O preconceito com os gatos ocorre desde antiguidade até os dias de hoje.

Foto Arquivo pessoal

Bastet

O preconceito com os gatos ocorre desde antiguidade até os dias de hoje. Existem diversos mitos sobre os gatos, que são traiçoeiros, não gostam do dono, dão azar, entre outros. Porém, não devemos esquecer que o gato é totalmente diferente do cachorro, é um animal bastante independente, talvez seja por isso que o gato manifesta tantas aversões para uns e amores para outros.

No Egito, os gatos eram considerados sagrados, pois estavam associados à deusa Bastet, que era representada por um corpo de mulher e cabeça de gato; maltratar ou matar um gato era proibido (UOLEducação). Quem matasse ou maltratasse um gato recebia pena de morte. Quando um gato da família morria, o mesmo era embalsamado. Os antigos egípcios foram os primeiros a utilizar o gato para combater os ratos que atacavam os grãos armazenados.
Entretanto, o gato com seus olhos expressivos e seu comportamento independente sempre foi foco de superstições e mitos, principalmente os gatos pretos que “foram perseguidos por supostas ligações como demônio, originando a crença, na Inglaterra, de que um gato preto atravessando o caminho é sinal de boa sorte. Boa sorte porque ele se foi e deixou de fazer-nos mal. Entretanto, na América, a crença inverteu-se, passando gato preto a representar perigo” (Porto, citado por Rocca, 2007).
Os gatos também sempre estiveram envolvidos em histórias de bruxarias e perseguições.
“A ligação dos gatos com os cultos pagãos, desencadeou uma campanha da Igreja Católica contra eles. Nos mitos escandinavos, que originaram muitas das crenças pagãs, a carruagem de Freyja, deusa do amor e da cura, era puxada por gatos. A deusa guardava em seu jardim as maçãs com as quais se alimentavam os deuses no Valhalla, e sua iconografia é representada por gatos puxando sua carruagem, acabando por haver a associação entre o animal e a própria divindade. O culto a Freyja foi considerado heresia e os membros desta seita severamente punidos com tortura e morte. Como os gatos faziam parte do culto, foram acusados de serem demoníacos, principalmente os pretos” (Follain).
Mitos sobre gatos existem vários, independentemente de serem pretos ou não. É muito comum ouvirmos falar que gatos são traiçoeiros, só gostam da casa, e não do dono, que cães não se dão bem gatos, que gato tem asma, entre outros.
Sendo assim, acredito que vale a pena discutir alguns pontos como a questão de serem traiçoeiros, como muitos consideram. Em primeiro lugar, não podemos esquecer que o gato é diferente do cachorro, gatos são mais independentes, possuem hábitos noturnos e vários outros comportamentos. Brincando com um gato podemos observar que ele fica com a barriga para cima para brincar, sendo assim como podemos considerar que são traiçoeiros? Nessa posição eles estão totalmente rendidos às brincadeiras e não em posição de ataque. Outro ponto é que gatos são territorialistas, e isso não significa que não gostem de seus tutores, o que acontece é que comportalmentalmente precisam marcar território num espaço, e se o mesmo mudar de casa, a mesma situação irá acontecer, pois eles querem encontrar um canto para eles.
Gatos também sentem saudades de seus donos e podem até ficar depressivos na falta deles. São animais que expressam o seu sentimento de um modo diferente, mas isso é apenas uma questão comportamental. Do mesmo modo que não somos todos iguais, cada um tem seu comportamento, porque o gato não pode ter esse privilégio também?
Como podemos perceber, existem várias histórias sobre os gatos. O que vale ressaltar é que são animais não-humanos assim comuns outros, independentemente das histórias, não devemos esquecer que são nossos irmãos menores e que estão aqui num processo de evolução igual a nós, possuem uma alma, sentem dor, sentem fome e medo.
Com tantas perseguições que os gatos sofreram emenda sofrem, acabo achando normal certos gatos serem ariscos, talvez estejam tentando, mesmo sem saber, fugir do preconceito.

FONTE: http://animaiseoespiritismo.blogspot.com/2012/01/gatos-preconceito-ou-resquicios-do.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+OsAnim

Referências Bibliográficas
[UOL Educação]. Verdades e mentiras sobre a civilização multimilenar. Disponível em ohttp://educacao.uol.com.br/historia/egito-antigo-verdades-e-mentiras-sobre-a-civilizacao-multimilenar.jhtm.Acesso em 01/11/2011.

FOLLAIN, M. [GREEPET]. Os gatos na idade média. Disponível emhttp://www.greepet.vet.br/idademedia.php. Acesso em 03/11/2011.
ROCCA, y. Deixe um gato surpreender você. Instinto Editorial, 1 º edição, 2007.

A responsabilidade de um protetor de animais!

Ultimamente é frequente o número de pessoas envolvidas com a causa animal que desistem , e divulgam isso como se os outros tivessem a obrigação de recolher os seus animais e resolver o problema criado por eles. Não bastasse isso, ainda temos outro número crescente de protetores que morrem e deixam 70, 100, 200 animais totalmente à míngua e entregues à própria sorte. Às vezes quando tomamos conhecimento do caso alguns destes animais já morreram por inanição, por brigas, doenças e frequentemente nestes casos encontramos o canibalismo. E quem tem condições de absorver estes animais se estamos todos superlotados e com dívidas em clínicas e lojas de rações?

Eu sempre digo a todos que o limite entre sanidade mental e desequilíbrio, na proteção animal, é muito tênue. Realmente não é fácil lidar com o pior ser humano que existe, um ser capaz de mal tratar e cometer as maiores atrocidades com outro totalmente indefeso, ou pior, quando esse ser indefeso pertence a esse humano, e vive somente por ele e para ele. Recolhemos das ruas animais em situações tão deploráveis que algumas vezes tendemos a nos revoltar com “todos” os seres humanos, porém esse é o primeiro passo para o desequilíbrio mental, que pode colocar em risco nossa vida, a vida de nossos familiares e a vida de nossos resgatados.

