Gülümser, o gato milagre!!!! Lindo demais.

Eles disseram que ela não tinha chance, mas depois aconteceu um milagre …ela lutou! Nós não poderíamos fazer o que fazemos sem as contribuições de nossos membros. favor considerem contribuir para o Fundo de Simba, hoje estamos salvando MONICA http://simbafund.chipin.com/saving-kitty-monica e / ou adotando um de nossos animais ..http://www.facebook.com/LetsAdoptGlobal/photos Por favor, compartilhe este vídeo em seus perfis:

 

 

 

Indicação de Marli Moraes, protetora, amiga e canditada a vereadora no RJ.

Fonte:  Facebook e Youtube.

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Insuficiência Renal em Gatos.

Gatos de qualquer raça, sexo ou idade podem ser afetados, entretanto, animais mais velhos desenvolvem a doença com maior freqüência.
A insuficiência renal crônica em gatos ocorre por volta dos nove anos. Alguns tipos de afecção renal podem ser transmitidos geneticamente nas raças Abissínia e Persa. Todos os animais e seres humanos podem ser afetados pela insuficiência renal crônica.
Visão Geral
Como os rins são órgãos vitais para a sobrevivência, a insuficiência renal crônica pode comprometer imensamente a vida de um gato. Quando funcionam apropriadamente, os rins filtram os resíduos da corrente sanguínea, que serão excretados pela urina.
Um gato com mal funcionamento renal pode beber quantidades cada vez maiores de água e urinar com maior freqüência na tentativa de retirar da corrente sanguínea os resíduos que os rins não têm mais capacidade de eliminar através da urina. Eventualmente, os esforços do gato para compensar a própria insuficiência renal mostram se insuficientes. Com o agravamento da doença, podem ocorrer muitas complicações.
Úlceras na boca e no estômago, anemia e infecções do trato urinário são conseqüências comuns em gatos portadores de insuficiência renal crônica. A pressão alta, que pode levar à cegueira, é uma das complicações mais graves. Geralmente, os gatos mais idosos têm insuficiência renal crônica e a doença tende a piorar com a idade.
Sintomas
Se um gato sofre de insuficiência renal crônica, seu proprietário poderá perceber sintomas típicos como cansaço, perda de apetite e perda de peso. Vômitos, diarréia, ingestão de água de lugares pouco habituais, aumento da quantidade de urina na caixa de areia, feridas na boca, mal hálito, fraqueza e facilidade para se cansar com qualquer atividade. Se o gato tem pressão alta, pode ocorrer perda de visão repentina.
Descrição
Os rins exercem várias funções de manutenção, vitais para o estado geral de saúde do gato. Eles filtram os resíduos para fora da corrente sanguínea e os excretam para a urina. Os rins também controlam os níveis de eletrólitos, de PH, e o estado de hidratação do gato. Além disto, os rins produzem hormônios essenciais como a eritropoietina, que estimula a medula óssea a produzir novos glóbulos vermelhos. Quando os rins começam a falhar, os sistemas orgânicos do gato começam a fazer ajustes em compensação. Por exemplo, o gato pode passar a beber mais água e a urinar com mais freqüência, numa tentativa de “se livrar” dos resíduos acumulados na corrente sanguínea e que deveriam ter sido eliminados pelos rins. Em algum momento, entretanto, o volume das disfunções vai avassalar o gato e ocorrerão sintomas mais sérios de insuficiência renal crônica. Na época em que os exames mostrarem alterações significativas que alertarem o veterinário para a presença de insuficiência renal, 75% do total do rim já devem ter parado de funcionar corretamente.
A causa mais comum da insuficiência renal crônica é o processo normal de envelhecimento. A doença é progressiva e irreversível, ou seja, o prognóstico ou perspectiva de recuperação do gato é ruim. O tratamento, entretanto, pode trazer alívio de curto prazo aos sintomas e melhorar a vida do gato por algum tempo. Um gato com insuficiência renal crônica pode viver de algumas semanas a alguns anos com a doença, dependendo da gravidade e do estágio de evolução da doença.
Diagnóstico
O veterinário irá diagnosticar a insuficiência renal crônica após um exame completo e testes de laboratório, tais como hemograma completo, bioquímica do sangue e análise de urina. Outros exames que podem ser feitos incluem cultura da urina, radiografia, ultra-sonografia, e tomada da pressão sanguínea. Biópsias do rim, através de ultra-som ou cirurgia, podem fornecer informação adicional sobre a causa da insuficiência renal.
Tratamento
Gatos com insuficiência renal crônica muito grave necessitam de internação para tratamento com soro intravenoso, suporte nutricional e medicamentos. Manifestações menos graves da doença podem ser tratadas em casa com medicamentos e dieta apropriada. O veterinário pode recomendar determinados tipos de ração para gatos, que só estão disponíveis com prescrição médica que contém baixos níveis de proteínas, fósforo e sódio e devem, portanto, reduzir a sobrecarga sobre os rins. Outros medicamentos são indicados para controlar alguns sintomas da insuficiência renal, tais como, náusea, inapetência, desequilíbrio mineral e eletrolítico, deficiências hormonais e pressão sanguínea alta. É importante que haja água fresca todo o tempo ao alcance dos gatos afetados pela doença. O veterinário pode ensinar ao proprietário como administrar soro suplementar sob a pele, na chamada terapia líquida subcutânea. Este método é geralmente recomendado para animais com insuficiência renal crônica de moderada a grave. Recomenda-se a repetição de exames regularmente para monitorar a doença. O número de visitas ao médico veterinário irá variar de acordo com a gravidade da doença do gato e de sua resposta ao tratamento.
Prevenção
Gatos que sejam suspeitos de predisposição genética para o desenvolvimento de doença renal não devem ser cruzados. Gatos adultos e idosos devem ser monitorados para a detecção de sintomas anormais e devem receber atenção médica caso surjam sinais clínicos.

