Doenças Virais Felinas

DOENÇAS VIRAIS

                As doenças virais mais comuns nos gatos são, sem dúvida, as que pertencem ao chamado “Complexo Respiratório Felino”. Ele é composto de  múltiplos agentes que  atuam  provocando sintomas  similares. Ou seja, cada agente está  associado a um sintoma, que pode vir sozinho ou acompanhado de vários outros. Porisso, a mesma doença pode  incidir  duas vezes no mesmo animal,  sem necessariamente apresentar os mesmos sintomas. Nenhuma delas é transmissível  para o homem.
As doenças que fazem parte do Complexo Respiratório Felino  são evitadas através do cumprimento  do calendário anual de vacinação. Esse consiste em 3 doses de vacina  no primeiro ano de vida, a partir dos 2 meses de idade, e mais dois reforços com intervalos de 30 dias entre cada revacinação. A vacina contra raiva deve ser administrada após o cumprimento do cronograma acima.
Numa única dose, a vacina Tríplice  imuniza o gato contra Rinotraqueíte,  Calicivírus e Panleucopenia. Algumas vacinas vem associadas também com anti-corpos para Clamydia (Quadrupla),  e outras abrangem também a Leucemia Felina (Quintupla). O veterinário optará qual administrar no seu filhote. Deve ser feito um reforço anual da vacina contra raiva, e também da triplice (substituída pela Quadrupla ou a Quintupla,  conforme orientação de seu veterinário).
As doenças descritas a seguir são virais: isso significa que elas são disseminadas pelo ar, e podem ser trazidas através dele, ou de  suas roupas e sapatos. Porisso, mesmo que  seu gato não saia de casa, jamais deixe de vaciná-lo. Esse ato protegerá seu bichinho de estimação, evitando muito sofrimento para você e para ele.

RINOTRAQUEÍTE:  O vírus permanece de 7 a 15 dias incubado, até a manifestação da doença, que  se apresenta como  uma gripe: lacrimejamento nos olhos, espirros, salivação espessa e excessiva, coriza e febre eventual;  se não for devidamente tratada, pode levar o gato à pneumonia e a morte. Pode ser evitada se o gato for devidamente vacinado, conforme o programa de vacinação estabelecido.  

CALICIVÍRUS: Ulceração nas mucosas internas da boca, que promovem a perda de apetite do animal. Pode haver sintomas de uma gripe seca. O período de incubação é o mesmo da Rinotraqueíte.

CLAMYDIA: Também faz parte  do Complexo Respiratório Felino, porém, manifesta-se mais intensamente nos olhos, como uma conjuntivite. Incubação: 5 a 15 dias. O animal apresenta espirros secos, sem secreção, e o nariz torna-se mais avermelhado. Pode apresentar febre. Facilmente confundível com processos alérgicos.

PANLEUCOPENIA: Infecção intestinal  provocada por vírus. A incubação leva de 2 a 5 dias. Altamente contagiosa e geralmente fatal, principalmente em filhotes. Os sintomas são: vômito prolongado e severo, espumoso e com coloração da bílis (secreção hepática), seguida de diarréia e febre alta. Desidratação drástica, e consequente perda de sais. O gatinho morre em poucos dias, na grande maioria das vezes. Ainda não é conhecido nenhum tipo de tratamento;  porém, a vacina oferece proteção contra a doença.

LEUCEMIA FELINA: Trata-se de câncer no sangue. Os sintomas variam bastante mas, geralmente, o animal apresenta perda de peso e de  apetite, e uma debilidade crescente. Também não há cura conhecida. A transmissão parece ocorrer através da mãe, e  não se sabe ao certo se a transmissão ocorre pelo contato direto. Evitável através da vacina.

PERITONITE INFECCIOSA FELINA: também chamada de PIF ou FIP, uma das doenças felinas  mais cruéis e complexas. Incide com uma frequência  considerável.  Contagiosa e fatal, a partir da manifestação dos sintomas, que ocorre,  geralmente, a partir de uma  queda de resistência. O período de incubação pode levar de 7 dias a vários anos. Os sintomas são os mais diversos, pois a doença ataca as células do sangue, e pode manifestar-se das mais variadas formas. Normalmente, provoca distenção do abdômen, devido ao acúmulo de líquidos nessa região;  o gato apresenta uma coloração amarelada no corpo todo, perda de apetite, emagrecimento progressivo  e debilidade geral. Transmissão através de contato direto, urina, fezes e saliva. Existe a possibilidade de transmissão pelo ar. Nem todos os animais que apresentam o vírus desenvolverão a doença. Não há cura conhecida, pesquisas estão sendo desenvolvidas nesse sentido. Alguns resultados foram obtidos  em tratamentos realizados  com medicamentos para aidéticos (humanos).