Quando um protetor começa a dizer que “gosta mais de bicho do que de gente”, para humanos, geralmente ele é encarado pelos que não o conhecem e não tem conhecimento de sua luta como louco, e as pessoas em geral passam a se afastar dele. Entre nós, protetores, isso é compreensível por compartilharmos das mesmas vivências, porém quem dá esse primeiro passo geralmente dará o segundo que é atacar verbalmente a todos ao seu redor, às vezes ataca aos familiares, aos amigos e até os outros protetores que estão ao seu lado na militância, também salvando vidas.

O terceiro passo normalmente é o isolamento, a pessoa passa a querer somente a companhia dos animais, isola-se do mundo. Normalmente quando chega a este estágio já está fazendo tratamento contra depressão ou bipolaridade, já se afastou dos familiares, dos amigos, da família, perdeu o emprego, passou a perder a vaidade e, algumas vezes, não diferencia a sua vida da vida de seus animais. Então passa a recolher animais das ruas indiscriminadamente, como se quisesse, ou se pudesse, resolver a problemática dos animais sozinha. Neste ponto o único relacionamento que tem com outras pessoas é para pedir ajuda financeira, que dificilmente vem de acordo com o necessário, o que resulta em dezenas de animais na casa do protetor… Ambos, animais e humanos, passando necessidades.

Quantos de nós não conhecemos esta história: Protetor sem amigos, sem familiares, sem emprego, sem dinheiro, com ordem de despejo e com dezenas de animais.

Já está cada vez mais difícil doar animais, principalmente pelo fato dele não confiar em nenhum humano, e se torna cada dia mais perigoso que este protetor se transforme num colecionador.

Não existe uma fórmula para evitar que isso aconteça, todos nós estamos sujeitos a isso, mas penso que uma base familiar e amigos sinceros são de extrema necessidade para nos mantermos equilibrados. No meu caso particularmente, que já estive à beira de chegar a este estágio, que abandonei meu emprego, que recolhia animais indiscriminadamente sem pensar nas contas, que cheguei a dever em clínicas veterinárias cerca de duas ou três vezes o salário que recebo hoje, que pensei em me separar do meu marido porque ele tentava de alguma forma brecar meu impulso por recolher animais, que não pensava que minha filha, de dois anos na época, precisava de mim, que me afastei dos meus amigos, etc..

O que me ajudou foi exatamente a família… Ouvir aos que me amam, com a mente aberta para poder absorver tudo aquilo, olhar ao redor e entender que não sou capaz de mudar o mundo, nem de salvar a todos os animais, entender que para proteger animais necessito estar equilibrada para não proporcionar a eles uma situação, às vezes, pior do que a que eles se encontravam antes de serem resgatados, perceber que os protetores de animais desequilibrados e agressivos não são levados a sério, não podem levantar uma bandeira e nunca atingirão os seus objetivos na sociedade por não possuírem o potencial de credibilidade necessário para defender a causa, aprender resgatar animais de acordo com a minha capacidade financeira de lhes proporcionar tudo o que for necessário para seu tratamento enquanto estiver sob minha guarda, com a consciência de que ninguém tem a obrigação de me ajudar, e principalmente, pensar no amanhã.

Se amanhã eu não estiver mais neste mundo o que será de meus animais? Será que meu marido merece se transformar em protetor de animais de forma obrigatória? Será que ele terá condições de cuidar da casa, dos filhos e dos animais sozinho? Será que ele quer isso? Será que ele merece?… Ele não é protetor de animais, eu quem sou.

E seu eu morasse sozinha com 50 animais e morresse, o que seria deles?

Se você ama animais pense nisso, lembre-se que nenhum de nós tem garantia de vida neste planeta, pense que os animais sob sua guarda não podem se defender, e são totalmente dependentes de você. Lembre-se que a morte faz parte da vida e preocupe-se com o que será deles amanhã se você morrer hoje.

E pra você que decidiu deixar a causa animal porque tudo o que descrevi acima aconteceu com você, lembre-se que ninguém tem a obrigação de assumir o seu compromisso ou de resolver os seus problemas. Saia da causa de cabeça erguida, e doe antes todos os animais que estão sob sua guarda, assuma a responsabilidade pelo que fez, se você resgatou cabe a você doar… Essa obrigação é sua, de mais ninguém.

Texto por:http://lilianrockenbach.blogspot.com/2011/02/responsabilidade-de-ser-protetor-de.html

O que é ser protetor de animais?

O QUE É SER UM PROTETOR E ANIMAIS?
por Lilian Rockenbach

Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?

Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.

Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.

O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.

Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.

Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.

Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.

Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.

Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.
Existem 3 tipos de pessoas: As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)

Fonte: texto por, http://lilianrockenbach.blogspot.com

A manifestação no Quebra Mar, pelos direitos dos animais, organizada por João Valois, foi show de bola!

Organizada pela Ong Cadeia para quem maltrata os animais, João Valois, a manifestação veio reinvidicar a criação imediata da Delegacia especializada em crimes contra os animais, o fim dos experimentos científicos utilizando os animais e a nossa luta pelos Direitos dos animais.

Conhecendo os gatos!

1 – Gatos são animais carnívoros. Por isso, a ração para eles contém um teor alto de proteínas. Entretanto, no ambiente selvagem, se alimentavam de animais herbívoros, ingerindo indiretamente pequenas quantidades de ervas que a presa ingeriu.

2 – Gatos não percebem sabores doces. Contudo, seu paladar é muito desenvolvido. São muito exigentes na hora de se alimentar. É normal que recusem ração que não seja servida na hora ou refeições que não pareçam frescas.

3 – O gato é, provavelmente, o mais sensitivo dos mamíferos. Gatos foram apontados por biólogos como possivelmente o mais sensitivo dos mamíferos. Isto por seus sentidos apuradíssimos que fazem dele no ambiente selvagem um poderoso predador.