Desmistificando: Grávidas e Toxicoplasmose.

Casal adota os gatinhos abandonados no pier do Quebra Mar, RJ. Ela vai ser “mamãe”. Adoção dupla, dos bbcats!!! Sem mitos de toxocoplasmose.

Gente, um ótimo exemplo de informação e amor incondicional. Um casal MEGA grávidos vieram hj adotar um gatinho e acabaram levando 2.

Sejam muito felizes com essa grande família!!

Foram adotados na Pet Shop Sapo Chic, da Viviane Dias Ennes em Niterói, RJ.  Rua Guilherme Greenhalgh, 16 – Lj 07, 24230-070 Niterói        Telefone: 3629-6068

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=439518162757891&set=t.1442621768&type=3&theater

Artigo sobre a doença e as grávidas: https://lambidasamigas.wordpress.com/gravidas-e-toxicoplasmose-nao-abandonem-seus-gatinhos/.

Fonte: Facebook e lambidasamigas

Do artigo: Chico Xavier e o amor aos Animais.

Foi o próprio Chico que nos contou o que se segue.

A sua casa era freqüentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar… Todos os dias o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele. Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal. Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra

 quem se aproximasse. O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado. O amigo explicou que horas antes o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino…

O gato, apesar de agonizante, estava agressivo.

Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele…

– Olha – falou o Chico – você esta morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir… Mas você tem que colaborar, pois está muito doente… Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque quando a gente fala no nome do Senhor é preciso muito respeito…

O gato teve, então, uma reação surpreendente.

Esticou-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe…

Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca…

O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome.

Artigo.: Chico Xavier e amor aos Animais
Por.: Carlos A, Bacelli
Do Livro.: Chico Xavier Mediunidade e Coração

Israelense pede divórcio após mulher adquirir 550 gatos.

Um homem no sul de Israel se divorciou de sua mulher nesta semana depois que ela trouxe cerca de 550 gatos para casa. O marido afirmou em um tribunal na cidade de Beersheba, no deserto de Negev, que ele não conseguia nem mesmo dormir em sua cama, tamanho o número de animais que se recusavam a ir para o chão, de acordo com informações do The Times of Israel.

O homem, em seu processo de divórcio, reclamou que os gatos bloqueavam seu acesso ao banheiro e não deixavam que ele preparasse suas refeições na cozinha, pois uma vez sentado à mesa, os gatos avançavam e roubavam sua comida.

O casal ainda tentou uma reconciliação, seguindo orientação religiosa, mas a mulher foi incapaz de deixar seus gatos, optando pela separação.

 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5794101-EI308,00-Israelense+pede+divorcio+apos+mulher+adquirir+gatos.html

Idosa fica ferida gravemente após ataque de gato no Reino Unido.

Animal do vizinho atacou Nora Scott, 80, quando ela cuidava do jardim.
Ela disse que, se não estivesse de óculos, poderia ter ficado cega.

 

 

 

 

Idosa fica ferida gravemente após ataque de gato no Reino Unido (Foto: Reprodução)
Idosa fica ferida gravemente após ataque de gato
no Reino Unido (Foto: Reprodução)

A aposentada britânica Nora Scott, de 80 anos, ficou bastante ferida após, segundo ela, ter sido atacada por um gatinho do vizinhos enquanto cuidava do jardim.

