Dermatite Canina

A dermatite canina é o segundo distúrbio cutâneo alérgico mais comum, sendo menos freqüente apenas que a dermatite alérgica à picada de pulgas. Algumas raças são mais predispostas a desenvolverem a dermatite atópica como Shar Pei, West Highland White Terrier, Scoth Terrier, Lhasa Apso, Shih Tzu, Fox Terrier de Pêlo Duro, Dálmata, Pug, Setter Irlandês, Boston Terrier, Golden Retriever, Boxer, Setter Inglês, Labrador, Schnauzer Miniatura, Pastor Belga e Buldog Inglês. A DAC também pode acometer cães mestiços.
A idade em que os sinais clínicos se iniciam varia de seis meses a sete anos, sendo que, cerca de 70% dos cães desenvolvem o problema entre 1 e 3 anos de idade. Entretanto, Shar Peis, Akitas e Golden Retrievers podem ocasionalmente apresentar atopia antes dos 6 meses de idade.
Os sinais clínicos iniciais podem manifestar-se em determinada época do ano, dividindo a DAC em sazonal e não sazonal. Nos Estados Unidos, cerca de 80% doas cães com atopia sazonal manifestam sinais clínicos iniciais no período da primavera ao outono e 20% apresentam sintomatologia no inverno. Eventualmente, alguns cães desenvolvem a forma de atopia não sazonal, na qual o prurido ocorre durante todo o ano, porém, há agravamento dos sinais nos meses mais quentes. Nesses cães, a doença tende a se tornar mais crônica.
As dermatites têm origens variadas e o tratamento depende dos agentes causadores. Fungos e bactérias estão entre os mais comuns causadores de dermatites. Alguns animais podem desenvolver reações alérgicas como a alergia à picada de pulgas e com isso provocar uma reação nos locais da picada, gerando uma dermatite. Mas outras doenças também podem provocar dermatite como as doenças de origem endócrina como o Hipotireoidismo.
A umidade na pelagem e a falta de ventilação da pele é uma das causas mais comum de dermatite em cães. Neste caso, as bactérias e os fungos encontram condições de se desenvolverem e assim provocam uma inflamação. O cão, principalmente, começa a se coçar e ai acaba lesando ainda mais a pele, o que provocará uma piora do quadro.
Os animais de pelagem longa têm que ser escovados rotineiramente a fim de que permitam a aeração da pele. A utilização de roupas continuamente também estimula a fermentação e o desenvolvimento de dermatites.
Sempre que banhar o seu animal tenha certeza de que secou muito bem a pelagem. Animais de pelagem longa precisam ser secos com secador elétrico (isso é essencial). A umidade certamente favorecerá a fermentação e a produção de odor (cheiro de cachorro molhado).
Existe também a dermatite psicossomática, ou seja, causada por um distúrbio emocional do animal. Isso acontece muito quando o cão se sente sozinho ou passa por algum stress. Geralmente, começa a lamber alguma parte do corpo, até que esse ato provoque lesões na pele.
O Oliver apresentou uma dermatite quando ainda era filhote. Depois disso, nunca mais teve nenhuma reação. Por outro lado, o Ja Rule apresenta ciclos de dermatite. Os locais onde mais ela se manifesta são tornozelos, cauda e pata, variando sempre a cada ciclo. No caso dele, a incidência diminuiu bastante depois que tomamos mais cuidado após o banho, para deixar a pelagem completamente seca, sem nenhuma umidade. Além disso, também aumentamos o controle contra pulgas e carrapatos, pois ele tinha um histórico de alergia à picadas desses parasitas.
Se notar qualquer lesão na pele do seu cão ou gato, ou perceber que ele coça uma região insistentemente, não deixe de consultar o veterinário, pois quanto mais rápido o diagnóstico, mais rápido será a cura e menor será a gravidade da lesão na pele.