4 – Gatos enxergam no escuro. Gatos vêem as coisas no escuro muito melhor do que nós humanos. Precisam somente de um sexto da luz do que nós precisamos para ver. Entretanto, em situações de muita luz, a nitidez da visão é prejudicada. Os gatos têm campo visual com abertura estimada em 200°, contra 180° de humanos.

5 – Gatos têm a audição apuradíssima. São capazes de ouvir sons ultrassônicos. Na verdade também se comunicam por sons nesta frequência. Cães e humanos, por exemplo, não percebem esses sons. Um humano ouve até 20 khz, um gato ouve até 65 khz.

6 – Gatos percebem os cheiros muito melhor do que nós. Um gato doméstico possui o olfato 14 vezes mais potente que humanos, mas ficam em desvantagem em relação ao poderoso olfato dos cães.

7 – Gatos manipulam os humanos. E tem muitas armas para isso. Um estudo de 2009 descobriu que os gatos usam o ronronar para manipular seus donos. Ficou comprovado que eles ronronam para conseguir comida, ou carinho, por exemplo.

8 – Gatos correm mais rápido do que o humano mais veloz. Um gato doméstico é capaz de atingir a velocidade de 48km/h. O máximo que o humano mais rápido já atingiu foi 43km/h.

9 – Gatos precisam ingerir taurina. A maioria dos animais produz naturalmente este aminoácido. Porém, os gatos precisam incluir este elemento em sua dieta. Caso contrário, podem ficar cegos. Por isso, as rações para gatos já incluem a taurina.

10 – Gatos se comunicam. Usam a linguagem corporal, miados e “ronrons”. Quando se esfregam um nos outros, por exemplo, os gatos estão fazendo um gesto de amizade. Quando uma fêmea se esfrega em um macho, deve estar demonstrando interesse sexual. A cauda, além de auxiliar no equilíbrio corporal, é muito usada para expressar os sentimentos do gato.

11 – Gatos não têm sete vidas. Mas não é que parece verdade? Há muitos casos surpreendentes de sobrevivência de gatos. Um bichano caiu 21 metros e saiu completamente ileso da queda. Existe até registro de um gato que caiu de 96 metros (cerca de 32 andares) e sobreviveu.

12 – Gatos são inteligentes. Eles têm uma capacidade cognitiva que lhes permitem executar diversas ações que são consideradas sinais de inteligência. O cérebro dos gatos possui estrutura complexa e se parece mais com o do homem do que com o do cão, embora em testes de cognição os cães geralmente levarem vantagem sobre gatos.

13 – Gatos sabem amar. Não é verdade que gatos só se ligam ao seu território. Esses felinos desenvolvem grandes laços afetivos com seus donos. Existem diversos relatos de gatos que percorrem enormes distâncias em busca de seus donos. É claro que eles não desenvolvem carinho só com humanos. Também sabem amar outros animais!

FONTE: http://www.osgatos.com.br/Coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-os-gatos.html

Motivos para você adotar um gato!

1 – Ter gatos em casa faz bem para o coração. Estudos científicos sugerem que donos de gatos têm menor probabilidade de morrer de ataques do coração. A descoberta foi apresentada na American Stroke Association’s (ASA). Um dos motivos que explicam este fenômeno está citado logo abaixo na 2ª razão para se ter um gato.

2 – Donos de gatos têm menos estresse. Contemplar a beleza de um gato ou acariciar estes animais é uma atividade relaxante. Uma terapia estimulante, barata e eficiente.

3 – Gatos não dão muito trabalho. Embora os gatos domésticos dependam de seus donos para conseguir alimento, os gatos parecem independentes. Você não precisa levar para passear, dar banhos frequentes e outras exigências. Mas não esqueça de fazer carinho e de levar ao veterinário.

4 – Gatos são bons companheiros. Gatos normalmente não fazem a festa que os cães fazem quando seus donos chegam em casa. No entanto, costumam desenvolver fortes laços com alguém da casa. Sabem muito bem apreciar a companhia humana e são úteis no combate a depressão.

5 – Gatos precisam de você. Embora tenham características de animais independentes, neste momento milhares de gatos precisam da ajuda e da proteção humana. O abandono de animais é uma prática cruel e deve ser combatida com a castração e com adoção. Ajude a diminuir o sofrimento animal, adote agora um companheiro!

FONTE: http://www.osgatos.com.br/Razoes-para-voce-ter-um-gato.htm

Transporte Internacional de Cães e Gatos O que preciso fazer para levar meu cão ou gato em viagem ao exterior?

Transporte Internacional de Cães e Gatos
Em viagens aéreas ou rodoviárias, cães e gatos transitam no País sem a necessidade da Guia de Trânsito Animal (GTA). É obrigatório, porém, o porte de atestado de saúde, emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Para as demais espécies de companhia, como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a GTA,expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou pelo órgão executor da defesa sanitária nos estados. No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).
Para o transporte de animais entre países é preciso obter o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido pela autoridade do país de origem ou de procedência do animal. O CZI deve estar em conformidade com as exigências sanitárias do país de destino.

O transporte de animais entre países exige o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). O documento é emitido pela autoridade sanitária do país de origem ou de procedência do animal de estimação. No Brasil, o CZI é expedido pelo Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), órgão vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), por meio dos 106 postos distribuídos em aeroportos, portos e em pontos de fronteira.
Para importação ou retorno de viagem, os animais devem ser acompanhados pelo CZI emitido pela autoridade do país de procedência. O documento deve conter as garantias solicitadas pelo Brasil para ingresso de animais, conforme a espécie. A conferência da documentação para ingresso no país é feita pelo Vigiagro, no ponto de entrada.
Veja nos links abaixo as instruções para quem está levando seu animal para fora e para os que estão ingressando no País. E uma relação das exigências feitas por outros países.

EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI (Certificado Zoossanitário Internacional)

Atenção!!! Para a emissão do CZI é necessária a apresentação dos documentos
sempre em vias originais, acompanhados de uma fotocópia simples de cada, e
dentro dos prazos de validade estabelecidos.