Nora ficou tão impressionada com o caso, ocorrido em sua casa em Staffordshire, que pediu às autoridades leis para proteger as pessoas de gatos perigosos, assim como de cachorros.

A idosa ficou com os dois olhos roxos e arranhões por todo rosto após o ataque do felino, segundo o “Daily Mail”.

Ela precisou ir ao hospital tomar antibióticos.

“Ele pulou e me arranhou sem motivo”, disse ela ao jornal.

Ela afirmou que, se não estivesse de óculos, poderia ter ficado cega.

Dona Nora afirma que procurou a polícia, mas os oficiais disseram que não havia nada a fazer.

Segundo ela, o dono do gato pediu desculpas pelo incidente e disse que iria manter o felino em casa.

Abandono e agressão de animais também gera polêmica. Convidados do programa ” Na Moral”, divergem sobre a criminalização do que atualmente é contravenção.

 

 

 

 

 

Que absurdo!!!

http://globotv.globo.com/rede-globo/na-moral/v/abandono-e-agressao-de-animais-tambem-gera-polemica/2104562/?fb_action_ids=462399190460423&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

Programa “Na Moral” para quem não viu sobre o novo Código Penal

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O problema é que foi muito mal defendido pela Doutora e pouco explicado pelo Doutor (eles insistem em ignorar a Lei de Crimes Ambientais se atendo somente a contravenção penal). Por isso o “empate” politicamente correto, digamos assim. Sinceramente, gente, eu tenho muito mêdo de quando os “ruralistas” se tocarem neste prato cheio para eles…. Deus nos livre e guarde desta situação….Deus nos livre!!!!!! Eu não vou poupar minha verborragia com os causadores de tamanha irresponsabilidade…. Arrepia minha espinha quando penso nisto!!!!

Por o Grito do Bicho.

Uma gata com rosto de duas cores faz sucesso na web!

Foto mostra um gato com o rosto bicolor e faz imenso sucesso no Facebook, mas será que isso é real? Veja o que descobrimos:

Na terceira semana de agosto, uma fotografia de um simpático gatinho com o rosto de duas cores  apareceu nas redes sociais. Só no Facebook foram milhares de compartilhamentos e “curtidas”,provando o sucesso do bichano.

A foto que estamos falando é essa:

Gato de duas cores no rosto! Verdadeiro ou farsa?

Gato de duas cores no rosto! Verdadeiro ou farsa?

E então? Verdadeiro ou farsa?

A foto é real! O gatinho existe mesmo, é uma fêmea e seu nome é Venus!

Venus, que tem até uma página oficial no Facebook, foi adotada em 2009 e vive na Florida desde então. Ela possui metade do rosto com a cor preta, além de um olho de cada cor!

Fotos: Reprodução do Reddit

A Venus em Vídeo

Para provar que a gata existe mesmo, sua dona postou 3 vídeos no Youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=k38bfE3ubrs&feature=player_embedded

Conclusão

Foto real! A gatinha Venus existe mesmo!

Por que a gata nasceu com a cara de duas cores? Não sabemos… Mas que ficou linda, isso ficou!

Sites citados

 

 

Fonte:   http://www.e-farsas.com/um-gato-com-rosto-de-duas-cores-faz-sucesso-na-web.html

Japão já dizimou sua população de atuns e agora está caçando no Brasil.

Com navios imensos e preparados para caçar por até 90 dias sem aportar, japoneses estão destruindo a vida no litoral do Rio Grande do Sul

Em uma excelente matéria com apanhado de informações resultantes de investigação intensa, a Folha de S. Paulo denunciou esta semana a caça japonesa em águas brasileiras. Com autorização do Ministério da Pesca, comandando desde de março de 2012 por Marcelo Crivella (PRB-RJ), bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, embarcações gigantescas vindas do Japão estão fazendo por aqui o que já fizeram por lá: dizimando os animais para vendê-los a restaurantes e indústrias de enlatados.

“Comida” ou vítimas da nossa ganância?

“Os peixes são em sua essência comida ou vida selvagem desesperadamente necessitada de nossa compaixão?”, questiona o jornalista Paul Greenberg em seu livro-reportagem “Four Fish” (Quatro Peixes). A alta lucratividade do negócio faz os pescadores “esquecerem” que estão causando extrema dor a animais inocentes e destruindo o equilíbrio dos oceanos.

Segundo a oceanógrafa Sylvia Earle, da National Geographic Society, referência mundial em oceanografia, mais de 95% da população mundial de atum-azul já se foi e as outras espécies de atum estão seriamente ameaçadas pela pesca predatória.