AIDS FELINA: De menor incidência, ela se manifesta como a AIDS humana, atacando o sistema imunológico do animal e baixando a resistência do organismo; como consequência, o gato passa a desenvolver inúmeras  doenças, emagrecimento progressivo e debilidade geral. Como a PIF, a AIDS é fatal, não existe cura nem tratamento conhecido.

RAIVA: Baixíssima incidência, uma vez que a raiva está praticamente erradicada no Brasil. O gato procura lugares escuros, apresenta profunda salivação e agitação, e desenvolve um comportamento profundamente agressivo. Não existe tratamento, ele  morrerá em poucos dias. Deve-se ter muito cuidado ao lidar com um animal infectado, pois a doença é transmissível ao homem.

OUTRAS DOENÇAS  

DOENÇA RENAL POLICÍSTICA (PKD): Não podemos falar de saúde dos gatos sem mencionar a ‘famosa’ Doença Renal Policística. Ela incide no Grupo Persa há décadas no mundo, mas começou a ser diagnosticada no Brasil recentemente, com o advento da importação de gatos provenientes dos EUA e Europa.
De origem genética e hereditária, é autossômica dominante: ou seja, os gatos não se tornam portadores, transmitindo para gerações posteriores: ou eles tem PKD ou não. Portanto, se forem negativos, não trasmitirão a doença para sua descendência. 

Ela incide em 45% dos gatos do Grupo Persa (Persas, Himalaias & Exóticos) em todo o mundo; e, no Brasil, aproximadamente 25% dos gatos testados foram diagnosticados como positivos. Até alguns anos atrás, o  diagnóstico era feito através de ultrassonografia, que identificava – 
ou não – os cistos renais característicos da doença (que devem estar localizados na região cortical dos rins). Os ultrassons eram realizados após os 8 meses de idade, quando o desenvolvimento do filhote se completa, e ele se torna adulto.
        Porque em destaque? Porque, os testes realizados através de Ultrassom tinha uma grande margem de erros,  pois dependiam de diversos fatores: resolução do equipamento de ultrassom; tamanho dos cistos renais (se forem infinitamente pequenos, o ultrassom não os vê); habilidade do profissional em realizar o exame; idade e situação momentânea do gato, citando apenas alguns deles.
Assim,  acompanhamos muitos casos de gatos que foram testados anualmente por 6 anos, e foram indentificados cistos somente após essa idade; quando o gato, diagnosticado como negativo por muito tempo, já havia procriado e gerado diversos filhotes com o mesmo problema.
Hoje, os testes são realizados por DNA, que oferece precisão e segurança nos resultados. Os Criadores sérios e idôneos testaram todo o Plantel (por DNA), retirando assim os gatos definitivamente positivos de suas linhas de criação.
Pudemos realizar uma grande campanha de diagnóstico de PKD através do Gatil Blaze Star e do FelineClub, que difundiu em escala nacional, o Programa de Pesquisa desenvolvido pelo Laboratório VET IMAGEM, que realizou os testes em centenas de gatos em São Paulo; e cuja campanha ganhou tal dimensão, que  incentivou a realização dos testes em todo o país. Algum tempo depois, acompanhando atentamente as pesquisas e descobertas no Exterior, o Gatil Blaze Star promoveu não só os testes para diagnóstico com ultrassom (que era o que havia disponível até então, mesmo a nível mundial), mas também promoveu a realização dos testes feitos através de DNA, cuja tecnologia foi desenvolvida há aproximadamente dois anos atrás nos EUA. O diagnóstico oferece precisão de 99,9% nos resultados. Inicialmente, a demanda era gigantesca a nível mundial, mas, depois de algum tempo,  contatei o laboratório australiano GRIBBLES, que passou a atender os criadores brasileiros.
A doença pode ser diagnosticada, mas não há cura: se o gato passar a desenvolver os cistos, o crescimento destes acabará por provocar uma falência renal. A saída seria um transplante, mas não existem históricos de transplante renal realizados em felinos com sucesso.
Mas, nem todos os gatos portadores de  PKD desenvolverão cistos. Muitos morrem de causas naturais, bem velhos, ou por outros fatores; e, quando realizada necrópsia, revelou-se cistos renais que jamais se desenvolveram.         
Mas não se apavore: nem todos os cistos renais são indicativos de Doença Renal Policística. Existem outros tipos de cistos, que normalmente se localizam fora dos cálices renais (ou região cortical), que são temporários e podem ser provocados por diversos outros fatores: administração de medicamentos, alimentar, intoxicação, de o
rigem congênita (e não genética), ou por qualquer outro fator externo que provoque uma sobrecarga renal.