Como regra geral, para emissão de CZI, deverão ser apresentados os seguintes
documentos:

1) Requerimento para Fiscalização de Animais de Companhia
1.1 – O Requerimento para Fiscalização de Animais de Companhia (Formulário XXIX, do Manual do Vigiagro) preenchido corretamente, podendo ser apresentado nos idiomas inglês, português ou espanhol;
1.2 – Atenção para o campo de exportador (dados do proprietário com o endereço no Brasil) e do importador (proprietário com o endereço no país de destino).
2) Carteira de Vacinação
2.1 – Carteira de Vacinação, com a vacinação anti-rábica sempre em dia, devendo constar preferencialmente o selo da vacina, para fins de conferência do estabelecimento fabricante, número do lote ou partida e data de fabricação. No que concerne à vacinação, o Médico Veterinário responsável deverá descrever na carteira de vacinação do animal, a data da aplicação da vacina anti-rábica e sua validade, registrando ainda, sua assinatura e carimbo;
2.1.1 – No caso de países que exijam vacinação contra outras doenças além da raiva, o mesmo procedimento descrito no item anterior deverá ser adotado para cada vacina aplicada.
2.2 – Não serão aceitas, para fins de certificação, as vacinas aplicadas em campanhas municipais sem acompanhamento do médico veterinário responsável.
Todos os dados referentes ao fabricante, número do lote ou partida, data de fabricação e validade da vacina, bem como a data de aplicação e validade da vacinação, devem ser registrados na carteira de vacinação seguida da assinatura do médico veterinário responsável.
2.3 – Para os filhotes a partir dos 3 meses de idade a vacinação anti-rábica é obrigatória;
2.4 – Com exceção de alguns países, que aceitam receber animais com menos de três meses de idade, para a maioria dos países, a emissão do CZI somente

AVISO IMPORTANTE
Programe a viagem internacional de seu animal de estimação com a antecedência necessária, de forma a atender as exigências sanitárias do país de destino estabelecidas em Acordos Internacionais com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.
A apresentação de documentação inexata, incompleta, rasurada ou erroneamente preenchida resulta na impossibilidade de emissão do CZI pelo MAPA.
Normalmente o CZI tem validade de 10 (dez) dias, porém este prazo varia de acordo com o país de destino.
Caso não haja modelo de CZI acordado entre o Brasil e o país de destino, o proprietário dos animais, com a antecedência que a tramitação requer, deverá apresentar os requisitos sanitários do país de destino à Vigilância agropecuária Internacional – VIGIAGRO, ou ao Serviço de Sanidade Agropecuária (SEDESA/DTUF).
Os requisitos sanitários do país de destino, citados no parágrafo anterior, poderão ser consultados junto ao Serviço Veterinário Oficial do país de destino. O Departamento de Saúde Animal (DSA) avaliará a possibilidade de atestar as exigências sanitárias do país importador, bem como elaborará e divulgará o modelo de CZI específico.
O que é CZI?
O Certificado Zoossanitário Internacional – CZI é o documento emitido, ou chancelado, pelo Serviço Veterinário Oficial do País de origem ou procedência dos animais, com o intuito de garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino.
No Brasil, o CZI só pode ser emitido por Fiscal Federal Agropecuário, com formação em Medicina Veterinária, da Vigilância Agropecuária Internacional – VIGIAGRO, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, e respeitará os modelos oficiais aprovados e acordados com as autoridades veterinárias dos países de destino dos animais.
Onde obter um CZI?
O CZI deve ser obtido na unidade do MAPA instalada:
– no aeroporto de onde se origina o vôo do animal, nos casos de transporte aereo;
– na fronteira, no caso de transporte internacional terrestre; e
– no porto marítimo ou fluvial, nos casos de transporte internacional marítimo ou fluvial.
Via de regra o CZI será emitido no ponto de egresso do país, entretanto, no caso específico do transporte aéreo, a unidade do VIGIAGRO (SVA/UVAGRO) do aeroporto de origem do vôo que transportará o animal, mesmo sendo doméstico, independente da realização de conexões ou transbordos de aeronave no aeroporto do ponto de egresso no país, será o responsável por todas as exigências documentais e procedimentos de fiscalização, que lhe assegurem o devido respaldo para a emissão dos documentos cabíveis, inclusive a Certificação Zoossanitária Internacional.
Por exemplo, se o animal embarcar em um vôo doméstico no Aeroporto Juscelino Kubitscheck de Oliveira, em Brasília, para conexão em um vôo internacional no Aeroporto Internacional André Franco Montoro, em Guarulhos, o CZI deverá ser emitido por um Médico Veterinário, Fiscal Federal Agropecuário do MAPA do Aeroporto de Brasília.
Entretanto, para que o proprietário do animal possa obter o CZI no aeroporto de partida do vôo doméstico, deverá certificar-se antecipadamente de que haja Serviço de Vigilância Agropecuária – SVA ou Unidade de Vigilância Agropecuária – UVAGRO no aeroporto de embarque doméstico do animal. Outro fator condicionante para obtenção do CZI no aeroporto de partida do vôo doméstico é que tanto o vôo doméstico quanto o vôo internacional ocorram na mesma data.
Caso não haja SVA/UVAGRO no aeroporto de embarque do vôo doméstico destinado à conexão para vôo internacional, ou a partida do vôo internacional ocorra em data diferente da partida do vôo doméstico, o CZI deverá ser obtido no aeroporto de egresso do país, devendo o proprietário chegar com a antecedência necessária para sua emissão em tempo hábil.
A obtenção de CZI deverá ser solicitada no horário comercial, de forma que o proprietário deverá se programar com a devida antecedência.