Jogo político propicia o esquema

O economista paraibano Gabriel Calzavara de Araújo, ex-diretor do Departamento de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura (1998-2002, no segundo governo FHC), é dono de 2 das maiores empresas de arrendamento de embarcações estrangeiras por empresas brasileiras. Apenas uma de suas empresas, a Atlântico Tuna, que opera desde março de 2011, faturou no ano passado US$ 9 milhões com a exportação de 2.000 toneladas de atum. Sob a gestão de Gabriel, o Departamento de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura publicou o decreto 2.840, de 10/11/1998, que possibilitou a abertura do oceano brasileiro para a exploração japonesa.

Confira a reportagem da Folha, indispensável:

Barco japonês domina pesca de atum em águas do Brasil

 

LAURA CAPRIGLIONE
MARLENE BERGAMO
ENVIADAS ESPECIAIS A RIO GRANDE (RS)

 

Talvez fosse um pecado ter matado o peixe. Suponho que sim, embora a carne fosse para me conservar a vida e para alimentar muita gente. Mas então tudo é pecado. Não pense no pecado, meu velho. […]

“Mas você não matou o peixe apenas para conservar-se vivo e o vender para alimento”, pensou ele. “Matou-o por orgulho e porque é um pescador. Amava o peixe quando estava vivo, afinal ainda o ama morto. Se o ama, com certeza que não foi pecado matá-lo. Ou será ainda pior?”

Ernest Hemingway
“O Velho e o Mar”
(trad. Fernando de C. Ferro)

Primeiro, surge uma boia; depois, uma linha diferente e anzóis de estranhos feitios. “Câmbio, Kinei Maru 108, aqui Gera 8. O nosso material emaranhou com o de vocês”, avisa pelo rádio o capixaba Celso Rocha de Oliveira, 53 anos, 18 deles dedicados à pesca ao atum. O Kinei Maru 108, de bandeira japonesa, não demora a aparecer diante do pequeno Gera 8.

Nos respectivos conveses, tripulações e comandantes se encaram. O piloto japonês está seminu, com toalhas enroladas na cintura e na cabeça, apesar do frio de 3 ºC. A escaramuça acontece a 180 km do porto de Rio Grande, no extremo sul do Rio Grande do Sul, quase no limite do mar territorial uruguaio. O dia é 15 de julho.

O comandante do Gera 8 pede para falar com o do Kinei Maru. “Negativo. Ele não fala português. Se quiser, tem de ser em inglês”, responde o operador de rádio, um dos cinco brasileiros a bordo, de um total de 30. “Kinei Maru, eu estou pedindo a vocês que saiam da área, porque nós pescamos aqui há mais de dez anos e vocês invadiram o local”, fala Oliveira.

O Kinei Maru corta a conversa: “O comandante disse que não vai sair. Falamos de novo sobre esse assunto à noite, ok? Câmbio”. As linhas emboladas são cortadas, pondo a perder anzóis e iscas. Os barcos se afastam.

Atuneiros

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Marlene Bergamo/Folhapress

Navios atuneiros de bandeira japonesa estão pescando em águas brasileiras, e atrapalhando a atividade de pescadores brasileiros, principalmente no sul do país

GUERRA

Com 8.500 km de costa, o Brasil controla uma faixa oceânica de 3,5 milhões de km2 conhecida no direito internacional como Zona Econômica Exclusiva (ZEE), que corresponde às famosas 200 milhas náuticas (370 km). É bem ali, numa tripa de oceano de 15 km por 200 km (3.000 km2, ou 0,09% do total da ZEE), que se trava a “guerra do sushi” entre brasileiros e japoneses. Todos atrás do atum.

“O atum é a nova baleia!”, sentenciam amigos em grupos de defesa ao peixe no Facebook. Referem-se às campanhas da década de 80 que, com o slogan “Salvem as baleias”, conseguiram a interdição da captura comercial dos grandes cetáceos, salvando-os da extinção.

Pertencente ao gênero Thunnus, que abriga oito espécies da família dos escombrídeos, o atum foi entronizado nos últimos 30 anos como iguaria global, na forma de sushi e sashimi, ou apenas selado na chapa quente. Dez entre dez restaurantes japoneses, não importa onde, na Hungria, na Austrália ou na Rússia — e, no Brasil, também nas boas churrascarias e restaurantes por quilo –, disputam sua carne tenra e rubra.

