Câmara debate projeto sobre destino do cachorro após divórcio.

“Projeto foi aprovado na quarta pela Comissão de Meio Ambiente.
Objetivo é estabelecer critérios para a guarda de animais de estimação.”

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (28) um projeto que cria regras para a guarda de animais de estimação em caso de separação ou divórcio litigioso.

Para ser transformada em lei, a proposta ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça, por votação em plenário da Câmara e ainda pelo Senado.

O projeto original foi proposto em maio do ano passado pelo deputado Dr. Ubiali (PSB-SP) e dizia que a guarda do animal deveria deveria ficar com o ex-cônjuge que fosse o legítimo proprietário do animal.

Mas o texto aprovado na quarta na Comissão de Meio Ambiente, um substitutivo do relator do projeto, Ricardo Tripoli (PSDB-SP), mudou o critério. Diz que o juiz deverá decidir em razão do vínculo afetivo e das condições de oferecer cuidado ao animal.

O projeto diz que a escolha será feita após a Justiça observar o ambiente no qual o animal irá viver, a disponibilidade de tempo do dono, condições de trato, sustento, grau de afinidade e afetividade entre o animal e a parte envolvida. A guarda será compartilhada ou unilateral.

O texto ainda determina que nenhuma das partes poderá, sem a aprovação da outra, realizar cruzamentos, alienar o animal ou os filhotes para fins comerciais, sob pena de reparação de danos.

‘Parte da família’
O relator do projeto, Ricardo Tripoli, argumenta que os pets “fazem parte da família” e é preciso estabelecer regras para definir com quem eles passam a ficar em caso de separação. Atualmente, não há lei que regule o assunto.

“Como os animais fazem parte da casa, na hora da separação a gente não sabe qual medida deve ser tomada. O projeto determina regras. Por isso, serão observados itens básicos, como o tempo que o dono vai ter para o animal, as condições do lugar, como o bicho será tratado, entre outros pontos”, afirmou Tripoli ao G1.

Segundo a assessoria do deputado, os critérios são mais amenos do que os estipulados para a guarda de um filho, em que o juiz analisa renda familiar, estabilidade profissional, condições de fornecer saúde e educação, entre outros.

O relator disse ainda que a quantidade de animais domésticos é “muito grande” no Brasil. “Há regras para caso de maus tratos, é preciso que a gente também determine regras para evitar problemas após a separação, já que é comum as pessoas quererem ficar com os animais”, completou.

Fonte:http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/03/camara-debate-projeto-sobre-destino-do-cachorro-apos-divorcio.html

Cuidados necessários para viajar de avião com seu Pet.

Às vésperas de embarcar para a Espanha e sem nem cogitar deixar sua mascote sozinha com estranhos, a funcionária pública Joelma del Bono se deparou com um grande dilema: como levar sua cadela Nena, uma daschund de pouco mais de um ano, para a Europa? Foi então que a turista, de Porto Alegre (RS), descobriu que colocar um animal em um avião não é nada simples.

Primeiro, existe uma tarifa de embarque para bichos, que varia de R$ 70 a R$ 90 (para voos nacionais), mais uma porcentagem do trecho multiplicado pelo peso do animal. Depois, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) e o Ministério da Agricultura estabelecem uma série de normas para o transporte de animais domésticos, como cães e gatos (veja outros bichos abaixo).

Além disso, as regras variam em cada companhia aérea e há restrições particulares para o ingresso de animais em diversos países. Dependendo do tipo e do tamanho do animal, ele pode receber autorização para ser levado no porão das aeronaves ou junto com os passageiros. Como esse serviço não está incluso no preço da passagem e cada companhia possui suas particularidades, é essencial que o turista consulte, com antecedência, os sites das áreas ou os telefones de atendimento ao cliente.

O embarque do animal é autorizado mediante a apresentação de uma série de documentos, como atestado de sanidade e condições físicas do bicho, assinado pelo veterinário, e carteira de vacinação atualizada, com comprovação de vacina múltipla, antirrábica e tratamento anti-helmíntico. Dependendo do porte e da raça do cachorro, ainda é necessário que ele use focinheira na área comum do aeroporto.

Cães e gatos muito filhotes, com menos de três meses não podem embarcar. Fêmeas no cio também não são permitidas.

Em geral, os animais pequenos (aqueles que junto com a gaiola pesam até 10 kg) podem viajar com seus donos. Os demais têm de ser despachados no compartimento de cargas, e o transporte está sujeito à disponibilidade de cada voo (em geral, são apenas dois animais por voo). Por isso, é preciso fazer uma reserva com pelo menos 24 horas de antecedência ao embarque.