SÍNDROME UROLÓGICA FELINA: Síndrome Urológica Felina, (SUF), era um problema de alta incidência em gatos há anos atrás, principalmente em machos. Provocada predominantemente por razões alimentares (ou seja, rações de baixa qualidade, com baixo teor protêico e grande quantidade de minerais), provoca alteração do PH urinário tornando-o alcalino, com formação de cristais na bexiga e consequente entupimento do canal da uretra. O problema se torna crônico, e dificilmente o gato apresenta cura definitiva, mas reincide com o entupimento preiódico. Vigilância constante permite que o socorro venha a tempo de salvá-lo de uma uremia, o que provoca sério comprometimento e consequente paralisia renal, levando-o à morte.
Os sintomas variam: a urina pode tornar-se mais escura, com sangue e diminuição de pressão e quantidade. O gato esforça-se para urinar, mas não consegue e chora de dor. Nesse estágio, a uretra pode estar completamente entupida, e se não for socorrido imediatamente, haverá paralisação dos rins, que levará o gato ao coma e à morte. Pode ser evitado com medidas alimentares: ofereça ao seu gato uma ração com altos teores protêicos, que tornam a urina mais ácida, e baixos teores de magnésio, evitando a formação de cálculos.
Ainda falando de enfermidades do trato urinário, é comum que um gato apresente cistite (inflamação na bexiga), ocasionada por bactérias ou até mesmo de nascença, que acaba por tornar-se crônica; esse quadro pode ocasionar um aumento no tamanho dos rins, causando uma nefrite. Também é normal a insuficiência renal em gatos, causada por agentes tóxicos, infecções ou traumatismos.  Todos esses problemas são tratáveis.

GASTROENTERITE: muito comum em filhotes em fase de desmame. Pode ser provocada por adaptação alimentar, parasitas no aparelho digestivo e até mesmo por calor excessivo. Mas também pode ser um sintoma de doenças muito graves. O gatinho apresenta vômitos, seguido de intensa diarréia e prostração. Ofereça-lhe água de coco (hidrata, nutre e estabiliza o aparelho digestivo) e procure o veterinário para diagnosticar a causa: o gatinho perde muito peso, água e sais em 24 horas, e pode morrer se o problema persistir por mais de 48 horas.

PERIODONTITE: A formação de placas bacterianas e tártaro nos dentes provocam uma infecção na gengiva, que pode chegar ao osso do maxilar. Se não for tratada, provoca a perda dos dentes e infecções mais sérias. Recomenda-se uma limpeza de tártaro, realizada por um veterinário, anualmente.

PIOMETRA: Severa infecção uterina ocasionada por desequilíbrios hormonais nas fêmeas. Existem tratamentos que podem ou não surtir efeito:  devem ser tomadas medidas urgentes para evitar a perda do útero, o que acontece com frequência. Nem toda as infecções uterinas são Piometra: é comum fêmeas apresentarem esse quadro após o nascimento dos filhotes, principalmente se uma placenta ficar retida no útero. O  veterinário saberá identificá-la.

            Existe uma infinidade de problemas que podem acometer um gato: envenenamento por plantas, produtos de limpeza e outras substâncias tóxicas são igualmente comuns. Acidentes como queda, torções, luxações também podem ocorrer, com menor frequência. Tumores são observados em gatos. A deficiência de vitamina D pode causar raquitismo, assim como a deficiência de cálcio ocasiona um enfraquecimento nos ossos. Eles também são muito suscetíveis a alergias. Substâncias irritantes como poeira podem causar uma conjuntivite.
Mas se seu gato for sadio, estiver sendo  mantido em boas condições de higiene, for bem alimentado e estiver devidamente vacinado, é muito provável que viva sadio e feliz ao seu lado por muitos anos. Leve-o, periodicamente, para uma avaliação, pois problemas diagnosticados no princípio são muito mais fáceis de serem curados. Procure cuidar bem dele, e sempre que tiver alguma dúvida, consulte seu veterinário.