Símbolo da era de ouro do atum, o mercado de Tsukiji, em Tóquio, é uma espécie de Sotheby’s das peixarias, leiloando carcaças congeladas que alcançam preços de obras de arte. No início deste ano, um espécime de 269 kg foi arrematado por uma rede de sushis de Tóquio por US$ 736 mil, ou R$ 1,5 milhão — valor que compra um Portinari menor ou uma boa tela de Beatriz Milhazes.

Pelo menos o atum-azul (Thunnus thynnus) está ameaçado de extinção. Segundo a oceanógrafa Sylvia Earle, da National Geographic Society, maior referência mundial em oceanografia, 95% da população global já virou sushi. As demais espécies correm o risco de sobrepesca (quando a captura supera a capacidade de reposição). Ambientalistas, oceanógrafos, vegetarianos e até sushimen já começam a se agitar: “Salvem o atum!”.

Nos EUA, acaba de estrear o documentário “Sushi: The Global Catch” (veja trailer ), sobre a globalização do peixe cru e seu impacto nos estoques de atum — peixe selvagem que, à diferença do salmão, não se deixa domesticar.

A FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) aponta que a pesca em alto-mar provê as 6,6 milhões de toneladas anuais de atum que consumimos. Da aquicultura vieram minguadas nove toneladas.

Em seu livro-reportagem “Four Fish” (quatro peixes), o jornalista Paul Greenberg afirma que o desafio colocado diante da humanidade é reavaliar “se os peixes são em sua essência comida ou vida selvagem desesperadamente necessitada de nossa compaixão”.

Nesses tempos de cardumes magros, a piscosa costa brasileira entra na disputa como uma das últimas fronteiras ainda inexploradas: em 2011, não passou de 10 mil toneladas o total de atuns capturados em nossas águas, ou 0,15% do total apontado pela FAO, segundo o Ministério da Pesca.

O Gera 8 e o Kinei Maru 108 se encontraram num pesqueiro rico, no cruzamento de correntes marítimas que vêm da lagoa dos Patos, no litoral gaúcho, e do arquipélago das Malvinas. Entre maio e agosto, surge ali um oásis de plânctons (microrganismos aquáticos) que atrai os cardumes de atum, peixe migratório de longas jornadas.

Atrás deles vão os pescadores. Os modernos navios japoneses medem até 60 m da popa à proa, têm autonomia para operar por 90 dias sem aportar e armazenam em seus porões frigoríficos até 200 toneladas de pescado, a -60 ºC. Já os atuneiros brasileiros têm 15, 20 anos, foram adaptados de outras modalidades de pesca e chegam, no máximo, a 24 m de comprimento. Sem frigoríficos, exigem constante vaivém entre a zona pesqueira e o porto, para se abastecer de gelo e descarregar o produto.

Pescadores, indústria de pescados, sindicato de armadores e entidades ambientalistas não se conformam com a concorrência nipônica. Principalmente porque ela acontece sob o beneplácito do ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB-RJ), bispo da Igreja Universal do Reino de Deus que chegou ao comando da pasta em março.

É como se os japoneses pescassem com jamantas, e os brasileiros, com carrinhos de feira. “As embarcações deles devastam nossos cardumes com um volume de pesca superior à capacidade de reposição”, acusa Torquato Ribeiro Pontes Neto, da indústria de pescados que leva seu nome, sediada em Rio Grande (RS). “Prejudicam toda a cadeia produtiva ligada à pesca, já que o peixe sai de seus porões para embarcar diretamente em um cargueiro japonês.”

Oliveira, o mestre do Gera 8 que tentou afastar o Kinei Maru 108, confirma: “Não mato um terço do que matava há 15 anos. E os peixes estão menores. A gente pega peixe pequeno porque não está dando tempo para ele crescer. Posso dizer que está acabando. Conheço isso”.

ARRENDAMENTO

O Ministério da Pesca promoveu o milagre da multiplicação dos peixes nos porões dos barcos japoneses ao facilitar o arrendamento de embarcações estrangeiras por empresas brasileiras. Uma delas é a Atlântico Tuna, que opera desde março de 2011, tendo faturado no ano passado US$ 9 milhões com a exportação de 2.000 toneladas de atum, ou um quinto do volume que o país pescou.

Ela pertence ao economista paraibano Gabriel Calzavara de Araújo, dono ainda de outra empresa do ramo, a Norpeixe, além de ex-diretor do Departamento de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura (1998-2002, no segundo governo FHC).

Com a publicação do decreto 2.840, de 10/11/1998, sob a gestão de Calzavara, foram relaxadas as severas restrições ao arrendamento que acabavam desanimando os postulantes. Segundo o engenheiro de pesca José Dias Neto, o decreto aboliu o período máximo de três anos de arrendamento, autorizando-o por prazo indefinido.