Focinho curto
A Gol impede o embarque de animais de focinhos curtos. A medida foi tomada em setembro de 2011, após um cão da raça pug passar mal e morrer depois de aguardar 10 horas para embarcar (veja abaixo). Veterinários explicam que raças com esse tipo de focinho possuem dificuldade de respiração.

“Nos cães, a troca de temperatura ocorre apenas pela respiração, enquanto em nós é pelo suor. Como essas raças têm anatomia diferenciada, que dificulta a troca de temperatura com o ambiente, aconselhamos que esses cães não fiquem muito tempo confinados ou no sol”, explica o veterinário Rodrigo Lorenzoni, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul.

Nesta categoria estão boston terrier, boxer, buldogue, cavalier king charles spaniel, chow chow, dogue de bordeaux, grifon de bruxelas, lhasa apso, pequinês, pug e shih tzu.

Voos internacionais
Para voos internacionais, as regras em geral são as mesmas. Dependendo da companhia e do destino, as restrições podem variar em relação, por exemplo, a vacinas. Vale verificar quais os requisitos sanitários cobrados pelo país de destino e solicitar a emissão do Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) por um médico veterinário do Ministério da Agricultura, emitido em unidades do Sistema Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) em aeroportos, portos e postos de fronteira.

Para sua emissão, são necessários atestado de saúde assinado por um veterinário e carteira de vacinação em dia, além dos documentos exigidos pelo país de destino para o trânsito de animais.

Na União Europeia e no Japão, por exemplo, é exigido, além do CZI, que os animais estejam com um chip de identificação contendo informações como idade, raça, sexo e o nome do proprietário. No caso de Joelma, para poder entrar na Espanha, a cadela Nena precisou implantá-lo. “Na época, fiquei indignada. Mas depois vi que era para a segurança do animal. No momento que se tem o chip é muito mais fácil localizá-lo em caso de perda”, lembra.

O Ministério da Agricultura possui 18 modelos de CZIs, destinados à África do Sul, Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Hong Kong, Índia, Japão, México, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Suíça, Taiwan e Venezuela; além dos países do Mercosul e da União Europeia. Por isso não custa procurar o consulado do seu país de destino para tirar todas as dúvidas.

Atenção: caso no desembarque faltar alguma documentação, o animal é obrigado a retornar ao Brasil.

Sedativo
A não ser que o animal seja considerado feroz, não é necessário que ele esteja sedado para a viagem, mas, se for o caso, o ideal é que seja medicado por um veterinário. “Existem alguns tranquilizantes que podem ser administrados. Mas o proprietário deve consultar o veterinário que acompanha o animal, que é a melhor pessoa a indicar o tipo de medicamento e a quantidade a se fornecida”, explica Lorenzoni.

especialista também alerta para que o dono não medique o animal por conta própria, pois, por desconhecimento técnico, pode acabar causando uma sedagem muito profunda, colocando-o em risco.

Antes e depois de voar
O veterinário Rodrigo Lorenzoni ensina que para evitar ao máximo o estresse do animal, o melhor é colocá-lo na caixa de transporte no último momento. “É bom acomodá-lo na gaiola só na hora do despacho para tentar reduzir seu tempo de confinamento ao mínimo possível.”

Ele também recomenda que os mascotes fiquem em jejum de 6h a 8h antes do embarque. Para acalmá-lo, o dono pode deixar algum brinquedo ou objeto dentro da gaiola, para que ele se sinta mais à vontade. Isso deve ser informado à companhia aérea.

Também é importante, ao desembarcar, retirar o animal do kennel para que ele possa se esticar, e não é aconselhável colocá-lo para caminhar em lugares com movimento intenso. “Ao deixar a aeronave, o dono deve retirar o mais rápido possível o animal da área de transporte e levá-lo a uma área externa para ele se movimentar”, aconselha Lorenzoni. Uma voltinha para que ele possa fazer suas necessidades já está bom.

Problemas recentes
Apesar dos cuidados de rastreio e acondicionamento dos animais em aeroportos e aeronaves, alguns casos recentes puseram luz em algumas falhas no sistema de despacho.

Além do caso do pug que morreu de parada cardiorrespiratória depois de esperar 10 horas para viajar de avião de São Paulo para Vitória (ES), no dia 25 de abril do ano passado, o pesquisador Maicon Saul Faria perdeu seu gato de estimação no aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília. O gato, chamado Esquilo, fugiu quando funcionários transferiam bagagens de aeronave na pista do aeroporto.