Texto: Elaine Jordão
Gatil Blaze Star

Fonte: http://www.blazestar.com.br/pages/artdoencas.htm

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O FIV e o FeLV Duas doenças infecciosas frequentes e terríveis,que acometem os gatos.

O FIV e o FeLV

Duas doenças infecciosas frequentes e terríveis

A Leucose Felina e a Síndrome da Imunodeficiência Felina são duas doenças provocadas por dois vírus diferentes, da família do retrovírus: o vírus da Leucose Felina (Felv) e o vírus da Imunodeficiência Felina (FIV). Estas doenças que afectam apenas os gatos, e que não podem em nenhum caso ser transmitidas ao homem, são particularmente frequentes e temíveis. A leucose Felina é de resto uma das principais causas de mortalidade infecciosa nos gatos!

Infecções que permanecem ‘escondidas’ durante vários anos

Num gato contaminado pelo vírus da Leucose Felina (Felv) podem passar-se um a dois anos antes do aparecimento dos principais sintomas no caso de uma infecção pelo vírus da Imunodeficiência Felina (FIV), o prazo para o aparecimento dos sintomas pode ultrapassar os cinco anos!

Graves consequências para os gatos contaminados

A infecção por um ou outro destes retrovírus leva à diminuição progressiva e mais tarde ao desaparecimento das respostas imunitárias do animal. Este efeito de imunodepressão priva o gato das suas defesas contra os agentes infecciosos e abre caminho a toda uma série de afecções díficeis de tratar (Estomatites, Gastroenterites, Coriza…), que conduzem mais cedo ou mais tarde à morte do animal. Além disso, a infecção pelo Felv acompanha-se frequentemente do desenvolvimento de tumores ou de leucemias fatais.

Duas doenças incuráveis

Não há, actualmente, tratamento específico contra a infecção crónica pelo vírus da Leucose Felina (Felv), ou pelo vírus da Imunodeficiência Felina (FIV)…Mas existem actos simples que podem reduzir os riscos de contaminação.

Modos de transmissão bem conhecidos

O vírus da Leucose Felina (Felv) transmite-se pelas secreções (saliva e lágrimas) e também pelas matérias fecais, urina e ainda pelo leite, durante a amamentação. Esta abundância de vectores torna este vírus particularmente contagioso!O Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV) transmite-se apenas por contaminação sanguínea, por exemplo, quando de uma luta com mordedura.

Factores de risco bem identificados

Os riscos aos quais está submetido o seu animal variam em função da sua idade e do seu modo de vida. Por exemplo, os gatos machos inteiros, de mais de quatro anos e vagabundos estão mais expostos do que os outros à infecção pelos vírus do Felv e do FIV. É portanto importante pensar em testar e proteger os seu animal de companhia, o mais cedo possível, desde a sua idade mais jovem.

Técnicas de despiste eficazes

Um bom diagnóstico tem um papel essencial no controlo da disseminação nestas duas infecções e permite o estabelecimento das medidas necessárias à protecção do seu gato. Existem hoje testes inovadores e eficazes para despistar o Felv e/ou FIV. Graças a estes testes, o seu veternário, pode em alguns minutos, estabelecer um diagnóstico fiável da infecção, por qualquer um destes vírus.

A vacinação Felv protege o seu animal

O seu gato e o seu veternário já não estão desarmados contra a Leucose Felina (Felv), já que existem no mercado vacinas eficazes e seguras que previnem esta infecção. Tendo em conta a frequência desta doença e o seu desfecho sempre fatal, a vacinação Felv é evidentemente uma prioridade. Na medida em que os riscos de contaminação aumentam com a idade, é de seu interesse pedir ao seu veternário que vacine o seu gato o mais cedo possível. […] É aconselhado fazer um teste de diagnóstico Felv, antes de dar a vacina.