Além disso, ficou permitido, desde que com autorização ministerial, o desembarque em portos estrangeiros, levando ao descontrole da produção, à perda de postos de trabalho no processamento em terra e à evasão de divisas, entre outros problemas. Por fim, o decreto permitiu que haja, nas tripulações, brasileiros em número inferior aos dois terços previstos em lei. “Na prática, isso tornou-se a regra”, afirma Dias Neto.

O primeiro a ocupar a pasta da pesca, na qual despachou entre 2002 e 2006, José Fritsch (PT-SC) chegou a suspender todo arrendamento. “Sempre achei que o caminho não era esse. Preferi investir na modernização da frota pesqueira brasileira”, disse à Folha.

Em 2010, porém, os arrendamentos voltaram com tudo. Das 17 licenças para pesca de atum distribuídas naquele ano a embarcações estrangeiras, 16 foram dadas a barcos japoneses arrendados pela Atlântico Tuna, de Calzavara.

Em troca de 85% a 90% das vendas, os japoneses entram com o navio, o equipamento, as iscas, o combustível, a tripulação e o seguro. Cabe a Calzavara obter as autorizações oficiais, apurando pelo menos 10% das vendas.

Para Giovani Genázio Monteiro, presidente do Sindipi, Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região (SC), “o Brasil só tem prejuízo com o roubo oficializado a nossos estoques. O arrendamento transforma, num passe de mágica, navios japoneses em brasileiros”.

“A política de arrendamento é típica de países africanos, particularmente os do litoral atlântico”, diz o oceanógrafo Jorge Pablo Castelo, 71, professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). “Namíbia, Angola, golfo de Guiné. Países pobres, necessitados de divisas, que vendem licença de pesca a países que possam pagar. Não deveria ser o caso do Brasil, com potencial para política pesqueira autônoma.”

OUTRO LADO

Em defesa de seu negócio, Calzavara diz que está trazendo a melhor tecnologia de pesca de atum ao Brasil. “Os japoneses estão ensinando ao país como aproveitar os imensos e ainda inexplorados recursos pesqueiros”, afirmou à Folha.

“Estamos buscando uma condição de identificar os recursos e saber onde estão. Temos o controle das capturas. Temos de pegar a estatística de capturas e analisá-las profundamente, como está sendo feito. São dados públicos, acompanhados pelo Ministério da Pesca no desembarque. Estamos vendo que temos um estoque muito maior, temos o recurso perto da gente. Sou contra o arrendamento que não agrega informações. O objetivo do arrendamento é abrir fronteiras”, afirmou o empresário.

A reportagem obteve registros de pesca de atum realizados nos anos 50 por um navio japonês de prospecção, operando da mesma região do Rio Grande do Sul. E perguntou a Calzavara por que, se o propósito dos arrendamentos é “identificar os recursos e saber onde estão”, a pesca do Kinei Maru, por exemplo, estava sendo realizada em pesqueiro já tão conhecido.
“Os navios japoneses precisam concluir o trabalho de informação. Quando isso acontecer, talvez nem precisem vir mais”, disse o empresário. Sobre o porquê de a Atlântico Tuna ser a única arrendatária, hoje, de barcos estrangeiros, Calzavara foi lacônico: “Sei lá. Tem de perguntar para eles. Não para mim. Quem quiser que vá buscar”.

ALTO-MAR

A Folha acompanhou uma pescaria em alto-mar, a bordo do Gera 8. Um dia depois de zarpar, o convés amanheceu coalhado de restos do jantar da véspera –nem os nove experimentados tripulantes souberam segurá-lo no estômago. Foram 44 intermináveis horas entre o porto de Rio Grande e o pesqueiro de atum, a 180 km dali, na beirada da plataforma continental (a porção de “fundo do mar” que acompanha o litoral).

Navegação em velocidade lenta, 6 km/h, já que o vento estava forte: “Força 7, muita calma aí, câmbio”, pediu Lelê ao mestre Oliveira. No rádio, explodiam irritantes pshhh-pshhhh. Na escala de Beaufort, usada pelos pescadores, a força 7 é quase um vendaval, capaz de levantar as ondas a seis metros de altura. O barquinho escala os morros de água e logo despenca no vácuo. E de novo, de novo, de novo.

A pesca industrial em alto-mar não é para os fracos. O barco escoiceia, e até mesmo ficar sentado torna-se desafio de rodeio. Romir Vieira Ribeiro, 39, encarregado de pesca em Rio Grande, explica: “Lá fora [no mar], tudo é muito. Quando faz sol, faz sol o tempo todo. Quando venta, venta o tempo todo. Quando chove, chove muito”.