Giardíase Canina

Giardíase Canina é uma das causas mais comuns de problemas intestinais em cães e seres humanos. É uma doença causada por um protozoário flagelado, Giárdia lamblia que infecta o intestino delgado de cães e outros mamíferos, incluindo o homem. No mundo todo, cerca de 250 milhões de pessoas apresentam giardíase sintomática, estimando-se que ocorram 500.000 novos casos por ano (OMS, 1996). Como muitos animais, incluindo os de estimação (como cães e gatos), também são infectados por Giárdia, eles podem tornar-se uma fonte da doença para humanos.
Em cães os principais sintomas são diarréias, vômito, depressão e perda de peso.
Uma vez instalada a doença, o animal fica mais suscetível a outras enfermidades mais graves e até fatais.
A infecção ocorre quando o animal ingere o cisto (forma em que o protozoário se encontra nas fezes), seja através do contato com outros animais como pela água e outros alimentos contaminados. É importante lembrar que os seres humanos também podem desenvolver a doença e, neste caso, hábitos de higiene e programas anuais de vacinação dos cães são fundamentais para a proteção de toda sua família.
O controle está diretamente relacionado às Boas Práticas de higiene ambiental.
Os cistos de Giárdia sobrevivem no ambiente e, desta forma, são fonte de contaminação e principalmente reinfestação para os cães, sobretudo de canis.
A remoção imediata das fezes limitará a contaminação ambiental.
O s cistos são inativados pela maioria dos compostos de amônio quaternário, água sanitária, vapor e água fervente.
Os cistos contaminam também os pêlos dos cães, representando uma fonte de infecção, principalmente para as pessoas que tem um contato mais freqüente com seus animais.
A giardíase é uma doença comum de cães, gatos e humanos, que freqüentemente é subestimada. É uma zoonose importante e é imperativo que tanto o animal de estimação quanto a família protejam-se da infecção.
O tratamento pode fornecer um controle eficaz, mas, em muitas situações, as reinfestações são comuns, devido à dificuldade em se eliminar a fonte de infecção do meio ambiente.
As taxas de infecção são altas nas áreas onde existem grandes populações de humanos e animais, devido à maior oportunidade de transmissão direta e indireta da enfermidade. A ingestão de somente 10 cistos é capaz de causar a infecção. A maior prevalência das infecções por Giárdia ocorre entre os indivíduos jovens, sem resistência imunológica, e que são mais suscetíveis à ingestão de material fecal.
As fontes de infecção mais comuns são água e fezes contaminadas. A transmissão fecal-oral de Giárdia é comum tanto em animais como em humanos; os animais em confinamento podem estar expostos a grandes quantidades de cistos infectantes no material fecal, o qual aumenta as possibilidades de transmissão da enfermidade.
Os trofozoítos de Giárdia não sobrevivem no meio ambiente. No entanto, os cistos são resistentes a alguns fatores ambientais, como águas com baixa concentração de bactérias e contaminantes orgânicos, e suscetíveis a outros, como altas temperaturas. É considerada uma enfermidade emergente, devido à falta de métodos efetivos de controle em humanos e animais. Um dos principais problemas é a contaminação ambiental disseminada. A Giárdia com seu ciclo de vida simples e a capacidade de seus cistos de sobreviver no ambiente, tem permitido que a infecção se converta em uma das mais predominantes enfermidades parasitárias em muitas espécies de mamíferos.

Sinais Clínicos
Os sinais clínicos podem ser severos, mas uma grande parcela dos infectados pode permanecer assintomática, e os animais jovens são os que, mais freqüentemente desenvolvem os sintomas. Os sinais clínicos da giardíase incluem diarréia mal cheirosa aguda ou crônica, vômito, dor abdominal, desidratação, perda de peso ou redução do ganho do mesmo.
Não existem sinais característicos da giardíase, pois diversas enfermidades intestinais se assemelham a ela, como ocorrem com as gastrenterites virais, as bacterianas e as causadas por outros parasitos. Também se assemelha às alergias de origem alimentar, à enfermidade da má-absorção, a gastrenterite induzida por fármacos e as enfermidades alérgicas.