Aos Médicos Veterinários Particulares
Solicitamos que preencham os atestados de forma clara e completa, identificando tanto o animal quanto seu proprietário.
Datem e assinem os atestados, uma vez que sua validade é de 72 horas.
Atestados sem data de emissão não são aceitos para emissão do CZI.
Forneçam as informações precisas quanto ao estado de saúde do animal, e, de acordo com os requisitos sanitários descritos a seguir, forneçam as declarações solicitadas pelo país de destino.
O nome do profissional e o número de registro profissional (CRMV), assim como o endereço e o telefone para contato da clínica devem estar legíveis.
Este atestado é o embasamento sanitário para o Veterinário Oficial emitir o CZI, e permanecerá arquivado com o Requerimento de Fiscalização para animais de Companhia e a cópia do CZI nas Unidades do VIGIAGRO.
O modelo de atestado de saúde para fins de trânsito nacional está disponível no endereço do MAPA na rede mundial de computadores:
http://www.agricultura.gov.br – serviços – trânsito e quarentena de animais – trânsito nacional – legislação de trânsito nacional – atestado sanitário para trânsito de cães e gatos.
O animal deverá ser devidamente identificado no atestado de saúde, devendo constar do documento: nome, sexo, espécie, raça, idade, número de identificação (microchip ou tatuagem), quando exigido, tipo de pelagem, cor, data de nascimento, além do nome completo, endereço, telefone para contato e documento de identificação do proprietário do animal (documento de identidade ou passaporte).
O proprietário deverá observar a validade do atestado para solicitar a emissão do CZI, devendo o atestado ser assinado, conforme descrito anteriormente, com antecedência de ate 72 horas do momento do embarque.
Solicitamos especial atenção para a Resolução CFMV nº 844, de 20 de setembro de 2006, que dispõe sobre atestado de sanidade e óbito de animais, assim como os de vacinação de animais e os de sanidade dos produtos de origem animal e dá outras providências.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
GABINETE DO MINISTRO

PORTARIA Nº 429, DE 14 DE OUTUBRO DE 1997

O Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Interino, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e nos termos do disposto no Regulamento do Serviço de Defesa Sanitária Animal, aprovado pelo Decreto n. 24.548, de 3 de julho de 1934, e,
Considerando, ainda, a Resolução MERCOSUL GMC n. 4/96, que aprovou as Normas Sanitárias para o trânsito no MERCOSUL de caninos e felinos domésticos, resolve:

Art. 1º Aprovar as Normas Sanitárias, em anexo, para o trânsito de caninos e felinos domésticos, oriundos dos países do MERCOSUL.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor sessenta dias após a sua publicação.

Enio Antonio Marques Pereira
Ministro da Agricultura e do Abastecimento, Interino.

ANEXO
Normas Sanitárias para o Trânsito de Caninos e Felinos Domésticos Oriundos do MERCOSUL
CAPÍTULO I
Disposições Preliminares
I – As normas aprovadas no âmbito do MERCOSUL serão aplicadas para o trânsito regional de caninos e felinos de vida doméstica, como acompanhantes depassageiros.
II – Os caninos e felinos em trânsito deverão estar acompanhados de um certificado zoossanitário e de um atestado de vacinação anti-rábica, expedidos por um médico veterinário oficial ou por um médico veterinário credenciado.
CAPÍTULO II
Do Certificado e Atestado
III – No certificado zoossanitário e no atestado de vacinação anti-rábica deverão constar os seguintes dados:
a) do proprietário do animal: nome completo, endereço residencial (rua,número, cidade, Estado e País);
b) do animal: nome, raça, sexo, data do nascimento, tamanho, pelagem e sinais particulares.
IV – No certificado zoossanitário, além dos dados referidos anteriormente, deverão estar indicados os países de procedência e de destino.
V – O atestado de vacinação anti-rábica será requerido para caninos e felinos com mais de três meses de idade, devendo ter sido realizada há pelo menos trinta dias antes da data da movimentação do animal, no caso de primeira vacinação, com validade máxima de um ano.
VI – No certificado zoossanitário deverá estar comprovado que o animal identificado foi examinado dentro dos dez dias anteriores à data de entrada no país, não apresentando sinais clínicos de doenças próprias da espécie.

Viagens Internacionais – Dúvidas Frequentes

O que preciso fazer para levar meu cão ou gato em viagem ao exterior?

1. Buscar informações sobre as normas sanitárias exigidas pelo país de destino. Para isso, consulte a lista dos países mais procurados ou solicite informações à embaixada/consulado de cada um.

2. Providenciar a documentação necessária, no mínimo, dez dias antes da viagem, pois a vacina contra a raiva, por exemplo, precisa desse prazo para fazer efeito. No caso de primeira vacinação, são necessários 30 dias de antecedência.

3. Você precisará do Certificado Zoosanitário Internacional (CZI), que é obtido nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no aeroporto, porto ou posto de fronteira mais próximo e nas Superintendências Federais de Agricultura em cada estado.

4. A validade do CZI varia entre cinco e dez dias. Ou seja, a partir do momento em que o documento é emitido, o animal tem até 10 dias para entrar no país de destino. Caso a viagem em si demore mais de 10 dias (transporte marítimo, por exemplo) o prazo de validade do CZI pode ser estendido.

SFA-SP – SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO ESTADO DE SÃO PAULO
Rua Treze de Maio, 1558 – 8º andar
CEP: 01327-002 – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3251 – 0400
gab-sp@agricultura.gov.br

O que é CZI?

O Certificado Zoossanitário Internacional – CZI é o documento emitido, ou chancelado, pelo Serviço Veterinário Oficial do país de procedência dos animais, com o intuito de garantir não apenas a saúde do animal como o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional até o país de destino. No Brasil, o CZI só é emitido pelas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O CZI é utilizado por todos os países?

Não. Mas todos os países possuem um documento oficial com o mesmo fim e que é aceito pelos demais países com os quais mantém relações diplomáticas e comerciais. Por exemplo, alguns países exigem a implantação de chips eletrônicos ou emitem passaportes animais para o controle de entrada e saída de cães e gatos.

O que é necessário para obter o CZI no Brasil?