Seu lamento lembra as canções de Dorival Caymmi. “Esses pescadores saem sem saber se voltam. Vão pescar sem saber se conseguirão. Deixam a família sem saber se a encontrarão na volta. Para os marinheiros não há dia ou noite e as jornadas de trabalho facilmente ultrapassam 16 horas.”

No dia em que os anzóis brasileiros se enroscaram nos japoneses, a jornada tinha começado às 2h, com o lançamento ao mar do espinhel, uma cortina de 800 anzóis de aço inoxidável, espalhados ao longo de um linhão de 80 km. A ventania da véspera havia amainado para força 3, com ondas de no máximo 1,25 m de altura. “Está muito bom”, comemorou o piloto.

Cada anzol foi guarnecido de uma lula fresquíssima — o atum tem o paladar refinado. “Se ele perceber que a isca está morta, não come”, explicou o pescador. Às 6h, o espinhel começou a ser puxado de volta, com a ajuda de uma grua. Presos nele, os peixes são fisgados na cabeça — preferencialmente nos olhos — pelo bicheiro, anzol gigante com cabo de madeira e na cauda, a fim de trazê-los a bordo.

O primeiro a subir foi um tombo, ou albacora-branca, “atum de latinha”, dizem os pescadores, com baixo valor de mercado. Depois veio um yellowfin, ou atum-amarelo; então, uma meca, ou marlim-branco, ou espadarte, a mesma espécie que Santiago enfrenta na obra-prima de Ernest Hemingway, “O Velho e o Mar”. Por fim, o rei daquelas águas: um bati, ou yel-lowfin gigante, de 103 kg.

“Tem de segurar firme, senão ele carrega você até a água”, explica Arnoldo dos Santos, 48, pescador há 30 anos e cozinheiro do Gera 8. O convés estava forrado de colchões — caso o peixe se debata no chão, não podem se formar hematomas, que desvalorizam a carne. “O sashimi tem de estar perfeito”, preocupava-se o comandante.

O atum tem sangue quente: cruza os sete mares com temperatura corporal até 10ºC superior à do ambiente, o que lhe permite migrar de águas equatoriais para temperadas sem dificuldades. Ele nada, nada, até quando vai morrer. Com o bicheiro cravado na cabeça, ele nadava. Com o chucho — espécie de chave de fenda — enfiado no coração, para sangrá-lo, ele nadava. Pendurado pela cabeça, nadava.

Arrancaram-lhe as guelras e, mesmo assim, dez minutos depois, o bicho ainda nadava. Um tripulante enfiou-lhe o chucho na cabeça. Ele insistiu. Pelo buraco aberto no cérebro, um grosso fio de náilon foi introduzido até o fim da medula. O peixão teve convulsões e por fim ficou inerte. Não se podia dizer se já estava morto, mas “tetraplégico”, com certeza.

A uma milha dali, um grupo de orcas espreitava o espinhel, à espera de um peixão que sobrasse para elas. Albatrozes, petréis e gaivotas revoavam em torno do barco, também em busca de migalhas. No convés, reinava o silêncio entre os homens. A agonia do bicho foi silenciosa. Uma mangueira de água levava o sangue para o mar e o peixe foi armazenado no porão.

O ritual ganha escala industrial no navio japonês, uma verdadeira indústria flutuante que pesca, limpa, processa, congela, armazena e exporta. Em vez de lançar 800, são 4.000 os anzóis em seu espinhel. Enquanto os anzóis brasileiros não passam de 100 m de profundidade, os japoneses se infiltram no meio do cardume, entre 200 e 400 m abaixo da linha do mar.

De maio até o fim deste mês, três navios japoneses terão frequentado o pesqueiro de Rio Grande: o Kinsai Maru 38, o Kinei Maru 108 e o Shoei Maru 7. No começo de agosto, o Kinsai Maru 38 atracou no porto de Natal. Com os porões lotados, levava 170 toneladas de rico pescado, boa parte já embarcada para o Japão em navio. As cinco toneladas de peixes do Gera 8 foram para o mercado de peixes do Ceagesp, em São Paulo.

OBSERVADOR

Além dos 30 homens que cuidam da faina no Kinei Maru 108 (para 9 no Gera 8), há ali um tripulante que representa o Ministério da Pesca, encarregado de fiscalizar a produção, registrando espécie, peso, características principais.