Diagnóstico
O método mais indicado, hoje, para a detecção de Giárdia nas fezes é a Flotação com Sulfato de zinco com centrifugação, um teste diagnóstico econômico e muito eficaz. Um fator importante é a necessidade de utilizar três amostras de fezes, coletadas em dias alternados, ao longo de uma semana. Isto porque a eliminação de cistos é intermitente, o que pode gerar resultados falso-negativos quando se utiliza uma única amostra.
Tratamento
Os agentes quimioterápicos incluem os nitroimidazóis (metronidazol, tinidazol), furadolizona, benzimidazóis (febendazol, albendazol), entre outros. Existem várias drogas que já foram testadas para o tratamento da giardíase, entre elas estão o Metronidazol, a Quinacrina, o Albendazol, o Fenbendazol e a Furazolidona. Dentre estas, o Metronidazol é a droga mais utilizada nos Estados Unidos para o tratamento da Giardíase.
O Metronidazol possui além de sua atividade como antiprotozoário, uma atividade como antibacteriano, atacando bactérias anaeróbias como Clostridium SP, Fusobacterium spp, Peptococcus spp. e Bacteróides spp. 3,13. A droga apresenta in vitro propriedades antiinflamatórias e afeta a motilidade de neutrófilos, assim como alguns aspectos da imunidade celular. Acredita-se que estes fatos sejam parcialmente responsáveis pela melhora do quadro clínico, em especial, nos quadros de enterocolite. 5
Raramente observam-se efeitos colaterais devido ao uso do Metronidazol, no entanto alguns animais poderão apresentar vômitos e diarréia. Por possuir efeito teratogênico, esta droga não deve ser utilizada em fêmeas prenhes. 1 Em cães, as doses recomendadas são de 25mg/Kg via oral, duas vezes ao dia por 5 dias; e 12,5 a 25mg/Kg via oral, duas vezes ao dia por 5 dias, em gatos.13 O Metronidazol é igualmente vantajoso nos casos onde os tratamentos anteriores não funcionaram. Nestes casos, recomenda-se utilizar doses maiores de Metronidazol, por um período de tempo maior (50mg/Kg, V.O., BID, por 10 dias). 6
Como foi mencionada anteriormente, a diarréia pode ser causada por infecções simultâneas por diferentes agentes enteropatogênicos. Deste modo torna-se interessante a associação de drogas ampliando o espectro de ação, como por exemplo a associação de Metronidazol com a Sulfadimetoxina. Com efeito, enquanto o Metronidazol atua preferencialmente contra Giárdia, a Sulfadimetoxina age contra outros protozoários e bactérias patogênicas do trato gastrintestinal. 3 Deste modo, a associação Metronidazol/Sulfadimetoxina representa um valioso instrumento terapêutico para o clínico.
O tratamento deve ser restabelecido caso não ocorra resolução dos sintomas. Existe a grande probabilidade de o animal persistir eliminando os cistos nas fezes, mesmo após tratamento.
O mais comum é que a base do tratamento da giardíase seja eliminar os sinais clínicos associados com a infecção. Nos animais, freqüentemente ocorre a reinfestação, se os cistos infectantes não são retirados do ambiente. Isto implica em uma limpeza e desinfecção profundas sempre que possível, além de assegurar que a água e o alimento não se contaminem com as fezes.
Vacina
Está provado que a vacina estimula o animal a resistir ao parasito, sendo uma solução efetiva em longo prazo para o controle desta enfermidade parasitária, já que a imunidade natural contra Giárdia é de curta duração. Mesmo que os tratamentos se mostrem eficazes, a reinfecção em animais é muito freqüente, devido à dificuldade de se eliminar os cistos infectantes do ambiente. Um animal vacinado, além de protegido contra giardíase, não representará mais uma fonte de infecção a outros animais.

Educando desde criança para crescer consciente de que nós animais nascemos, para sermos amados e respeitados.

“Educando desde criança para crescer consciente de que nós animais nascemos, para sermos amados e respeitados.”

É tempo de acabar com os experimentos animais!!!

É MAIS do que HORA disto acabar.
Consulte o site do Instituto Nina Rosa para informações sobre a “pesquisa” ainda realizada em animais:
http://www.institutoninarosa.org.br/defesa-animal/exploracao-animal/vivisseccao/pesquisa
Para que nossas manifestações sejam LEVADAS a SÉRIO como merecem ser, é preciso sabermos argumentar.
O Lema da Manifestação do dia 28 de abril de 2012, em nível nacional, é:
INDIGNAÇÃO + INFORMAÇÃO
Além de IMORAL, a experimentação animal é uma FALÁCIA e MÁ CIÊNCIA!!!

Fonte:http://www.facebook.com/Cadeia2010

Tigres Siberianos ,(Siberian Tigers), esperam para serem alimentados,em Harbin, China.

Esperando para serem alimentados

De Nova York, Via China Daily USA :
Photo of the Day: Siberian tigers approach a keeper’s car as they wait to be fed at the Siberian Tiger Forest Park in Harbin, Heilongjiang province Dec 27, 2011. More than 800 Siberian tigers are currently living in the park, which is also a breeding centre for this endangered species, local media reported. [Photo/Agencies]

Primeira Loja de Adoção de Animais de SP, show de bola!!!!

TODOS OS ESTADOS DEVERIAM TER, PELO MENOS, UM IGUAL !!!!

Colônia espiritual Rancho Alegre.

Bem do ladinho do céu há um lugar chamado “Rancho Alegre”, esta é uma das colônias espirituais para onde vão os animais quando desencarnam.
Lá existem riachos e colinas para que todos os nossos amigos possam correr e brincar juntos. Tem muita comida, água e sol, e nossos amigos estão quentinhos e confortáveis.
Todos os animais que estavam velhos e doentes voltaram a ter vigor e saúde; aqueles que estavam machucados ou aleijados estão inteiros e fortes novamente, exatamente como nas nossas lembranças dos tempos que já se foram.
Os animais estão felizes e contentes, não sofrem como nós pela dor da perda ou ausência de alguém muito especial, que teve que ficar para trás.
Todos correm e brincam juntos, mas chega o dia quando um subitamente para e olha para longe. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo treme de ansiedade. De repente ele começa a correr para longe do grupo, voando sobre o gramado verde, suas pernas indo mais e mais rápido. Você foi avistado, e quando você e o seu amigo finalmente se encontrarem, vocês se abraçam numa reunião feliz, para nunca serem separados novamente.
Os beijos alegres chovem sobre o seu rosto; suas mãos afagam de novo a cabeça amada, e você pode olhar mais uma vez nos olhos confiantes do seu amigo, ausentes a tanto tempo da sua vida, mas nunca longe do seu coração.