Dirigir-se à unidade do Vigiagro mais próxima, levando atestado de saúde do animal, assinado por um veterinário, e carteira de vacinação em dia, além dos demais documentos exigidos pelo país de destino para o trânsito de animais. As exigências diferem de acordo com o destino pretendido. É recomendado que o proprietário do animal informe-se sobre os requisitos do país de destino antes de dirigir-se à unidade do Vigiagro. As autoridades brasileiras só podem emitir o CZI se toda a documentação exigida pelo país de destino estiver cumprida. Consulte a lista com as exigências dos destinos mais procurados pelos brasileiros.

O atestado de saúde do animal, para fins da viagem, tem validade determinada?

Sim. Ele deve ter sido emitido pelo veterinário até no máximo três dias antes da entrada na papelada do CZI numa unidade do Vigiagro.

O CZI tem validade determinada?

Sim. O documento vale entre 5 e 10 dias, conforme o país de destino, contados do momento da retirada na unidade do Vigiagro até a chegada no país de destino. Caso a viagem demore mais de 10 dias (transporte marítimo, por exemplo) o prazo de validade do CZI pode ser estendido.

Os documentos que preciso para sair do Brasil com meu animal e para retornar ao país são diferentes?

Sim. São duas situações diferentes. Uma é o que o Brasil exige na ocasião da entrada de animais de companhia (CZI emitido pelo país de origem, atendendo aos requisitos sanitários brasileiros para aquele país). A outra é o que os demais países exigem na ocasião da entrada em seus territórios, que o Brasil deve certificar.

É necessário levar o animal no momento de solicitar o CZI?

Considerando a necessidade imposta por alguns países, é recomendável levar o animal no momento de solicitar o CZI. Nos demais casos, o proprietário e o médico veterinário constante no atestado são responsáveis pela fidelidade das informações, que serão fiscalizadas nos pontos de ingresso/egresso.
O CZI é obtido na hora?

Sim, o CZI é feito na hora. Excepcionalmente, porém, devido à grande demanda em algumas unidades, a entrega poderá demorar até um prazo máximo de 48 horas, desde que todos os requisitos tenham sido atendidos.

Qual o horário de atendimento das unidades do Vigiagro?

De segunda a sexta-feira em horário comercial (8h às 18h). Consulte a unidade mais próxima.

Posso emitir o CZI no mesmo dia do embarque do meu voo?

Não se recomenda comparecer à unidade do Vigiagro no mesmo dia do embarque, pois caso exista alguma inconformidade na documentação ou até mesmo ausência de algum documento não será possível emitir o CZI, podendo acarretar na perda do voo.

Preciso contratar um despachante para emitir o CZI?

Não, qualquer pessoa pode comparecer à unidade do Vigiagro e emitir o CZI.

Quanto tempo o animal pode permanecer no exterior?
O tempo de permanência do animal no exterior é ilimitado.

Qual a exigência brasileira para receber esses animais de volta?

A exigência brasileira para receber um cão ou um gato é o CZI, emitido pelo serviço veterinário oficial do país de origem, comprovando a vacinação contra a raiva (vacina antirrábica).
Nos casos em que os animais são provenientes de países que declaram oficialmente junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) a presença em seu território de Peste Eqüina Africana e/ou Febre do Vale do Rift, no CZI devem constar informações adicionais, conforme a legislação vigente. (Portaria nº 429/97 e 430/97).

Moro no exterior ou sou estrangeiro. O que preciso fazer para trazer meu cão ou gato ao Brasil?

Procure o serviço veterinário oficial do país onde reside para obter o CZI e outras informações necessárias para a viagem. A exigência brasileira para receber um cão ou um gato é o CZI, emitido pelo serviço veterinário oficial do país de origem, comprovando a vacinação contra a raiva (vacina antirrábica).

Meu animal é brasileiro, posso voltar para o país com o mesmo CZI emitido pelo Ministério da Agricultura?

Não. O CZI do Brasil só é válido para sair do país e não para voltar.

Preciso pagar alguma taxa?

No Brasil, o Certificado Zoossanitário Internacional é emitido gratuitamente pelo Vigiagro. Para este tipo de transporte, porém, as companhias aéreas cobram taxas baseadas no peso e tamanho do animal, a critério de cada empresa. Cada país tem regras específicas para a emissão do documento de viagem.

FONTE: http://www.petvacinas.com.br

As seis doenças mais comuns em cães e gatos!

“Assim como nós, os cães e os gatos sofrem com algumas doenças que nos são familiares, entre elas: doenças infectocontagiosas, alérgicas e do metabolismo. Você se preocupa com a saúde do seu bichinho? Então, confira as 6 doenças mais comuns que atingem cães e gatos:

1. Alergia alimentar

O que é: uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente em alimentos.

O que acontece: de ferimentos na pele provocados pela unha do próprio animal enquanto se coça sem parar até quadros gastrointestinais, como diarreia e vômito, com risco até de óbito, se ele não for tratado.

Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões mais freqüentes. Para alguns bichos, porém, as proteínas da carne bovina podem disparar as mesmas reações alérgicas.

Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são: coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.

Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração de qualidade duvidosa. Elas têm corante, que, além de provocar alergia, prejudica a absorção dos nutrientes pelo organismo. Outra medida é não dar banhos em excesso, que retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais. Outra forma de prevenção é trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma bela alergia. Prefira o de alumínio, que não traz esse risco.

Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. Se o animal é muito alérgico, opte por refeições caseiras, mas aí sempre bem orientadas pelo veterinário, tomando o cuidado de suprir todas as necessidades nutricionais do bicho.

2. Depressão

O que é: ainda faltam trabalhos que expliquem exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.

O que acontece: o bicho passa a recusar comida e brincadeiras, muda drasticamente de comportamento e fica arredio.

Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais fatores por trás do quadro depressivo.

Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazer isso, até ficam com feridas graves nas patas. Entre os felinos, é o dorso que acaba machucado por essa compulsão.

Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu amigo para passear. Além do benefício da atividade física – como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contato com o dono. E talvez seja sua ausência que tenha provocado o baixo-astral do seu querido bicho de estimação. Então, se ele é mesmo de sua estima, cuide bem dele nesse momento.

3. Erlichiose (doença do carrapato)

O que é: uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos portadores de bactérias do gênero erlichia.

Contágio: o carrapato contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.

O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.

Prevenção: ela ocorre com a aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carrapatos.

Sintomas: vários sinais indicam erliquiose. Os principais são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade de respirar.

Diagnóstico: a constatação do problema se dá por meio de exames sorológicos ou de DNA.

Tratamento: é feito com remédios, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.

4. Insuficiência renal

O que é: alteração na capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina – dois compostos tóxicos – no sangue e, em compensação, e na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina.

Causa: a causa mais comum da insuficiência renal crônica é o envelhecimento do bicho com certa predisposição familiar. Já a insuficiência renal aguda costuma estar ligada a fatores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos.

O que acontece: o agravamento da doença pode provocar infecções do trato urinário, úlceras na boca e no estômago e pressão alta que leva à cegueira.

Prevenção: algumas raças apresentam maior predisposição a problemas nos rins e devem ser monitoradas regularmente por meio de exames. São elas: lhasa, doberman, beagle e sharpei.

Sintomas: o animal perde o apetite, emagrece rapidamente, passa a beber muita água e faz um xixi bem clarinho a todo momento. Vômitos e diarreia também são sinais da doença. Alguns, ainda, desenvolvem anemia.

Diagnóstico: o diagnóstico se dá por meio de exames laboratoriais de sangue e urina, ultrassom e, em alguns casos, até de radiografias especiais.

Tratamento: o objetivo é restabelecer o equilíbrio orgânico com uma dieta apropriada, isto é, pouco proteica, suplementos vitamínicos e terapia com fluidos e eletrólitos. Quando parte significativa dos rins foi comprometida, a recuperação do órgão se torna inviável, restando apenas a possibilidade de controlar o quadro. A hemodiálise pode ser indicada em situações muito específicas de insuficiência renal aguda, nos casos em que a terapia convencional com fluidoterapia não surte efeito.

Bicho é como ser humano: se come além da conta, fica obeso
Foto: Dreamstime
5. Obesidade

O que é: acúmulo excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.

Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores fatores para o aparecimento da enfermidade. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.

Riscos: cães e gatos gorduchos podem desenvolver diabete, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.

O que acontece: animais gorduchos são sérios candidatos a ter níveis elevados de colesterol e triglicérides. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsão, paralisia, danos nos olhos e alterações neurológicas. Bichos excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabete e doenças articulares.

Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem.

Sintomas: para identificar um bicho obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabete), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.

Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem

Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspeção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito fi nal ao comparar o peso do seu animal como estimado para aquela raça.

Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, monitoramento metabólico e hormonal e acompanhamento veterinário.

6. Otite

O que é: é a popular inflamação de ouvido.

Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.

O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode se agravar e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.

Prevenção: proteja as orelhas do seu bicho durante o banho, tome cuidado com a limpeza do canal auditivo externo e, no caso de cães, não deixe que passeiem com o tronco para fora do carro para que o vento não penetre no canal auditivo.

Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é o coça-coça das orelhas e o balançar frequente da cabeça. Secreção amarelada ou enegrecida e fedida também pode indicar que a infecção está instalada e latente.

Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia, ou seja, usa aquele aparelhinho para enxergar o canal auditivo. E, em alguns casos, pode pedir uma coleta de secreção para análise.

Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.

O resgate de 400 bichos – Matéria no jornal Estado de Minas – 19/01/2012

QUINTA-FEIRA, 19 DE JANEIRO DE 2012

Expedição de voluntários percorre cidades assoladas pela chuva para resgatar animais ilhados.

Socorro para cães, gatos, cavalos e outros animais que sobreviveram às enchentes ou se perderam dos donos

Parte dos animais recolhidos andava desorientada em meio aos destroços e estava doente e desnutrida
Como na narrativa bíblica da arca de Noé, em que Deus manda construir uma embarcação para salvar do dilúvio um casal de cada espécie animal, a organização não governamental Núcleo Fauna de Defesa Animal (NFDA), com sede em Belo Horizonte, socorreu mais de 400 cães, gatos, cavalos e outros bichos, que se perderam depois de sobreviver às enchentes de Minas. Muitos foram resgatados doentes e desnutridos.

A expedição, formada por nove pessoas, entre elas dois veterinários da Costa Rica, já visitou por três vezes 19 cidades castigadas pelas chuvas nas regiões Central, Zona da Mata, Campo das Vertentes e Metropolitana de BH. Depois de recolhidos, os animais são alimentados, examinados, cadastrados, vacinados e medicados e, quando necessário, passam por pequenas cirurgias. Os bichos adultos são abrigados pelas prefeituras e os filhotes levados para clínicas parceiras da capital, para adoção. Esse é, por exemplo, o caso de Gasparzinho, um cão com pouco mais de dois meses, resgatado acorrentado debaixo de chuva em BH. Um vira-lata foi batizado de Guidoval, por ter sido salvo da enchente na cidade mais castigada da Zona da Mata.

Ilhados

O coordenador da NFDA, o funcionário público Franklin Oliveira, de 43 anos, conta que na sexta-feira a expedição retornou a Guidoval e passou por Ponte Nova, Viçosa, Barbacena e Visconde do Rio Branco. “Cães e gatos ficaram ilhados em Guidoval e foi preciso um barco para salvá-los”, disse. Na semana passada, os expedicionários montaram uma tenda em frente à casa de uma voluntária em Guidoval, como base de atendimento. O trabalho deles foi anunciado durante missa na igreja católica da cidade e um carro de som também convocou a população para exames e vacinação dos animais de estimação.