Para Rodrigo Claudino dos Santos, coordenador-geral de Planejamento e Ordenamento da Pesca Industrial Oceânica do Ministério da Pesca, a presença dos observadores de bordo, como são chamados, “constitui-se em conhecimento adquirido pelo Brasil. Vira patrimônio nacional, que poderá ser usado por pescadores brasileiros”.

Folha apurou que os observadores de bordo são pagos pelo armador do barco que devem fiscalizar — oficialmente, R$ 120 por dia. Extraoficialmente, recebem parte do pescado, principalmente cações e tartarugas marinhas. “Isso gera um incrível conflito de interesses”, aponta o professor Castelo. “É inadmissível que o Estado brasileiro deixe a cargo dos fiscalizados o salário dos fiscais.”

No dia 15 de julho, o rádio do Gera 8 interceptou uma conversa entre o observador de bordo do Kinei Maru e seu colega do Kinsai Maru.

Observador do Kinei Maru: “Meu irmão, hoje, aqui, o Gera 8, o ilustre Gera 8, deixou de fazer a pescaria dele para vir engrolhar o material dele com o da gente. E ainda trouxe de cãimbra [sic] uma repórter por cima do barco dele, fazendo uma reportagem. A gente está mais famoso.”

Kinsai Maru: “Não se preocupe. Em caso de bronca judicial, é o teu relatório que vai estar na mesa do homem da capa preta.”

O observador do Kinei Maru respondeu num português dos mais vivos: “Judicial de cu é rola, meu irmão. O ano que vem eu vou vir aqui com o Rocky 2 [barco de Calzavara] por cima do comando e uma trupe de nordestinos com faca no bucho. Não estou nem aí. A gente está pondo peixe para cima, mais de cem peças por lançamento. Por mim, eu quero que esses caras [os japoneses] pesquem até o peixe voar pela janela. Eu não tô nem aí, brother. O oceano não tem dono não, meu compadre”.

 

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/1138936-barco-japones-domina-pesca-de-atum-em-aguas-do-brasil.shtml

Vista-se : http://vista-se.com.br/redesocial/japao-ja-dizimou-sua-populacao-de-atuns-e-agora-esta-cacando-no-brasil/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+vista-se+%28Vista-se%29

 

 

 

 

Denunciem as fábricas de filhotes!!!!

Essa é a história da Lilly, mais uma vítima das “fábricas” de cães de raça. Quem comprou seus filhotes lindos e macios em Pets Shops de Nova York, jamais imaginaria que a “matriz” (ela, a mãe) estaria assim.
Um criador de fundo de quintal a deixava dessa forma, e quando ela não mais “prestou” para sua fábrica de filhotes, ele a colocou num saco de lixo e a deixou à própria sorte para morrer.
Feliz

mente, alguém a encontrou, e hoje está sob cuidados médicos, por enquanto correndo risco de vida.
O dono da “fábrica” de filhotes foi denunciado, e a pressão está sendo grande para que ele pague por isso.
Devemos pressionar aqui também, para que criadores façam um trabalho sério, e que haja um controle e supervisão para que atrocidades como essa não aconteçam .Denunciem sempre!!!
Como eles dizem por lá…criadores sérios NÃO vendem filhotes para Pet Shops !!!
Vejam a matéria original abaixo:

Fonte:Pet Rescue NY
We don’t share all of the heartbreaking stories we hear, but we hope Lilly’s story is shared far and wide.

Lilly was owned by a backyard breeder – she was kept outdoors in a filthy lot with two male dogs and neighbors could hear her scream when the dogs tried to mate with her while she was not in heat. When she was no longer useful to them, the “breeders” put her in a black garbage bag and dumped her on top of a mountain, left to die.

Luckily, someone found her and brought her to a local shelter in VA where our rescue partner called us right away. There was no question that we would help and she was immediately rushed to a vet. Her fur was so matted around her leg that it cut off circulation. They shaved her down and she is on antibiotics – the vet thinks her leg can be saved but she will need lots of care. The vet was very upset about her condition and called her the “train-wreck dog.” Authorities were notified but we don’t know what will be done about it.

Lilly will stay at the vet until she is better and then will come up to Pet Rescue in New York to start a new life.

Our hearts break for this poor helpless dog. We are so angry, sad and appalled – how can someone do this? How do we stop this atrocity? The sad reality is that she is just one of many backyard breeding moms living in these terrible conditions. People will see her cute and fluffy puppies, but will not see her life of misery.

We know you understand. And we hope you’ll share this post so that some good comes out of Lilly’s story. Maybe someone will see this and think twice about buying a dog at a pet store. Reputable breeders do not sell to stores.

We will keep you updated on Lilly’s condition… please send her your positive thoughts.