Para muitos, a esperança de que a vida sobrevive à morte e de que um dia em algum lugar você o encontrará alivia o sofrimento.
Mas será que os animais têm mesmo alma?
Será que eles reencarnam em seres humanos ou em outros animais?
Os animais são nossos “irmãos mais jovens” e, embora não estejam agora tão bem organizados, futuramente, alcançarão um estágio tão elevado quanto o nosso.
Mesmo diante de todas as contradições com os ensinos dos Espíritos superiores. Jamais se afirmou que o animal não tem alma. Têm-se um princípio inteligente tem algo mais que a matéria e isso é o Espírito.
O Espírito dos animais são reaproveitados geralmente na mesma espécie, pois a natureza não dá saltos. Só depois de muitas encarnações numa mesma espécie o Espírito que anima o animal muda para uma outra espécie.
São focos de inteligência já individualizados, embora se mantenham cativos de um Espírito-grupo, caracterizado pela própria espécie no mundo espiritual. Os instintos fazem parte da individualidade, portanto os animais são individualidades também. Em cada espécie ele assimila determinadas características do futuro ser pensante.
Necessário entender, porém, que o Espírito não precisa passar por todas as espécies existentes, para chegar à condição de ser humano. A alma animal, que já passou pelo reino mineral, onde a individualidade não existe, evoluiu através do reino vegetal e um dia iniciará a longa caminhada da espécie humana em direção à angelitude.
Homens, animais, elementais, devas, extraterrestres e todos os seres, encarnados e desencarnados, estão viajando em um mesmo destino chamado de “EVOLUÇÃO”.
Os elementais (citados por Kardec quando se refere à ação
dos espíritos sobre a natureza, como os ventos, os temporais, etc.) são entidades que estão passando gradativamente do reino animal para a espécie humana.
A alma animal já possui, em maior ou menor quantidade, uma relativa liberdade e mantém a individualidade depois do desencarne.
Ainda sem livre arbítrio, contudo, ela não dispõe da faculdade de escolha desta ou daquela espécie para renascer. Seu espírito progride, reencarnando em corpos cada vez mais capazes de lhe favorecerem condições para as primícias do raciocínio acima do instinto.
Como não possuem consciência de si mesmos, não estão sujeitos ao processo expiatório.
A situação de abandono em que vivem alguns animais domésticos é reflexo da inferioridade moral da espécie humana.
Se observarmos os animais na natureza, longe dos lugares onde vivem os humanos, veremos que todos são tratados por Deus da mesma forma.
Cada um deles vive a experiência orgânica de que necessita naquele estágio, tendo em vista caminharem para um grau mais elevado na hierarquia do Espírito.
Eles não têm Carma, pois não tem livre arbítrio.
Os animais não são responsáveis pelos seus atos.
Alguns são mais inteligentes pelos cuidados recebidos pelos homens, ou talvez, porque progrediram um pouco mais do que os seus irmãos da mesma espécie.
Quando ficam doentes, não sofrem no sentido em que normalmente se entende o sofrimento. No homem, o sofrimento funciona como um depurador de suas imperfeições, estimulando seu desenvolvimento moral. O animal não tem vida moral e por isso suas dores são apenas físicas. Claro, todas essas impressões positivas e negativas fazem parte das experiências que se acumulam para edificar o futuro ser pensante. Certamente não se está afirmando que o animal (a espécie física) de hoje será o homem de amanhã.
Não.
O Espírito que o anima, sim. Viaja nos caminhos da evolução em busca do reino dos seres que possuem raciocínio lógico, dotados então de livre arbítrio, pois são ai serão responsáveis por seus atos.
Muito mais do que supomos, os animais são assistidos em seu desencarne por espíritos zoófilos que os recebem no plano espiritual e cuidam deles. Alguns espíritos cuidam de grupos de animais e, à medida que eles vão evoluindo, o atendimento vai tendendo à individualização. Quanto ao reencarne dos animais, pergunta-se se os animais estabelecem laços duradouros entre si. Sim, existe uma atração entre os animais, tanto naqueles que formam grupos como naqueles que reencarnam domesticados.
Procura-se colocar juntos espíritos que já conviveram, o que facilita o aparecimento e a elaboração de sentimentos.
Contudo, lá estão eles bem vivos e portando corpos espirituais compatíveis com sua linha evolutiva. Possuem corpos espirituais bem definidos e sobrevivem mesmo. Não formaram corpo espiritual algum lá, já o tinham aqui junto de nós! E muitas vezes sentem saudades de seus donos e surgem no ambiente onde viveram antes.
Os animais têm a sua linguagem, os seus afetos, a sua inteligência rudimentar, com atributos inumeráveis. São eles os irmãos mais próximos do homem, merecendo, por isso, a sua proteção e amparo.
Todo ser, criado por Deus simples e ignorante, é compelido a lutar pela conquista da razão, para em seguida burilar. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução. Dor física no homem, acrescida de dor moral, é fixação de responsabilidade em trânsito para a Vida Maior.