Recentemente, um caso transformou um cão em celebridade. Pinpoo desapareceu em 2 de março de 2011 enquanto embarcava de Porto Alegre para o Espírito Santo no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Salgado Filho. Depois de muita confusão e notícias publicadas sobre a história, o filhote foi encontrado próximo à pista de pouso por um sargento do Batalhão de Aviação da Brigada Militar.

O mascote de dona Nair Flores, que inclusive deu origem a um quadro na televisão, voltou para casa com um quilo a menos, machucado nas patas e completamente sujo. Durante a procura por Pinpoo, Nair se queixou das poucas informações dadas a ela pela companhia aérea.

“Eu acho um absurdo a gente pedir dinheiro por ter passado por momentos terríveis, como passamos. Eu queria cadeia para essa gente. Mas não dá. Eu não vou botar preço por 14 dias de sofrimento intenso, tanto da minha parte quanto da dele [Pinpoo]. Deixarei a cargo do juiz”, disse ela, sobre uma possível indenização.

De volta ao Rio Grande do Sul depois de uma temporada no Espírito Santo, Pinpoo já está recuperado do susto e aproveitando suas férias no litoral.

O publicitário Fábio Canale, 27, que também se prepara para uma temporada no Espírito Santo, diz que vai ficar atento ao transporte de seu border collie Kino. “Ele já viajou outras vezes e nunca tive nenhum problema. Mas vou ficar em cima. Serei bem chato”, afirmou.

Trânsito intenso
Segundo dados do Ministério da Agricultura, em 2010, passaram pelos três principais aeroportos brasileiros (Guarulhos, em São Paulo; Galeão, no Rio de Janeiro; e Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal) 13.281 cães e gatos. Desses, 9.357 em São Paulo, 3.469 no Rio de Janeiro, e 455 em Brasília.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/03/30/ao-viajar-de-aviao-fique-atento-aos-cuidados-e-as-regras-para-embarcar-com-seus-bichos.htm

Mais de 10 mil filhotes de tartaruga são soltos em trecho do Araguaia, em MT.

Cerca de 10 mil filhotes de tartarugas foram soltos em praias de água doce na região do Araguaia, através de um projeto de proteção ambiental realizado no nordeste de Mato Grosso. O trabalho de manejo e repovoamento das colônias das espécies é feito na tentativa de evitar o contrabando da carne das tartarugas, utilizada tanto para consumo e também para produção de cosméticos.
O projeto ‘Amigos da natureza’ começou em 2010 e trabalha com a coleta dos ovos das tartarugas
para serem monitorados por pessoas voluntárias autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com apoio do governo do estado.
Inicialmente feito na região da cidade de Luciara, a 1.180 quilômetros de Cuiabá, o projeto se estendeu para os municípios de Santa Terezinha, Novo Santo Antônio, São Félix do Araguaia e Porto Alegre do Norte.
Em entrevista do G1, o biólogo e coordenador do projeto, Francisco Assis Ribeiro Sousa, explicou que o trabalho é feito na região do Araguaia que envolve o Rio das Mortes, Rio Tapirapé e Rio Araguaia. “Coletamos os ovos antes do período da desova e fazemos a transferência deles. Fazemos um monitoramento das áreas até o nascimento para que consigam [tartarugas] sobreviver longe dos predadores e caçadores”, explicou.
A última soltura ocorreu no começo deste mês com 10 mil tartaruguinhas devolvidas às praias do Rio Araguaia, no município de Santa Terezinha, a 1.329 quilômetros da capital do estado.

Ainda segundo Assis, as espécies protegidas são a Tartaruga da Amazônia (Podocnemis expansa) e a Tracajá (Podocnemis unifilis). Além do manejo dos filhotes, o projeto ainda prevê ações de conscientização de pescadores e ribeirinhos para ajudarem na preservação das tartarugas.
“Existe o contrabando da carne de tartaruga para outras regiões do Brasil. As pessoas vem pra cá, se instalam em pousadas e capturam as tartarugas. Elas retiram a gordura do animal e transforma em linguiça para poder contrabandear para as outras regiões do país”, eressaltou o biólogo.
A carne retirada das tartarugas é rica em proteína, apreciada por pessoas que consideram um prato saboroso. O segundo problema é o contrabando da gordura das tartarugas, utilizada para uso em cosmético e fins medicinais. Culturalmente, populações ribeirinhas e indígenas consumiam a carne. Em época de desova, milhares de ovos são esmagados e deixados ao sol, dentro de canoas para poder extrair a gordura.
“Se não tiver um trabalho para salvar a espécie e conscientização das populações ribeirinhas as tartarugas não vão sobreviver”, enfatizou Assis, que espera realizar a soltura de 20 mil filhotes ainda neste ano.
O índice de natalidade das tartarugas, de forma natural, é de 99% com sobrevivência que gira em torno de 2 a 4%. Com o projeto, o índice de sobrevivência é de 60% em média. No mesmo projeto as equipes voluntárias fazem treinamento e capacitação de pescadores para a piscicultura da espécie pirarucu, em épocas de seca nos rios de Mato Grosso.