Bichos também foram resgatados em Brumadinho e Mário Campos, na Grande BH. Amanhã, os voluntários vão se dividir em dois grupos e um deles, coordenado pelo Núcleo Fauna de Defesa dos Animais, vai percorrer Guidoval, Dona Euzébia, Além Paraíba, Rio Pomba, Tocantins, Paiva, Visconde do Rio Branco, Ubá e municípios vizinhos.

O segundo grupo, coordenado pela Associação Bicho Gerais, vai para Itabirito, Cachoeira do Campo, Ponte Nova, Teixeiras, Viçosa, Coimbra, São Geraldo, Carandaí e Santa Bárbara. “Estamos fazendo uma campanha para incentivar o apadrinhamento desses animais pelas clínicas veterinárias e também a adoção. Qualquer pessoa pode adotar”, disse Franklin, que diariamente tem inserido fotos dos animais no blog franklineumassis.blogspot.com..

Feridos

Muitos animais perdidos foram recuperados em áreas rurais e os integrantes da expedição ainda tentam localizar os donos. “Alguns são de comunidades carentes e a gente percebe o apego das pessoas aos bichos que voltaram depois das enchentes. A gente fica com pena dos animais. Eles ficam vagando debaixo de chuva, molhados. No primeiro dia, recolhemos um cão com a pata ferida e conseguimos interná-lo numa clínica de Ubá”, disse Franklin.

Caravanas de voluntários vão fazer, a partir de amanhã, mais viagens às cidades atingidas para estimular as adoções

Como muitas prefeituras não têm condições de abrigar cães e gatos, os animais adultos são tratados, alimentados e devolvido às ruas. “Temos um cronograma de ação. Em três semanas, a gente pretender retornar às cidades e castrar os animais como forma de impedir a procriação desordenada”, disse Franklin. Ele conta com o apoio da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA), com sede em Londres e escritórios na Costa Rica e no Rio de Janeiro, que custeou as primeiras ações emergenciais aos animais, além de organizar um plano logístico.
Mas o trabalho ainda não acabou e Franklin convoca voluntários, inclusive nas cidades visitadas, para reforçar os atendimentos. “O importante é valorizar a vida em todos os sentidos. Quando tratamos de um animal de uma pessoa carente, percebemos o quanto o cão ou o gato de estimação é importante, mesmo diante de tanta desolação. Os animais são tão importantes para as pessoas que um morador morreu afogado tentando salvar o seu cão”, disse Franklin.

Barraginha

O servidor público Franklin Oliveira conta que a sua luta pela defesa dos animais não é de hoje. “Foi há 30 anos”, disse, lembrando que resgatou animais vítimas da tragédia da Vila Barraginha, na Cidade Industrial, em Contagem, na Grande BH. “Na época, pertencia a outra ONG e montamos um posto de recolhimento de animais”, explicou. Em 1992, houve um deslizamento de terra na Barraginha, que soterrou mais de 150 barracos, matando 37 pessoas, ferindo centenas e deixando 1,7 mil desabrigados.
A vila foi formada em um terreno doado à Prefeitura de Contagem pela Companhia de Distritos Industriais de Minas Gerais. O local apresentava risco geológico, por ser o terreno à base de argila e um antigo depósito de lixo.

E MAIS…

JÁ SÃO 17 MORTOS EM MINAS

Subiu para 17 o número de mortos pelas chuvas em Minas, com a localização ontem do corpo de Diego Tuler Vieira, de 28 anos, levado no dia 3 pela correnteza do Rio Piranga, em Ponte Nova. Ele perdeu o equilíbrio quando atravessava uma ponte a pé, tocou num poste e sofreu descarga elétrica, sendo levado pela enxurrada. Também aumentou para 179 o número de municípios em estado de emergência dos 252 atingidos pelas chuvas. Segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, o número de casas destruídas no estado se elevou de 643 para 812, com 17.193 danificadas. O balanço revela que há 461 pontes danificadas e 368 destruídas. No estado, há 54.826 pessoas desalojadas e 4.733 desabrigadas, duas desaparecidas e 3,2 milhões afetadas diretamente pelas enchentes.

VARGINHA

Moradores de Varginha, no Sul de Minas, foram surpreendidos no fim da tarde de ontem por um temporal. A chuva de 20 minutos encheu o córrego que corta os bairros São Geraldo, Barcelona e Jardim Áurea e nove casas ficaram alagadas. Rapidamente o nível do córrego voltou ao normal e ninguém ficou ferido ou desabrigado. O Corpo de Bombeiros recebeu várias solicitações de queda de árvores e vistorias em casas. A Avenida do Contorno, que liga Varginha a Três Pontas, ficou parcialmente interditada por conta da queda de um eucalipto, mas o problema foi resolvido.

MINERAÇÃO

As operações de mineração do Quadrilátero Ferrífero em Minas voltaram à normalidade depois das chuvas, segundo sindicatos de trabalhadores. Nas últimas semanas, as mineradoras haviam reduzido o ritmo de produção na principal área de extração de minério de ferro do país. Vale e CSN, as principais mineradoras, porém, não confirmam que a situação está solucionada. Minas responde por dois terços da produção de minério do Brasil e, com a melhora do clima, o acesso às minas foi liberado e os funcionários das mineradoras puderam sair de casa para trabalhar, informaram sindicalistas.

OURO PRETO

Os foliões vão poder festejar o carnaval nas ladeiras de Ouro Preto, mesmo com os estragos da chuva. Segundo o prefeito Ângelo Oswaldo, já está sendo equacionado o que seria um dos problemas para os turistas: a rodoviária, interditada após ser atingida por um deslizamento de morro, que matou dois taxistas, vai ficar fechada, mas um terminal provisório vai ser construído. A única mudança no carnaval vai afetar apenas o desfile das escolas de samba, que terá um formato reduzido. Segundo a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, algumas escolas de samba são de bairros atingidos e, por isso, as agremiações resolveram dividir o dinheiro repassado pela prefeitura para o carnaval entre os prejudicados pela chuva.

FONTE: http://franklineumassis.blogspot.com/