Outras medidas de protecção

Com o intuito de agir sobre os factores de risco, o seu veternário poderá aconselhar a esterilização (castração) do seu gato. Ela é, assim como o isolamento, a única medida de prevenção eficaz contra a infecção pelo vírus da Imunodeficiência felina (FIV), Já que reduz consideravelmente a vagabundagem e as lutas que estão na origem da infecção.

Folheto Informativo da Meria Pt – Saúde Animal, Lda

Fonte:http://www.felinus.org/index.php?area=artigo&action=show&id=14

L’Occitane volta a testar em animais.

 

L’Occitane não é mais uma boa opção para os veganos

Antes considerada uma ótima opção em cosméticos veganos, a empresa francesa L’Occitane, presente em mais de 60 países com mais de 1.500 lojas, está novamente entre as marcas que testam em animais na lista da ONG norte-americana PETA (veja aqui), uma das mais atualizadas e respeitadas listas do tipo do mundo.

Na página brasileira da empresa no Facebook, já é possível notar alguns consumidores reclamando.

Sem valores, outras empresas da beleza também voltaram a testar em animais

Muitas empresas conhecidas por não testar em animais estão deixando isso de lado para entrar no gigantesco mercado chinês que, infelizmente, ainda exige testes em animais para produtos cosméticos. Isso aconteceu recentemente com a AVON e com a MARY KAY.

 

Fonte: Vista-se.

 

 

 

 

 

O prefeito de Bogotá proíbe touradas na Plaza de Santa Maria

O prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, anunciou hoje que a praça de touros Santamaria será transformado em “uma cena de cultura e educação” .

Depois de Bogotá Touradas Corporação rejeitou sua petição que as celebrações não matar o touro, o prefeito da capital colombiana decidiu rescindir o contrato atual e têm o local para realizar atividades culturais e educacionais fora da exploração animal.

Através de um comunicado de imprensa, Petro disse que ” La Plaza de Toros de Santamaria farão parte do sistema de ensino do distrito, em que os melhores poetas e escritores se reunirá diariamente com os alunos em nossas escolas públicas para dar aulas de literatura e cartas. “

O presidente lembrou que a Plaza de Toros ” é de propriedade dos cidadãos e continuar a servir a cidade, tal como no teatro Jorge Gaitan, Plaza de Bolívar e da rede de museus no Distrito “ . Ele acrescentou que embora a lei não proíbe touradas, eles podem evitar patrocínio estatal para a tourada. Assim, o prefeito abriu a possibilidade de cancelar o contrato assinado pelo Instituto Distrital de Recreação e Desporto (IDRD).

Em janeiro passado, poucos dias de tomar posse, o Petro renunciaram ao uso da caixa quadrada é reservado para a mais alta autoridade na capital, mostrando sua insatisfação com esse tipo de show.

 

 

 

 

 

 

“Gato, ajuda menino autista a sair da sua concha, no Reino Unido”

17 de junho de 2012 às 10:25

Foto: Bruce Adams/ Daily Mail

Os animais não param de demonstrar uma capacidade natural de ensinar e de serem os melhores amigos do ser humano. Desta vez, um exemplo dessa capacidade chega-nos através da história do gato Billy e do seu jovem tutor Fraser, um menino autista britânico que, graças ao companheiro, conseguiu “sair da concha” e ganhar confiança. De acordo com o Daily Mail, Billy e Fraser tornaram-se inseparáveis desde o primeiro dia. A família do menino decidiu adotar o felino depois de este ter sido abandonado pelos antigos tutores e salvo por uma associação de proteção animal e, a partir desse momento, a vida de todos tornou-se mais simples.

Foto: Bruce Adams/Daily Mail

“Ele aparece sempre que o Fraser começa a ficar nervoso, impaciente ou zangado e dá-lhe mimos para o tranquilizar”, conta a mãe, Louise Booth, ao diário britânico. “Dizem que os animais conseguem sentir as coisas e é verdade que o Billy parece saber sempre antes de todos nós quando isso vai acontecer”, revela.

Foto: Bruce Adams/ Daily Mail

Fraser, de quatro anos, foi diagnosticado com autismo quando tinha 18 meses, depois de Louise e o marido, Chris, se aperceberem de que o filho não estava a desenvolver-se tão rapidamente como outras crianças da mesma idade.