Fonte:http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2012/03/mais-de-10-mil-filhotes-de-tartarugas-sao-soltos-em-rio-de-mato-grosso.html

DENÚNCIA DE CRIADOURO CLANDESTINO EM SOROCABA

ESSES SÃO OS ‘YORKS’ QUE VC. COMPRA…É ISSO QUE A GENTE CANSA DE FALAR AQUI. ESSES FDP DESSES CRIADORES MALDITOS SÓ CONTINUAM COM ESSE HOLOCAUSTO PORQUE TEM OS COMPRADORES…ELES SÓ PENSAM NO LUCRO E POUCO OU NADA SE IMPORTAM COM OS ADORADOS CÃEZINHOS. VEJAM AS CONDIÇÕES? VEJAM O APERTO E A SUJEIRA DAS GAIOLAS, VEJAM O DESAMOR QUE O IMBECIL TEM NELES…SE LUCRAM COM ELES, ÓTIMO, SE CASO ALGUM FIQUE DOENTE ,NÃO GASTAM UM CENTAVO PRA SANAR A DOR DO BICHINHO…
NÃO COMPRE ANIMAIS, ADOTE!!!!!!!!!!!!!!!!

Denunciem, essa covardia!!!!

Hoje, 27 de março de 2012, juntamente com a Policiais da Policia Ambiental de Sorocaba, aos quais aqui deixamos nossos sinceros agradecimentos, atendemos a denúncia de um criadouro clandestino aqui em Sorocaba, cujo endereço não vamos divulgar por enquanto, pois à proprietária do local, foram dados 15 dias de prazo para que esses animais sejam retirados dessa situação deplorável, um lugar onde mais parece um holocausto. Estarei fiscalizando pessoalmente o cumprimento das determinações da Polícia Ambiental e, caso essa senhora, que diz amar seus animais, não cumpra com o prometido, estaremos acionando novamente a polícia Ambiental e demais Órgãos competentes, AÍ ENTÃO, DIVULGAREI NOME E ENDEREÇO, POIS PRECISAMOS NOS MOBILIZAR PARA FAZER COM QUE ESSA GENTE SAIBA QUE ESTAMOS ATENTOS E EXIGIMOS RESPEITO PARA COM NOSSOS IRMÃOZINHOS PELUDOS. MEUS AMIGOS, DENUNCIEM!!! SE ALGUÉM SOUBER DE CRIADOUROS CLANDESTINOS, ONDE ANIMAIS SÃO SUBMETIDOS A ESSE TIPO DE TRATAMENTO, NÃO SE CALEM. NÃO SEJAM CONIVENTES COM ESSA BARBÁRIE!!!

Fonte: Marcelo Marques de Abreu e Beth Camacho, Facebook.

São Paulo aplicará 480 mil chips em cães e gatos

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo vai instalar nos próximos dois anos microchips de identificação em 480 mil cães e gatos. A meta é aplicar 20 mil chips por mês. Neles há informações como sexo, idade, histórico de vacinas, dados do proprietário e castração.

Até então, apenas os animais que chegavam ao CCZ recebiam os chips. Segundo a veterinária da instituição Tamara Leite Cortez, o objetivo é manter um controle sobre a população de animais da cidade, estimada em 3 milhões, e evitar a proliferação de doenças como febre maculosa. “Esse controle é importante para verificarmos se nossas ações estão sendo eficazes. Com microchips conseguimos avaliar como estão os animais de determinada região, se a população cresceu, se eles estão doentes”, explica Tamara.

Os primeiros 120 mil chips chegaram em setembro e começaram a ser colocados nos cães e gatos no CCZ neste mês. Agora, para a implantação nos animais fora do centro, a escolha dos locais ainda está sendo definida. “Trabalhamos com o controle de doenças. Se verificarmos que determinada área está com uma doença que precisa ser controlada, vamos lá e aplicamos os equipamentos. Passado um período, voltaremos à região e verificaremos se o problema foi solucionado”, explica a veterinária do CCZ.

