which confirms Italy among the first in Europe and the Western world in the policy on respect for animals. Michela Vittoria Brambilla, president of the Italian League for the Defense of Animals and the environment, is reaffirmed “an indisputable principle of civilization. The Berlusconi government has reformed the code in 2010, two years have passed sin and a half since then. The next government will have to set the penalty is not defined yet. ”

“It was noted the common feeling. We managed to enter the full recognition of the private citizen carrying a victim of the road in a non-human surgery, “receive with joy the decree Gianluca Felicetti, the Lav (antivivisezione League), and Carla Rocchi, president Enpa (National Animal Protection) .

Margaret De Bac – BBC News – December 15, 2012

lei italiana

Fonte:
http://www.sivempveneto.it/vedi-tutte/11509-cani-e-gatti-investiti-vanno-soccorsi-come-le-persone-anche-dai-passanti.html

 

Americanos emprestam cães para consolo de parentes das vítimas do massacre em escola dos EUA

 

04:13, 18 DE DEZEMBRO DE 2012

HANNY GUIMARÃES


Um grupo de cães emprestados por americanos da vizinhança tem servido de consolo para os parentes e amigos das vítimas do massacre na escola infantil Sandy Hook, localizada em Connecticut.

 

Desde o último fim de semana, os animais passam dias e noites em um memorial improvisado em  Newtown, onde aconteceu a tragédia, e têm ajudado principalmente crianças que perderam familiares ou estavam na escola no momento do ataque.

Em entrevista ao jornal Daily News desta terça-feira (18-12), Jenna Stuart, que dirige um ônibus escolar da escola Sandy Hook, disse que os cachorros estavam ajudando muito sua filha, Kylie, que estava no colégio quando o atirador Adam Lanza entrou. “Eles me fazem feliz“, disse a garotinha ao acariciar a cabeça de um dos bichos.

 

Para a adestradora de cães Cristal Wright, de 52 anos, o carinho dos animais é fundamental em ummomento de dor e desespero. “Os bichos são capazes de melhorar o humor do mais triste lugar”, explicou.

(Foto: Reprodução / Daily News)

 

Fonte: G1

O touro que chorou.

O TOURO QUE CHOROU

Sabendo que iria ser morto, um touro, em Hong Kong, fez o que a maioria da

s pessoas falha em perceber ou são céticas em acreditar quando se trata de animais – ele demonstrou emoção.

Como reportado pela “Weekly World News”, um grupo de trabalhadores levavam um touro para o abatedouro. Eles estavam prestes a matá-lo para fazer bifes. Quando estavam perto da porta da entrada do abatedouro o triste touro de repente parou de andar e se ajoelhou em suas pernas dianteiras.

O touro estava…. chorando.

Como ele podia saber que seria morto antes mesmo de entrar no abatedouro?

Mr. Shiu, um açougueiro, relembra “Quando vi este animal que dizem ser ‘estúpido’ soluçando e com seus olhos amedrontados e tristes, eu comecei a tremer”. “Eu chamei os outros para verem. Eles estavam tão surpresos quanto eu. Nós continuamos a puxar o touro, mas ele não se movia e ficou sentado lá chorando.”

Billy Fong, dono da fábrica disse, “as pessoas acham que os animais não choram como os humanos. Entretanto, aquele touro soluçava feito uma criança.” Nessa altura, mais de 10 homens presenciavam a cena e todos estavam emocionados. Aqueles responsáveis por matá-lo se sentiram ainda mais tocados e choraram também.

Outros trabalhadores da fábrica também vieram ver o touro que chorava. O local estava repleto de pessoas. Estavam todos chocados com a cena. Três disseram que não iriam esquecer da cena quando matássem outros animais.

Com ambos homem e animal chorando todos sabiam que ninguém poderia matar o touro. Mas o problema era, o que eles fariam com ele? No final, eles levantaram fundos para comprar o touro e enviá-lo a um templo, onde os monges cuidariam dele pelo resto da vida.

Após a decisão dos trabalhadores, um milagre aconteceu. Um trabalhador disse, “quando prometemos ao touro que não iríamos matá-lo, ele começou a andar e nos seguiu.”

Como ele pôde entender as palavras deles?