A partir desse momento, o menino começou a fazer terapia para aprender a lidar de forma mais tranquila com as atividades do dia-a-dia, que para si podem ser muito complicadas, gerando mudanças repentinas de humor e muitas lágrimas.

Foto: Bruce Adams/Daily Mail

Porém, a chegada de Billy tem sido um dos elementos-chave dos progressos de Fraser. “Ele tem feito uma diferença total na vida da nossa família. Afastou o stress e trouxe-nos alegria e uma atmosfera de calma. É um gato fantástico”, afirma Louise.

“Pode parecer estranho, mas o Billy é, verdadeiramente, o guardião do Fraser. A relação deles é muito especial”, conclui a mãe, que se dedica a tempo inteiro a cuidar de Fraser e da irmã, Pippa, de 15 meses.

Fonte: Boas Notícias  e http://www.anda.jor.br

 

Mais de 10 mil italianos vão às ruas contra criadouro de Beagles para testes.

Talvez nunca tenha havido uma menifestação tão grande na história dos direitos dos animais

Em abril, uma miltidão marchou em direção ao criadouro “Green Hill” e indaviu o local, salvando algumas dezenas de cães (veja aqui). Na ocasião, estimou-se que eram mil pessoas na manifestação. Mas, no último sábado (16), os italianos mostraram que realmente não vão parar até que o criadouro seja fechado pelas autoridades. Mais de 10 mil pessoas lotaram as ruas de Roma, vindas de diversas cidades do país em dezenas de ônibus fretados.

A manifestação foi organizada pelo movimento “Ocuppy Green Hill” (www.occupygreenhill.it) e por organizações contra a vivessecção (testes em animais vivos) do país.

Eles querem chamar a atenção do governo para o problema

Os manifestantes declararam para a imprensa que a intenção é chamar a atenção do governo italiano para que acabe com a vivessecção no país. O número surpreendentemente crescente de italianos que estão saindo de casa para gritar em favor dos animais apenas confirma o que diz um grande banner no site do movimento organizador: “Nós somos 99%. 99% da população repudia a vivessecção”.

Sobre o “Green Hill” e os testes em animais

Criadouros de Beagles e de outros animais existem para alimentar a indústria dos testes em animais, que movimenta bilhões de dólares por ano. Os laboratórios fazem testes de produtos químicos nestes animais para marcas de cosméticos e outros produtos conseguirem laudos de que aquele ingrediente ou fórmula não fará mal às pessoas. No entanto, é comprovado que diversos destes testes são desnecessários e ultrapassados. Quem precisa jogar ácido nos olhos de um coelho para saber que vai queimar? Existem testes alternativos que não usam animais e são muito mais eficazes.

Por quê Beagles?

Os cachorros da raça beagle estão entre os preferidos dos laboratórios que fazem testes em animais por seu porte pequeno e por serem muito mansos. Isso facilita o manuseio entre uma tortura e outra.

A chave está na mão do consumidor

Centenas de empresas já deixaram de solicitar testes em animais para averiguar a segurança de seus produtos por pressão de seus consumidores. Se a sociedade diz que não quer a vivessecção, a indústria se adapta. Não havendo mais a demanda de testes por parte das empresas, não há por que existirem criadouros como o “Green Hill”. Faça sua parte, diga às empresas que você não aceita produtos testados em animais, eles buscarão métodos alternativos.

Vídeo da manifestação (Youtube)

Fonte: http://vista-se.com.br/redesocial/historico-mais-de-10-mil-italianos-vao-as-ruas-contra-criadouro-de-beagles-para-testes/

O que você faz com o seu óleo de cozinha usado?

Existem hoje muitas empresas que estão disposta a pagar um preço justo ao óleo de cozinha que joga no ralo, e maquinas de reciclagem de óleo, para quem deseja fazer do meio ambiente um modo lucrativo.
A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia pode contribuir para diminuir o aquecimento global. O professor do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Alexandre D’Avignon, explica que a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera. O metano é um dos principais gases que causam o efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. Segundo ele, o óleo de cozinha que muitas vezes vai para o ralo pia acaba chegando no oceano pelas redes de esgoto.

Fonte:  https://www.facebook.com/pensedenovo

Polícia resgata cadela trocada por drogas no Rio Grande do Sul.

Um usuário de drogas utilizou uma cadela como moeda de troca por pedras de crack, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. A cachorra Meg, da raça yorkshire, foi resgatada pela Polícia Civil nesta última sexta durante uma operação que culminou na prisão de cinco pessoas.