Segundo Tamara, o microchip também ajuda a prevenir maus-tratos e abandono. “Se um animal é abandonado, o dono pode ser processado por negligência, além de receber uma multa que pode chegar a R$ 500 mil.” A identificação de animais roubados – como os 60 yorkshires e malteses levados de um canil em Americanópolis, na zona sul de São Paulo, no dia 28 – também ficaria mais fácil. “Se o animal aparecer em um pet shop e o proprietário verificar o chip, conseguirá saber sua origem e localizar o dono.”

Do tamanho de um grão de arroz, o microchip é implantado entre as escápulas (ossos das costas) do animal. O procedimento é simples e indolor. É como se o animal estivesse sendo vacinado. Uma seringa de calibre pequeno introduz o chip sob a pele do animal. Ele dura a vida toda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

LEMBRE-SE A INDENTIFICAÇÃO ELETRONICA É O PRIMEIRO PASSO PARA A POSSE RESPONSÁVEL .

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,sao-paulo-aplicara-480-mil-chips-em-caes-e-gatos,623371,0.htm

Um homem foi autuado e multado em R$ 3 mil por abandonar uma gata e seus cinco filhotes, nas escadarias da Secretaria do Meio Ambiente de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, na última terça-feira.

Os animais, com menos de 30 dias, foram abandonados por volta do meio-dia e funcionários da secretaria conseguiram anotar a placa do veículo do acusado. Ele foi identificado e deve receber a autuação na tarde desta quinta-feira. Na tarde de quarta-feira, três filhotes foram adotados e outras duas famílias já foram vistoriadas para poder receber os outros dois animais.

Funcionários da secretaria estão arrecadando dinheiro para castrar a mãe da ninhada, uma mestiça de siamês, que também está à disposição para adoção. O valor da autuação corresponde a R$ 500 por animal. Esta é a segunda vez que filhotes de gatos foram abandonados na secretaria. Os outros dois filhotes também foram adotados.

Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,homem-e-autuado-por-abandonar-filhotes-de-gato-no-rs,855089,0.htm

Crianças atendidas em projeto social , têem contato com animais de rua que são resgatados e cuidados pela ONG, uma forma direta de educação sobre posse responsável.

A Associação Cristã Corrente de Luz é uma ONG que ajuda famílias em situação de vulnerabilidade sócio-econômica. Foi idealizada e fundada por um dos maiores exportadores de carne do Brasil. O empresário, buscando sua espiritualidade, decidiu se tornar vegetariano e parar imediatamente com o negócio que envolvia exploração de animais.

Hoje, ele se dedica integralmente a este projeto. Na sede da associação, que fica em Santana de Parnaíba (45km de São paulo), existem vários espaços para ajudar ao próximo, como serviços odontológicos, refeitórios, salas educacionais, espaços recreativos e artísticos, piscina e muito mais. A ONG acolhe centenas de crianças carentes da região e promove uma mudança significativa que começa dentro do coração destas crianças, resgatando a dignidade e incentivando o amor.

São mais de 50 funcionários cuidando de tudo isso. No refeitório, que serve apenas comida vegetariana, as crianças aprendem mais sobre vegetarianismo da melhor forma: comendo! O empresário está ampliando seu refeitório e garante que, em breve, toda a alimentação servida ali será vegana.

Além disso, as crianças atendidas têm contato com animais de rua que são resgatados e cuidados pela ONG, uma forma direta de educação sobre posse responsável.

Embora seja cristã, a associação não é apegada a dogmas e a lei maior que move todos por lá é o amor ao próximo e à caridade.

Associação Cristã Corrente de Luz
Telefone: (55 11) 4154-4850
Rua Professor Edgard de Moraes, 120 A
Centro – Santana de Parnaíba/ SP
comunicação@correntedeluz.com

http://www.correntedeluz.com

Jesus e os Animais.

Evidências indicam que o milagre que veio a ser conhecido como a história dos pães e peixes, não incluía originalmente os peixes. Segundo alguns estudantes bíblicos, a palavra grega Fishweed (uma alga seca) foi mal traduzida depois para peixe, pois a “alga seca” era uma comida popular entre os camponeses palestinos (Fátima Borges/Greepet).

