Aromaterapia para uso em Animais.

Dicas Para Animais

Aromaterapia Para Uso em Animais

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O exercício da arte de tratar animais começa com o processo de domesticação dos lobos pelo homem primitivo. O mais antigo registro que se tem notícia, data do século XVIII a.C. – é o “Papyrus Veterinarius de Kahoun” (egípcio) que fazia referência à medicina animal, indicava técnicas de diagnóstico, sintomas e tratamento de várias espécies animais com plantas e ervas. Os conceitos daAromaterapia Para Uso em Animais estão fundamentados na visão holística de tratamento, a percepção do Universo e do bicho como um todo harmonioso e indivisível. A saúde holística tem como objetivo o bem-estar do ser total, não limitada aos sintomas da enfermidade. Ela está baseada na suposição que corpo, mente, emoções e espírito formam uma unidade indivisível e que o desequilíbrio em um desses níveis causa a doença. A Aromaterapia, sendo uma terapia holística complementar, não substitui a consulta com o médico veterinário, de uma forma geral, as terapias holísticas possuem um efeito rápido e efetivo nos animais, no caso da Aromaterapia, os animais por terem o olfato muito mais desenvolvido que o dos humanos, respondem muito bem ao tratamento. A absorção dos óleos essenciais se dá pelo olfato e através da pele (tato). As ramificações dos nervos olfativos na cavidade nasal de um cão por exemplo, ocupam cento e sessenta centímetros quadrados e no homem ocupam cinco centímetros quadrados. As células olfativas, no homem, são em número de cinco milhões, em um cão pastor alemão por exemplo, são duzentos e vinte milhões. O olfato nos gatos também é muito desenvolvido. Os gatos possuem um órgão chamado vomeronasal no céu da boca que os ajuda a identificar odores. É considerado o segundo sistema olfativo do gato. É como se sentissem o “gosto” do cheiro. Todos os animais respondem ao tato, às carícias. Neurologistas descobriram que quando a mãe lambe os filhotes, provoca modificações químicas neles. Se o filhote é separado de sua mãe, diminuem seus hormônios de crescimento. Texto e dicas por Martha Follain.

Atenção

Cuidados: não use óleos essenciais perto dos olhos, nariz e nem nos genitais do animal, se mesmo com todo cuidado o óleo essencial penetrar no olho do bichinho, nariz ou genitais, colocar algumas gotas de óleo vegetal em uma gaze esterilizada e aplicar suavemente no local (não lavar). Manter os frascos fora do alcance de crianças e de animais, alguns óleos essenciais são tóxicos e oferecem perigo quando usados em grande quantidade. Não dar óleos essenciais oralmente para animais, os óleos essenciais podem ser usados em quaisquer animais: cães, gatos, cavalos, ferretes, ratinhos brancos, coelhos, bois, cabras, hamsteres, animais silvestres, animais selvagens etc. O que pode variar é a diluição, em relação ao tamanho do animal, por isso é sempre importante a consulta com o um terapeuta qualificado. Para vaporizar ambientes, usar álcool de cereais, no caso de vaporizar o animal, usar água destilada (não usar álcool de cereais), protegendo sempre os olhos do bicho. Os animais, por terem o olfato muito sensível, podem não aceitar, rejeitar ou não gostar do aroma de uma determinada sinergia, então a combinação de óleos essenciais deverá ser mudada.Terapeutas e Profissionais Habilitados: o terapeuta ou profissional da área deve obsevar alguns cuidados para a recomendação dos óleos essenciais para animais. É importante estudar características e comportamento da espécie, ambiente onde vive o animal e temperamento individual, alguns óleos são contra-indicados para uso em fêmeas prenhes (Alecrim, Cipreste, Cedro e Cravo), o óleo essencial de Lavanda deve ser usada em dosagens pequenas e bem diluido em óleo vegetal, caso o animal ou sua linhagem tenham histórico de abortos naturais recomenda-se não usar este óleo. Os óleos fotossensibilizantes, em geral os cítricos (Bergamota, Laranja, Limão Tahiti e Tangerina), quando usados não deve-se deixar o animal exposto ao sol por um período de até doze horas após a aplicação na pele ou pelo. Alguns óleos são tóxicos quando usados em excesso (Canela, Cravo e Tea Tree) e só devem ser recomendados por terapeuta devidamente habilitado, que saberá indicar a posologia e freqüência corretas. Deve-se evitar os óleos de Alecrim e Hortelã Pimenta em animais epilépticos pois podem provocar convulsões. Alguns óleos não devem ser utilizados conjuntamente com Homeopatia pois podem “cortar” o efeito da da mesma.

ATENÇÃO: AS SINERGIAS NÃO DEVEM SER FEITAS OU MINISTRADAS, A NÃO SER POR UM TERAPEUTA HOLÍSTICO ESPECIALIZADO.

Fonte:http://www.phytoterapica.com.br/dicasanimais.php

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