NOTA: O artigo foi escrito baseado nas obras do escritor Marcel Benedeti: “Histórias animais que as pessoas contam”; “A espiritualidade dos animais”; “Todos os animais são nossos irmãos”; “Animais no mundo espiritual”; “Todos os animais merecem o céu”.
Pelo fato de muitos escritos encontrados não serem psicografados, poderiam ser questionados… Se realmente trazerem os verdadeiros ensinamentos da doutrina, por isso sempre tomei como base O livro dos espíritos, A gênese, Evolução da alma, entre outros que completam as explicações.
Já no livro “A questão espiritual dos animais” de autoria da Dra. Irvênia Prada , temos informações que nos foram transmitidas, pelo espírito Álvaro, de que há vários tipos de atendimento para os animais desencarnados, dependendo da situação, especialmente para os casos de morte brusca ou violenta, possibilitando melhor recuperação de seu perispírito. Existem ainda instalações e construções adequadas para o atendimento das diferentes necessidades, onde os animais são tratados.
Sempre existem algumas contradições com os ensinos dos Espíritos superiores. Por isso deve-se estudar e estudar muito. É a única forma de sabermos distinguir a verdade da impostura. É isso o que nos ensina Allan Kardec. A gente só precisa saber o que é certo, para aproveitar o que é útil. Analise tudo, retenha somente o que é bom.

FONTE:http://capelinhasaofrancisco.blogspot.com/2010/10/o-rancho-alegre.html

Animais no mundo espiritual, por Marcel Benedeti.

ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL
“Aves de plumagens polícromas cruzavam os ares e de quando em quando
pousavam agrupadas nas torres muito alvas, e se ergueram retilíneas,
lembrando lírios gigantescos. ‘ (André Luiz – Nosso Lar)

56. Qual a visão de vocês sobre o que está acontecendo nos Estados Unidos onde há uma caça aos pitbulls, rotweilers e dobermanns, que estão sendo mortos pela polícia, chegando ao absurdo de as pessoas terem de fugir da cidade para salvar seus cães, pois dos 380 capturados, 260 já foram “executados”. Como os Espíritos recebem estes cães agressivos do outro lado, ou seja, essa agressividade continuaria em sua índole?

R: É com pesar que recebemos esta notícia, pois é sabido que os animais, por serem individualidades, não podem ser categorizados como generalidade. Um cão agressivo não é indicativo de que todos daquela raça também o são. Há rotweilers que são usados em tratamentos de crianças enfermas (zooterapia com cães). Os dobermanns são outros injustiçados, que, por causa da fama de agressivos, são tidos como tal e como dissemos, não dá para generalizar. Eu mesmo tive um cão da raça dobermann que era tão manso que as crianças abusavam de sua paciência e ele nunca demonstrou qualquer rancor ou sinais mínimos de agressividade. Os cães da raça pitbull que conheço e que são agressivos foram treinados para se comportarem assim, isto é, eles não se comportam deste modo naturalmente. Contudo, a anatomia destes cães apresenta características de muita robustez e força física que poderia ser maior do que a de um homem. A mordida de um pitbull é comparável à de um tubarão. Há mais pincher agressivos que pitbull, mas por serem pequenos são facilmente dominados, enquanto um pitbul não. Acredito que por terem a fama de agressivos as pessoas os temam e por terem estes atributos de robustez anatômica crêem que eles poderiam causar grandes ferimentos em pessoas atacadas por algum destes que, por algum motivo, possam se enfurecer. Conheço vários animais mansos que de repente tornam-se agressivos e estes animais não estão isentos de mudanças de humor. Até mesmo nós temos estes reveses, com a diferença de que não somos abatidos quando isso acontece.

Exterminá-los deste modo é uma arbitrariedade.

Um animal agressivo o é por influência do corpo físico, mais do que por seu espírito. Prova disso é o fato de os animais tornarem-se mansos após serem castrados, pois não há mais a produção de hormônios sexuais. Animais do sexo masculino com alta produção de testosterona são mais agressivos. Por isso, ao chegarem ao Plano Espiritual são tratados do mesmo modo que outro animal não-agressivo, pois não podem ser responsáveis por sua conduta. Eles, do mesmo modo que nós, como Espíritos em aprendizado, estão aprendendo a conter seu comportamento e a controlar as vontades do corpo.