Na época de Jesus, o sacrifício de animais era uma desculpa para os seres humanos ingerirem carne, e Jesus contestou o sacrifício de animais a cada passo. Ele proibiu a venda de animais, para sacrifício e consumo, no templo, instituiu o batismo em lugar do sacrifício de animais e eliminou completamente o sacrifício de animais na Última Ceia – uma refeição vegetariana da Páscoa (Site Vegetarianismo).

Uma passagem famosa que lembra a filosofia de amor de Cristo é aquela em que Cristo chama os pescadores e estes, longe dos animais mortos, ouvem Cristo dizer: sejam “pescadores de homens”. Também suplicou que mostrassem misericórdia com todos os seres quando disse: “Eu desejo clemência, e não sacrifícios”.

Acredita-se que Jesus foi membro de um povo conhecido como Essênios, era um povo humilde, de grande conhecimento, que formava um grupo de Judeus que abandonaram as cidades e rumaram para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto. Foram uma das três principais seitas religiosas da Palestina (Saduceus, Fariseus e Essênios; Site Nova Era Alvorecer).

Um dos seus redutos era Nazaré e por isso eram conhecidos também por “os Nazarenos”, tal como Jesus, e seus membros vestiam-se de branco, fazendo uma vida simples, de isolamento, de entrega a Deus, e seguiam uma dieta estritamente vegetariana (Site Nova Era Alvorecer).

Existe mesmo um Manuscrito encontrado nos arquivos do Vaticano em 1923, pelo húngaro Edmond Szekely que obteve permissão para pesquisar os arquivos secretos à procura de livros que teriam influenciado Francisco de Assis, que confirmam este facto. De todas as raridades que Szekely viu, uma obra que lhe chamou a atenção foi o Evangelho Essênio da Paz. O livro teria sido escrito pelo apóstolo João e narrava passagens desconhecidas na Bíblia sobre a vida de Jesus Cristo (Site Nova Era Alvorecer).

Pensar em Cristo se fartando à mesa e comendo um pedaço de carne, é algo paradoxal ao amor que ele pregava, é o mesmo que pensar em Francisco de Assis comendo carne de animais e depois pregando o amor aos irmãos menores, como dizia.

Paulo Fernando, grande conhecedor da história de Francisco de Assis, questionado se este era vegetariano, responde:

“(…)pode-se afirmar que ao longo de sua vida, seu amor e compreensão das coisas de Deus, manifestadas na natureza como um todo, foram crescendo, se intensificando e se aprofundando de tal maneira que o ato de comer carne significaria a morte e o sofrimento de uma criatura de Deus, e isso contrariaria o sentimento de fraternidade universal que ele possuía. São Boaventura, biógrafo de Francisco, relata: “Ás vezes resgatava cordeiros levados ao matadouro, em lembrança do Cordeiro (Jesus Cristo)…” (Legenda Maior, cap. 08 – nº 06); Outro biógrafo, Tomás de Celano, relata: “… perto do porto do lago de Rieti, um pescador pegou um peixe muito grande, (…), e lhe deu de presente com devoção. Francisco recebeu com alegria e bondade, começou a chamá-lo de irmão e, colocando na água fora da barca, começou a abençoar devotamente o nome do Senhor. Enquanto rezava o peixe ficou brincando na água” (Tomás de Celano, Vida I – cap. 22, nº 66).”

Fabio Chaves, idealizador do site Vista-se, escreveu certa vez sobre sua visão em relação a Jesus e às atrocidades que acontecem no mundo de hoje:

“Jesus era conhecido como alguém que amava os animais, que não se permitia vê-los em cárcere; Se ele estivesse neste momento aqui, como humano, será que ficaria feliz ao dar uma volta num matadouro? Será que ele se calaria ao ouvir os gritos ensurdecedores dos animais sendo cortados? Molharia seus pés na piscina de sangue e entranhas e sairia falando que aquilo é certo? Um homem que pregou o amor e a mansidão com certeza não concordaria com o que fazemos hoje em dia em relação aos animais. Este homem não se sentaria numa churrascaria para comer corações, mas sim se levantaria para falar às pessoas do quão cegas elas estão. Eu acredito que Jesus, se aqui estivesse, seria um ativista em favor dos animais, humanos ou não.”

Essa é uma verdade: se todos os seres vivos foram criados pelas mãos de Deus, “o que fazemos a menor de suas criaturas, fazemos a Ele” (Site Vegetarianismo).

Fonte:http://www.animaiseoespiritismo.blogspot.com.br/2012/02/jesus-e-os-animais.html