O homem, de 44 anos, trocou o animal pelos entorpecentes há cerca de 40 dias atrás e ainda chegou a oferecer sua esposa aos traficantes como prostituta, de acordo com as autoridades. A cadela foi dada à filha de um dos criminosos detidos pela polícia.

A operação foi realizada após três meses de investigação. Durante a ação, que chegou a deter uma menor de idade, foram apreendidas uma moto, dinheiro, maconha e crack. O animal deverá ser devolvido à família ainda nesta semana; já o usuário responsável pela troca foi preso por roubo.

 

 

 

 

Fonte:http://br.noticias.yahoo.com/pol%C3%ADcia-resgata-cadela-trocada-por-drogas-no-rio-grande-do-sul.html

Não existe razão alguma no mundo, para se abandonar um animal !!!!

Essa imagem deveria ser mostrada para todas as pessoas que abandonam seus animais por motivos a meu ver fúteis, mudança de casa, por estar doente ou por ele estar doente, porque o filho tem alergia ou mesmo por desemprego, ou seja, lá qual a desculpa. Quem tem gatos sabe que não é fácil mantê-los na rua, especialmente se teve um lar.

Amor, respeito e fidelidade tudo se resume nisso, ter um animal na “fartura” é simples quero ver mantê-lo nas adversidades da vida, sabemos que um animal jamais abandonará seu tutor, muitos não abandonam nem na “morte”.

Ser rico não é ter bens materiais, mas ter riqueza na solidariedade, compaixão e amor por todas as formas de vida.

Estava pensando no pedido de adoção para um cão de 16 anos com a ameaça de que, se não tivesse adotante será assassinado, pois a família estava mudando e não teria lugar para ele. E o outro ainda um filhote, “brinquedo comprado” possivelmente a “peso de ouro” onde criador e comprador não queriam assumir a responsabilidade de cuidá-lo por ser diabético, caso não encontrasse um lar seria eutanasiado.

É realmente não tem como ser feliz, aliás, acho que a humanidade (nós) não merecemos, pois ou agimos com indiferença ou somos coniventes nos alimentando, abandonando ou simplesmente fingindo que eles não sentem dor, angústia, frio, fome e medo.

Essa imagem deveria ser mostrada para todas as pessoas que abandonam seus animais !!!!

Guia da PETA para se tornar um ativista.

Talvez você tenha aprendido recentemente como os animais são tratados em laboratórios ou porque percebeu que você não comeria o seu cão, não faz sentido para você comer uma vaca ou frango. Ou talvez você está trabalhando em um abrigo de animais há anos e já decidiu que é hora de dar mais um passo para ajudar a atitude da sociedade em direção a mudança de animais.

Se você é tímido, desconfortável ao falar em público ou em novo ativismo, você pode sentir como se estivesse sozinho.Mas ele só leva um indivíduo a chegar centenas de pessoas e influenciar suas atitudes muitas vezes inconscientemente exploração e estilos de vida. Talvez existam direitos sem animais grupos em sua área, mas há pelo menos um ativista dos direitos dos animais … você.

Qualquer um pode ser um ativista. Ela não tem habilidades especiais ou habilidades sobre-humanas.Você só precisa se preocupar o suficiente sobre os animais querem ajudá-los.

O QUE É A PETA?

Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) é um animal organização de direitos fundada na premissa de que os animais não são nossos para usar para alimentação, vestuário, experimentação, ou de entretenimento. Desde 1980, a PETA tem crescido de um punhado de voluntários para uma organização internacional com mais de 3 milhões de membros e simpatizantes.

Trabalho de base é essencial para o sucesso do movimento dos direitos dos animais, PETA e está empenhada em ajudar ativistas em todo o mundo se organizam para proteger os direitos dos animais.

O QUE PODE ESTA GUIA ON-LINE FAZER POR VOCÊ?

Todos os dias, a PETA é inundado com telefonemas, cartas e e-mails de pessoas de todo o mundo que querem ajudar os animais, mas não sei por onde começar. Guia da PETA Ativismo on-linefornece instruções passo-a-passo para ajudá-lo canalizar a sua preocupação em ativismo.

 

 

 

Fonte: http://www.peta.org/action/activism-guide/default.aspx