“Os cães são auxiliares preciosos nas regiões escuras do umbral. (André Luiz – Nosso Lar)

57. Existem outras colônias para animais no Mundo Espiritual além do Rancho Alegre?

R: Como vimos no Evangelho que “há muitas moradas na Casa de meu pai”, há muitos mundos e, portanto, há um número proporcional de colônias nestes mundos. Temos notícia de três colônias para animais, mas, com certeza, há outras de mesmo nível e qualidade. A quantidade de seres espirituais estagiando na fase animal é maior, em nosso planeta, do que em fase humana. Uma colônia somente não é suficiente para tantos Espíritos. São necessárias várias colônias, e há colônias principais e intermediárias. Temos notícia de que existem, além destas três principais, centenas de outras intermediárias, na dimensão espiritual próxima ao Brasil. Provavelmente há inúmeras colônias espalhadas próximas ao nosso mundo, mas por algum motivo não nos deram ainda oportunidade de conhecê-las.

As colônias secundárias são menores e apresentam administração vinculada a alguma colônia maior, que igualmente está ligada a outra maior, por hierarquia que desconhecemos.

“Seis grandes carros, em formato de diligência, precedidos de matilhas
de cães alegres e barulhentos, eram tirados por animais. ” (André Luiz)

58. Os animais, quando dormem, se desdobram? E vão para onde?

R: Geralmente os animais considerados inferiores não se afastam de seus corpos físicos quando dormem. No reino animal, eles precisam estar sempre atentos aos predadores e, mesmo dormindo e em contato com a dimensão espiritual, precisam proteger o corpo físico. Quando alguma ameaça se aproxima, o espírito animal se reacopla rapidamente para poder fugir o mais depressa possível. Outros animais mais evoluídos já possuem maior liberdade e podem se desdobrar até as proximidades, mas sempre se mantêm atentos aos perigos dos arredores. Os animais superiores e os domésticos quando se desdobram podem ser acompanhados por espíritos humanos a outras localidades da dimensão espiritual, inclusive a colônias daquela outra dimensão. Nunca se deslocam livremente. Por serem nossos protegidos, somente podem fazer isso (afastar-se do corpo a longas distâncias) acompanhados de um ser humano que os proteja. Raramente podem se deslocar por sua vontade no Plano espiritual. Não seria seguro, pois poderiam ser vítimas de seres trevosos que os vampirizam.

“Animais que mesmo de longe pareciam iguais aos muares terrestres.” (André Luiz – Nosso Lar)

59. Se eles se desdobram durante o sono, podem ir conosco para onde formos enquanto dormimos?

R: Geralmente temos alguns animais que estão sob nossa proteção. Não raramente nos desdobramos durante o sono e os levamos conosco. É comum a visão de pessoas desdobradas passeando com cães, gatos e outros animais nas colônias espirituais. Algumas vezes são acompanhados de entidades trevosas que são sua companhia, mas de qualquer modo estão sob proteção de alguém. Não é uma companhia ideal, mas são de certo modo companheiros deles também algumas vezes.

“Grandes bandos de aves de corpos volumosos que
voavam a curta distância acima dos carros produzindo
ruídos singulares. ‘ (André Luiz – Nosso Lar)

60. Existem animais nas colônias de humanos?

R: Sim. Não há dúvida de que os animais são moradores também de colônias reservadas a seres humanos. Em Nosso Lar, por exemplo, há relatos sobre o assunto. Há uma passagem que narra a chegada de uma caravana com pessoas vindas ou resgatadas do umbral. Eram eqüinos tracionando carruagens acompanhadas por cães que vinham na frente, seguidos de aves estranhas, as íbis. No livro Missionários da Luz também de André Luiz há a citação de cães fazendo companhia a espíritos desencarnados em uma colônia. No livro Todos os Animais merecem o Céu há diversos relatos sobre isso, como no capítulo intitulado: “Tia Nana”.Há também relatos de uma colônia chamada Jonisi, na qual os moradores se fazem acompanhar por animais de estimação, como fazem os encarnados aqui da Terra.

“Os cães facilitam o trabalho, os muares suportam cargas pacientemente e
fornecem calor nas zonas onde se faça necessário (André Luiz – Nosso lar)

61. Você diz em seus livros que os animais vão para uma colônia. Você não cita a fonte de informação e não há na literatura nenhuma citação sobre estas colônias para animais como há, por exemplo, confirmação de colônias como o Nosso Lar. O que você diz não está de acordo com o que diz a doutrina.

R: Em nenhum lugar da doutrina há que diga que não existam colônias para animais na Espiritualidade, mas citaremos uma psicografia deixada pelo espírito São Luís, obtida da Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec, que por si só já responde a esta questão. A comunicação foi recebida em 30 de março de 1999:

“Analisemos a questão. Sabeis através dos estudos realizados e dos ensinamentos deixados pelas Entidades Superiores que trabalharam no advento do Consolador que as almas dos animais não têm utilidade e nem razão de ser no mundo espiritual mais elevado. Entretanto, nas colônias transitórias próximas ao vosso orbe eles são encontrados e têm a utilidade parecida com a encontrada na Terra. Razão pela qual encontram-se relatos de cantos de pássaros, bem como de latidos de cães e caravanas de animais que a vós parecem tão familiares. Certamente que tudo regido pelas leis de Deus e vontade dos Espíritos que trabalham em Seu nome.