Mr. Shiu disse “Acredite. Foi real, embora pareça inacreditável.” Sem sombra de dúvidas, este touro mudou a vida dos açougueiros.
Tomara que esta história também mude a sua.

touro que chorou
Fonte:  https://www.facebook.com/photo.php?fbid=457594467638044&set=o.556786244348455&type=1&theater

Veja como foi o Dia Internacional dos Direitos Animais, no Rio de Janeiro.

foto de igor rodrigues. DIDA Rio ULA (31)

 

O Dia Internacional dos Direitos dos Animais (DIDA) de 2012 foi lembrado no Rio de Janeiro por meio de uma intervenção criativa da União Libertária Animal em parceria com diversos ativistas da causa, que se encontraram no bairro de Campo Grande, zona oeste da cidade. Vestidos de branco para simbolizar a cultura de paz que almejam, expuseram banners denunciando a exploração animal e distribuíram panfletos informando sobre Guarda Responsável, Direitos Animais e veganismo, além de receitas para um natal sem crueldade.

Além disso, adultos e muitas crianças* foram convidadas a retirarem pássaros de papel de dentro de uma gaiola, escrevendo neles mensagens do que fariam pelos animais em 2013 e os colocando na árvore de Natal, disposta ali na rua. Conforme as pessoas participavam, a gaiola se esvaziava e a árvore de Natal libertária ficava mais enfeitada de pássaros coloridos com mensagens em prol dos animais. Quem participava também escolhia uma fruta da sorte ao final que, além de ser um convite a uma alimentação ética, vinha com uma frase de Direitos Animais.  A brincadeira promoveu uma interação muito positiva e convidativa, fazendo com que as pessoas guardassem esse momento vivenciado e se abrissem para as informações e reflexões necessárias.

No megafone foi lembrado que os Direitos dos Animais ainda não são respeitados, pois um número imenso desses indivíduos conscientes são escravizados diariamente para benefício humano em fazendas, laboratórios, zoológicos, lojas e tantos outros lugares e situações. Não são respeitados seus interesses em manter a liberdade, integridade física e emocional e a vida, vivendo para suas próprias razões. Então, cabe a nós mudarmos, nos responsabilizar eticamente, começarmos a ver e tratar os animais não mais como propriedade, mas como indivíduos que são, e fazermos escolhas veganas. Pois esse dia só poderá ser realmente comemorado quando não mais houver opressão animal, seja humana ou de animal de outra espécie, e essa mudança de mundo partirá de nós mesmos.

* A União Libertária Animal (ULA) também possui o Projeto Ulinha, com materiais de Direitos Animais para crianças, que desenvolvem o respeito e proteção aos  aos animais desde cedo. São eles a Cartilha Educativa Ulinha e o Jogo Vida Animal. Saiba mais em WWW.facebook.com/GrupoUla ou pelo e-mailulinha@uniaolibertariaanimal.com.

A estória do leitãozinho Paulinchen.

Paulinchen nasceu pequeno, muito menor do que os outros leitões. A natureza tem o seu curso quando a mãe o rejeitou o seu destinado era à morte. Mas Paulinchen estava com tanta fome, então, ele começou a gritar e chorar com toda a força que a garganta tinha. O proprietário dos suínos, Roland Adam ouviu isso, foi para lá ver o que estava acontecendo e encontrou

Paulinchen chorando em um canto o tutor não teve dúvidas, pegou o pequeno e trouxe para casa com uma ideia clara, dá para Katinga, sua cachorra amorosa Ridgeback Rhodesian que tinha dado cria recentemente criar pensou Adam. Katinga adorou logo viu-o e ele literalmente adotou o leitãozinho e ela trata da mesma forma que faz com seus filhotes cães e durante a amamentação Katinga da lambidas carinhosas por toda parte do corpinho de Paulinchen.

Fonte:

Direitos dos Animais/ Facebook

porquinho

Ativistas tiram as roupas na Espanha contra uso de pele na indústria têxtil.

Ativistas pelos direitos dos animais tiraram as roupas e pintaram os corpos de vermelho, representando sangue, durante protesto realizado neste domingo (2) em Madri, na Espanha.

Os integrantes da organização não governamental AnimaNaturalis fizeram manifestação contra o uso de pele animal na indústria têxtil.

Ativistas ambientais tiraram as roupas neste domingo (2) durante protesto contra o uso de pele de animais na indústria têxtil (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)

O protesto aconteceu na cidade de Madri, capital da Espanha (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)O protesto aconteceu na cidade de Madri, capital da Espanha (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)
Os manifestantes fizeram maquiagem pelo corpo, simulando a retirada de parte da pele.  (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)Os manifestantes fizeram maquiagem pelo corpo, simulando a retirada de parte da pele. (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)
 
Fonte: G1