“Sabeis que as colônias transitórias são como uma projeção mais bem-elaborada de vossa morada terrena e tudo o que nela existe tem alguma correlação também alhures, inclusive nos planos astrais mais inferiores. Entendei, porém, que tudo se dá em outra dimensão. Não têm, portanto, a mesma importância que se dá aos eventos da carne. Deveis compreender que a Codificação foi elaborada visando moradas mais elevadas onde não mais existem ambientes materializados como se encontram nas colônias e mundos semelhantes. Moradas onde os Espíritos já atingiram um grau superior de adiantamento moral. É a esta situação que as obras primeiras se referem. Foi a esse respeito que o Espírito de Verdade deixou instrução.

Vosso pouco conhecimento vos toma embotados ao ensino mais profundo do que é a Verdade.
Buscai na humildade e na sinceridade a chave para adentrar num campo mais afortunado do
aprendizado e tereis que conhecer muito mais do que pensais, pois os Espíritos do Senhor
buscam aqueles que, de boa vontade e de coração aberto, têm a sede sincera do saber. ”
– São Luís.

62. Como são escolhidos os animais para auxiliar nos resgates?

R: São escolhidos de acordo com seus conhecimentos e habilidades em exercer algumas tarefas. Como os nossos corpos espirituais mantêm as características dos nossos corpos de encarnados, mantemos também as mesmas habilidades. Com os animais desencarnadas ocorre o mesmo. Os cães são farejadores; as águias têm boa visão; os muares são bons em transportar cargas, etc. Na verdade não são sensações percebidas por células nervosas, mas pelo seu Espírito como um todo. Os animais não dependem dos seus órgãos sensoriais para farejarem ou verem, são sensibilidades de seus Espíritos. Eles são escolhidos por suas habilidades e boa vontade em auxiliar, mas não são obrigados a trabalhar para os espíritos encarregados, exceto se for importante para sua evolução. Por isso, quando são requisitados, o fazem espontaneamente e se alegram em poder ajudar. Eles acompanham os Espíritos com confiança absoluta e acabam por sentir um carinho e confiança especiais, os acatam felizes.

“Aquelas aves que denominamos íbis viajores são excelentes
auxiliares dos Samaritanos. ” (André Luiz – Nosso Lar)

63. No livro você comenta sobre o umbral e a presença de animais. Como isto é possível, partindo do princípio de que a lei de causa e efeito não é tão rígida com eles?

R: A lei de causa e efeito é universal, portanto os animais estão sujeitos a ela também. No entanto esta lei visa, no caso dos animais, a um meio de aprenderem com os erros e acertos. Ela age para eles de modo mais imediato e está mais relacionada ao aprendizado de conceitos básicos de sobrevivência e não como meio de resgatar dívidas morais (como acontece conosco). Os animais não criam dívidas cármicas que necessitem ser quitadas para evoluírem. Como a evolução deles baseia-se em aprendizado constante, algumas vezes são capturados por seres trevosos e levados ao umbral com finalidades equivocadas. É permitido que alguns deles tenham contato com as energias densas das regiões umbralinas, mas são em geral resgatados rapidamente. Como seres espirituais, ao serem capturados e tidos no umbral eles não sofrem como se estivem encarnados, mas adquirem o aprendizado de que necessitam com esta experiência nestas regiões de baixas vibrações. Existem seres espirituais ao nível de animais que vivem no umbral. Não foram capturados nem subjugados por alguma entidade. Estão naquele ambiente como meio de mantê-lo livre do excesso de energias perniciosas as quais absorvem e as transformam em energias mais leves e menos perigosas. Assim auxiliam sem que estejam sofrendo. Tudo é aprendizado.

É importante salientar que nem sempre os seres que se apresentam em forma de animais são verdadeiramente animais. Podem ser seres humanos decaídos vibracionalmente que adquirem este aspecto, que lembra o de animal. Há pessoas (Espíritos desencarnados) que se tornam amarguradas e rancorosas e adquirem aspecto de eqüinos, caninos, caprinos, símios e outros tantos, sem serem na verdade animais propriamente ditos. Estas aparências são como máscaras que usam para atestar sua decadência moral e vibratória.

“Estacaram matilhas de cães ao nosso lado, conduzidas por
trabalhadores de pulso firme” (André Luiz – Nosso Lar)

64. Existem relatos a respeito de algum lugar no Mundo Espiritual onde os animais permanecem, assim como as cidades espirituais para os próprios espíritos?

R: Em um dos programas na Rádio Boa Nova, a apresentadora citou um estudioso (Conrad Lorens) das comunicações eletrônicas (transcomunicação instrumental) em que foram recebidas imagens da dimensão espiritual nas quais era possível ver patos nadando em um lago em segundo plano. Nós sabemos que os animais possuem Alma, isto é, os animais são Espíritos encarnados. Mas o que são antes de encarnarem? São Espíritos desencarnados e como tal devem permanecer em algum lugar no Mundo Espiritual. Onde é este local? Pelo O Livro dos Espíritos sabemos que os animais não ficam na erraticidade como espíritos errantes, então onde ficam? O Espírito da Verdade diz que os animais são cuidados por Espíritos que a isso competem, isto é, são assistidos por Espíritos superiores em seus aspectos evolutivos. Para isso eles devem estar em algum lugar, que talvez sejam as colônias específicas. André Luiz fala em seus livros sobre a existência de animais no mundo espiritual, auxiliando em resgates de pessoas vindas do Umbral e de cães nas colônias transitórias como animais de companhia. Há ainda uma mensagem deixada por São Luís a um grupo de estudos de Minas Gerais, o Grupo Espírita Allan Kardec em 1999 (Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec. Data: 30.03.99) em que ele afirma existir colônias específicas para animais no mundo espiritual. Não há nada com que nos surpreendermos ao saber disso. Temos notícias de diversas colônias para animais, mas as mais conhecidas são “Rancho Alegre” e “Arca de Noé”, no entanto não são as únicas. Existem infinitas quantidades destas colônias pelo universo, que é infinito. Existem também animais em colônias destinadas aos seres humanos. O livro Todos os Animais merecem o Céu fala sobre como é a vida destes nossos irmãos nas colônias destinadas a eles. Outro livro que comenta algo é Todos os Animais São Nossos Irmãos, que fala sobre as colônias intermediárias.

Marcel Benedeti

FONTE:http://www.comunidadeespirita.com.br/animais/animais2008/animais%20no%20mundo%20espiritual.htm

Existem Animais no Mundo Espiritual ?

Herculano Pires comentando sobre esta afirmação: “Espíritos errantes são os que aguardam nova encarnação terrena (humana) mesmo que já estejam bastante elevados. São errantes porque estão na erraticidade, não se tendo ainda fixado em plano superior. Os espíritos de animais, mesmo dos animais superiores, não tem essa condição. Ler na Revista Espírita, no. 7 de julho de 1860, as comunicações do Espírito de Charlet e a crítica de Kardec a respeito.”

É impossível, visto que os animais só possuem o instinto e não possuem o livre arbítrio (só os homens a possuem). E se eles não possuem o livre arbítrio, depois da morte física, não podem analisar seus erros e acertos, não podem sofrer penas nem gozos por não terem consciências de seus atos praticados no mundo físico, e nada mais justo que devolvê-los rapidamente ao mundo físico, seja em um planeta ou outro para que continuem sua evolução até chegarem ao estado hominal, donde daí para frente possuirão livre-arbítrio e sofrerão as penas e gozos do mundo espiritual.

Livro dos Médiuns, Cap. XXV, item 283, item 36 a 37.

283. Evocação de animais:

36. Pode-se evocar o Espírito de um animal?

– O princípio inteligente que animava o animal fica em estado latente após a morte. Os Espíritos encarregados desse trabalho imediatamente o utilizam para animar outros seres, através dos quais continuará o processo da sua elaboração. Assim, no mundo dos Espíritos não há Espíritos errantes de animais, mas somente Espíritos humanos. Isto responde a vossa pergunta.

37. Como se explica então que certas pessoas tenham evocado animais e recebido respostas?

– Evoque um rochedo e ele responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos prontos a falar sobre tudo.

Livro dos Espíritos, Cap. XI, Item II, perguntas 598 a 600.

598. A alma dos animais conserva após a morte sua individualidade e a consciência de si mesma?

– Sua individualidade sim, mas não a consciência de si mesma. A vida inteligente permanece em estado latente.

599. A alma dos animais pode escolher a espécie em que prefira encarnar-se? – Não; ela não tem o livre-arbítrio.

600. A alma do animal, sobrevivendo ao corpo fica num estado errante como a do homem após a morte?

– Fica numa espécie de erraticidade, pois não está unida a um corpo. Mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e age por sua livre vontade: o dos animais não tem a mesma faculdade. E a consciência de si mesmo que constitui o atributo principal do Espírito. O Espírito do animal é classificado, após a morte, pelos Espíritos incumbidos disso e utilizado quase imediatamente: não dispõe de tempo para se por em relação com outras criaturas.

“Sabe-se que não há Espíritos de animais errantes no mundo invisível e que, conseqüentemente, não pode haver aparições de animais, salvo o caso em que um Espírito fizesse surgir uma aparência desse gênero, com um objetivo determinado, o que não passaria, sempre, de uma aparência, e não o Espírito real de tal ou qual animal. O fato das aparições é incontestável, mas é preciso guardar-se de as ver em toda parte e de tomar como tais o jogo de certas imaginações facilmente exaltáveis, ou a visão retrospectiva das imagens estampadas no cérebro.”

Fonte: Site O Espiritismo – José Henrique Baldin – http://www.jhbaldin.com/espirita.htm